Muitos dizem “Senhor, Senhor”, mas nem todos vivem em obediência verdadeira. Por isso, precisamos lembrar que fazer a vontade de Deus é a marca daqueles que pertencem sinceramente a Cristo.
Hoje vemos uma multidão de pessoas usando o nome de Jesus Cristo com muita facilidade. Em entrevistas, premiações, redes sociais e eventos públicos, muitos dizem: “Glória a Deus”, “Obrigado, Senhor”, “Cristo é meu Salvador”. No entanto, ao observarmos suas vidas, percebe-se claramente que em muitos casos não houve transformação alguma. Continuam vivendo de acordo com os padrões do mundo, sob a escravidão do pecado, cultivando vícios, imoralidade, soberba, arrogância e práticas que contradizem frontalmente o evangelho.
Isso revela algo profundo: dizer “Senhor” não significa necessariamente que Cristo seja realmente o Senhor da vida da pessoa. O Reino de Deus não se baseia em frases bonitas, discursos emocionados ou declarações públicas feitas em momentos convenientes. O Reino de Deus se manifesta em vidas transformadas pela graça, corações rendidos ao Senhor e uma caminhada marcada por arrependimento, fé, obediência e santidade.
Dizer “Senhor” não é o mesmo que obedecer
Há uma grande diferença entre confessar Cristo apenas com os lábios e submeter-se a Ele de coração. Muitas pessoas reconhecem Jesus como uma figura importante, como alguém digno de respeito ou até como fonte de bênçãos, mas não se rendem verdadeiramente ao Seu senhorio. Querem o consolo de Cristo, mas não querem Sua autoridade. Querem Suas promessas, mas rejeitam Seus mandamentos. Querem ser salvas do inferno, mas não desejam ser libertas do pecado.
A Bíblia não apresenta Jesus como um acessório religioso que podemos adicionar à nossa vida sem mudança alguma. Ele é Senhor. Isso significa que Ele governa, dirige, corrige, transforma e exige submissão. Quando alguém diz “Jesus é Senhor”, está afirmando algo muito sério. Está reconhecendo que Cristo tem autoridade sobre seus desejos, pensamentos, decisões, palavras, relacionamentos, dinheiro, tempo, corpo e futuro.
Por isso, não podemos tratar essa confissão de forma superficial. Chamar Jesus de Senhor enquanto vivemos como se fôssemos donos absolutos de nossa própria vida é uma contradição espiritual. A fé verdadeira não é perfeita no sentido de ausência total de falhas, mas é sincera, arrependida e disposta a obedecer. O verdadeiro cristão pode cair, mas não faz do pecado seu lar. Pode falhar, mas não se acomoda na rebelião.
O problema dos falsos professos não é que eles tropeçam ocasionalmente, mas que vivem sem submissão real a Cristo. Usam Seu nome, mas não amam Sua Palavra. Falam sobre Deus, mas não desejam Sua vontade. Gostam da linguagem cristã, mas continuam governados pelo mundo. Esse é um perigo muito grande, pois uma pessoa pode estar religiosamente ativa e, ao mesmo tempo, espiritualmente morta.
O perigo de usar o nome de Cristo sem transformação
Vivemos em uma época em que o nome de Deus é frequentemente usado como expressão cultural, frase motivacional ou recurso de imagem pública. Algumas pessoas agradecem a Deus por conquistas obtidas em caminhos pecaminosos. Outras mencionam Jesus para parecerem humildes, espirituais ou aceitáveis diante de determinado público. Mas usar o nome do Senhor sem uma vida transformada é algo extremamente sério.
A Escritura nos ensina que o nome de Deus deve ser reverenciado. Não devemos usar Seu nome de maneira vazia, interesseira ou hipócrita. Quando alguém diz que Cristo é seu Salvador, mas permanece com prazer em pecados que a Palavra condena, essa pessoa dá mau testemunho e trata coisas santas com leviandade. O nome do Senhor não deve ser usado como enfeite para uma vida sem arrependimento.
Isso não significa que o cristão verdadeiro nunca peca. Todos nós ainda lutamos contra a carne, contra tentações e contra fraquezas. A diferença está na postura diante do pecado. O falso convertido justifica, protege e alimenta seu pecado. O verdadeiro crente se entristece, confessa, luta e busca ser transformado pela graça de Deus.
Por isso, é necessário examinar a nós mesmos. Não basta perguntar: “Eu falo de Deus?”. É preciso perguntar: “Minha vida demonstra submissão a Deus?”. Não basta dizer: “Eu acredito em Jesus”. É preciso perguntar: “Eu sigo Jesus?”. A fé bíblica não é apenas concordância mental com certas verdades, mas entrega total ao Senhor.
Pregadores que usam o púlpito para si mesmos
Outro grupo ainda mais perigoso é composto por aqueles que pregam nos púlpitos, mas não pregam para exaltar a Cristo. Alguns têm talento, retórica, presença de palco, capacidade de emocionar multidões e até são admirados por muitos. Contudo, seu objetivo principal não é que Cristo cresça, mas que eles se tornem conhecidos. Usam o ministério como vitrine, como plataforma de influência, como palco para alimentar ego e vaidade.
Essa realidade é assustadora, porque o público muitas vezes se impressiona com aparência, números, carisma e resultados visíveis. Porém, Deus vê o coração. Uma pessoa pode falar com eloquência sobre coisas espirituais e ainda assim estar longe do Senhor. Pode conhecer linguagem bíblica, conduzir multidões, produzir lágrimas e aplausos, e mesmo assim usar tudo isso para sua própria glória.
O ministério cristão nunca deve ser um instrumento de autopromoção. Pregar a Palavra é uma responsabilidade santa. Quem sobe a um púlpito deve tremer diante de Deus, sabendo que não está lidando com uma palestra comum, mas com a verdade eterna. O pregador fiel não deseja ser celebrado; deseja que Cristo seja visto. Não quer formar fãs; quer conduzir pecadores ao arrependimento e edificar os santos na verdade.
Porque Deus é misericordioso, Ele pode permitir que Sua Palavra produza fruto mesmo através de instrumentos indignos. Isso, porém, não significa que tais instrumentos sejam aprovados por Ele. Deus pode usar até situações imperfeitas para abençoar Seu povo, mas o fato de alguém ser usado externamente não prova que essa pessoa pertence verdadeiramente a Cristo.
Jesus advertiu sobre os falsos professos
Jesus falou claramente sobre esse assunto e descreveu o fim trágico daqueles que falam “Senhor” sem de fato obedecerem ao Senhor. Suas palavras estão entre as mais impactantes e assustadoras de todo o Novo Testamento:
21 “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus,
mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.22 Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor,
não profetizamos em teu nome?
Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’23 Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci.
Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal!Mateus 7:21-23
Essa passagem deve nos fazer tremer. Jesus mostra que é possível realizar obras religiosas, falar em nome de Deus, participar de atividades impressionantes e até estar associado a manifestações extraordinárias, e mesmo assim estar completamente perdido. A chave não está apenas no que dizemos ou fazemos publicamente, mas no que somos diante de Deus.
Cristo não disse que entrará no Reino todo aquele que pronuncia Seu nome, mas aquele que faz a vontade do Pai. Isso nos mostra que a verdadeira fé produz obediência. Não uma obediência perfeita, como se o cristão deixasse de precisar da graça, mas uma obediência real, fruto de um coração regenerado. Quem nasceu de Deus deseja agradar a Deus.
Essa passagem também destrói a falsa segurança baseada em obras religiosas. Aqueles homens dirão: “Profetizamos, expulsamos demônios, realizamos muitos milagres”. Eles não se apresentarão diante de Cristo dizendo que foram ateus ou inimigos declarados da religião. Pelo contrário, apresentarão um currículo espiritual. Mas Jesus não ficará impressionado com realizações externas, porque Ele conhece a verdade do coração.
“Nunca os conheci”: a frase mais terrível
A resposta de Jesus é terrível: “Nunca os conheci”. Ele não dirá: “Eu os conheci por um tempo, mas depois os perdi”. Ele dirá: “Nunca os conheci”. Isso significa que aquelas pessoas nunca tiveram uma relação salvadora com Cristo, apesar de toda aparência religiosa. Estavam próximas das coisas de Deus, mas distantes do próprio Deus.
Essa realidade nos ensina que atividade religiosa não é o mesmo que comunhão com Cristo. Uma pessoa pode estar perto do púlpito, da música, da liderança, dos eventos, das campanhas e das multidões, mas não estar em Cristo. Pode conhecer termos bíblicos, participar de reuniões e ser reconhecida pelos homens, mas ainda não ser conhecida pelo Senhor.
Ser conhecido por Cristo é infinitamente mais importante do que ser conhecido por multidões. A aprovação dos homens pode trazer fama temporária, mas somente a aprovação do Senhor tem valor eterno. No grande dia, não importará quantos nos aplaudiram, quantos nos seguiram ou quantas portas se abriram para nós. Importará se pertencemos verdadeiramente a Cristo.
Por isso, devemos considerar com seriedade como saber se você nasceu de Deus, pois a Escritura nos chama a examinar os frutos da fé verdadeira. O novo nascimento não é uma simples emoção religiosa, mas uma obra poderosa de Deus que transforma o coração e produz amor pela Sua vontade.
A verdadeira prova não é o discurso, mas a obediência
Jesus perguntou em outra ocasião: “Por que vocês me chamam ‘Senhor, Senhor’, e não fazem o que eu digo?” Essa pergunta confronta diretamente a hipocrisia religiosa. Cristo não quer apenas ouvir nossa voz; Ele quer ver nossa vida submetida à Sua Palavra. Ele deseja submissão, fidelidade, obediência e santidade.
Não adianta levantar as mãos no culto se o coração está longe. Não adianta cantar hinos se não vivemos o que cantamos. Não adianta dizer “Jesus é Senhor” se Ele não é Senhor sobre nossos desejos, nossas decisões, nossos relacionamentos e nosso caráter. A adoração verdadeira envolve lábios e vida, cântico e obediência, emoção e santidade.
A obediência não compra nossa salvação. Somos salvos pela graça, mediante a fé, e isso não vem de nós; é dom de Deus. No entanto, a mesma graça que salva também transforma. A fé que justifica nunca permanece sozinha. Ela produz frutos. Onde não há nenhum desejo de obedecer, nenhum arrependimento e nenhuma luta contra o pecado, devemos perguntar se realmente houve fé salvadora.
A obediência é a evidência da fé verdadeira. Assim como uma árvore viva produz fruto, um coração regenerado produz uma nova disposição diante de Deus. O crente ainda luta, ainda cresce, ainda é corrigido, mas já não vive confortável em rebelião. Ele deseja fazer a vontade do Pai, mesmo quando isso exige renúncia.
O engano das obras religiosas sem santidade
Uma das grandes lições de Mateus 7 é que obras religiosas podem enganar profundamente. Muitas pessoas acreditam que, por fazerem algo em nome de Deus, automaticamente estão aprovadas por Ele. Mas Jesus mostra que alguém pode profetizar, expulsar demônios e realizar muitos milagres, e ainda assim ser chamado de praticante do mal.
Isso nos ensina que dons e frutos não são a mesma coisa. Uma pessoa pode possuir dons visíveis, capacidade de falar, cantar, liderar ou influenciar, mas não demonstrar o fruto do Espírito em seu caráter. Pode ter aparência de poder, mas faltar amor, humildade, santidade, domínio próprio e temor do Senhor.
Os dons devem ser usados para servir a Deus e ao próximo, mas nunca podem substituir a santidade. O Senhor não está procurando artistas espirituais, mas servos fiéis. Ele não se impressiona com performances religiosas quando o coração está entregue ao pecado. O que Deus deseja é verdade no íntimo.
Por isso, devemos tomar cuidado para não medir espiritualidade apenas por visibilidade. Nem todo pregador conhecido é aprovado por Deus. Nem todo ministério grande é sinal de fidelidade. Nem toda experiência extraordinária vem acompanhada de vida santa. A Palavra de Deus deve ser nosso critério, não a popularidade humana.
A aparência pode enganar, mas Deus vê o coração
Os homens julgam pela aparência, mas Deus vê o coração. Essa verdade deve nos humilhar. Podemos impressionar pessoas com palavras certas, postura religiosa e boa reputação externa, mas não podemos enganar o Senhor. Ele conhece nossas motivações, nossos desejos escondidos, nossas práticas secretas e a verdade sobre nossa fé.
Muitas vezes, a religiosidade externa serve como máscara. A pessoa aprende a linguagem cristã, conhece costumes da igreja e sabe como se comportar diante dos outros, mas em secreto vive uma realidade totalmente diferente. Isso é extremamente perigoso, porque quanto mais alguém se acostuma com a aparência religiosa sem arrependimento, mais endurecido pode se tornar.
O chamado de Deus não é para que construamos uma imagem espiritual diante dos homens, mas para que andemos em sinceridade diante dEle. A vida cristã verdadeira começa no secreto. Antes de sermos vistos pelos outros, somos vistos pelo Pai. Antes de servirmos publicamente, precisamos estar rendidos intimamente.
Por isso, devemos pedir ao Senhor que nos livre da hipocrisia. Devemos orar como o salmista: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração”. Essa oração exige coragem, porque Deus pode revelar pecados que tentamos esconder até de nós mesmos. Mas é melhor ser confrontado agora pela graça do que ser desmascarado no juízo.
Arrependimento verdadeiro produz mudança
A mensagem de Jesus não deve nos levar ao desespero, mas ao arrependimento. Se percebemos em nós frieza espiritual, hipocrisia, amor pelo pecado ou desejo de usar Deus apenas como aparência, devemos correr para Cristo. O Senhor é misericordioso com aqueles que se arrependem sinceramente. Ele não despreza o coração quebrantado.
O arrependimento verdadeiro não é apenas medo das consequências. Também não é tristeza passageira por ter sido descoberto. Arrependimento bíblico é mudança de mente, de direção e de disposição diante de Deus. É reconhecer o pecado, abandoná-lo e voltar-se para o Senhor em fé e humildade.
Muitos querem perdão sem transformação, consolo sem confronto e salvação sem senhorio. Mas a graça de Deus não nos deixa como estávamos. Ela nos alcança em nossa miséria, mas nos conduz a uma nova vida. Cristo não veio apenas para nos livrar da condenação, mas também para nos libertar do domínio do pecado.
Essa transformação pode ser vista ao longo da caminhada. O cristão cresce em santidade, amor pela Palavra, desejo de obedecer, sensibilidade ao pecado e dependência de Deus. Ele não se torna perfeito nesta vida, mas já não é o mesmo. Há uma nova direção, uma nova esperança e um novo Senhor.
A Palavra de Deus revela a vontade do Pai
Jesus disse que entrará no Reino aquele que faz a vontade do Pai. Mas como conhecer a vontade do Pai? A resposta está na Palavra de Deus. Não precisamos inventar a vontade de Deus nem buscar revelações estranhas para saber como viver. A Escritura nos mostra o caminho da fé, da obediência, da santidade e do amor.
Muitas pessoas vivem dizendo que querem conhecer a vontade de Deus, mas negligenciam a Bíblia. Buscam sinais, sonhos, impressões e palavras humanas, enquanto deixam fechada a revelação escrita do Senhor. Isso é incoerente. Quem deseja obedecer a Deus precisa amar e estudar Sua Palavra.
A obediência verdadeira nasce da verdade revelada. A Escritura corrige nossas ideias falsas sobre Deus, confronta nossos pecados e nos ensina a viver de maneira agradável ao Senhor. Ela nos mostra que a vida cristã não é construída sobre emoções passageiras, mas sobre a verdade eterna.
Por isso, precisamos valorizar a sabedoria e a paz que há em Sua Palavra, pois nela encontramos direção segura para não sermos enganados por uma religiosidade vazia. A Palavra nos conduz a Cristo e nos ensina a viver como servos fiéis.
O caminho estreito exige renúncia
Pouco antes de falar sobre aqueles que dizem “Senhor, Senhor”, Jesus ensinou sobre a porta estreita e o caminho apertado. Isso não é por acaso. A fé verdadeira não caminha pela estrada larga da aprovação popular, do pecado confortável e da religiosidade sem cruz. O caminho de Cristo envolve renúncia, arrependimento e perseverança.
Muitos querem um evangelho sem porta estreita. Querem uma mensagem que prometa bênçãos sem confrontar o pecado, que ofereça salvação sem discipulado, que fale de céu sem falar de santidade. Mas esse não é o evangelho de Jesus. O Senhor chamou Seus discípulos a negarem a si mesmos, tomarem a cruz e O seguirem.
O caminho estreito não significa salvação por esforço humano. Significa que a graça salvadora nos tira do caminho largo da perdição e nos coloca no caminho da vida. A obediência é fruto dessa graça. O cristão não obedece para comprar o favor de Deus, mas porque foi alcançado por esse favor.
Por isso, devemos considerar seriamente que amplo é o caminho que leva à perdição. A multidão nem sempre está certa. A popularidade nem sempre acompanha a verdade. A facilidade nem sempre indica bênção. O caminho de Cristo pode ser estreito, mas é o único caminho que conduz à vida.
Ser conhecido por Cristo é melhor do que ser conhecido pelos homens
Naquele grande dia, muitos homens e mulheres que tiveram notoriedade, grandes ministérios, inúmeros seguidores e agendas internacionais irão se apresentar diante de Cristo com uma lista de obras espirituais. Dirão: “Senhor, fizemos isso em teu nome, pregamos, curamos, expulsamos demônios, cantamos, fundamos ministérios”. Mas Jesus não ficará impressionado com currículo espiritual.
O que Ele olhará será a realidade do coração. Para muitos, a resposta será terrível: “Afastem-se de mim, eu nunca os conheci”. Essa frase deve nos despertar para uma pergunta essencial: queremos ser conhecidos pelos homens ou por Cristo? Preferimos aplausos temporários ou aprovação eterna?
Ser conhecido por Cristo significa pertencer a Ele. Significa ter sido alcançado por Sua graça, lavado por Seu sangue, reconciliado com Deus e transformado pelo Espírito Santo. Essa é a maior segurança que alguém pode ter. Não há fama, ministério, título ou reconhecimento que se compare a ouvir do Senhor: “Servo bom e fiel”.
A aprovação humana é instável. Hoje as pessoas elogiam, amanhã esquecem. Hoje seguem, amanhã abandonam. Hoje aplaudem, amanhã criticam. Mas a aprovação de Cristo é eterna. Por isso, devemos viver diante dos olhos de Deus, não como escravos da opinião humana.
Examinemos nossa fé com seriedade
A mensagem de Mateus 7 não foi escrita para que apenas apontemos o dedo para outros, mas para que examinemos a nós mesmos. É fácil pensar em falsos pregadores, artistas religiosos ou pessoas públicas que usam o nome de Deus sem transformação. Porém, a pergunta mais importante é: e nós? Nosso “Senhor, Senhor” é acompanhado de obediência sincera?
Devemos examinar nossas motivações. Servimos para agradar a Deus ou para sermos vistos? Falamos de Cristo por amor a Ele ou por interesse em reconhecimento? Chamamos Jesus de Senhor enquanto escondemos áreas da vida que não queremos submeter à Sua autoridade? Essas perguntas são necessárias para uma fé saudável.
O autoexame bíblico não deve nos levar à condenação desesperada, mas à sinceridade diante de Deus. Quando o Espírito Santo nos convence do pecado, Ele nos conduz a Cristo. O objetivo não é viver em medo paralisante, mas abandonar falsas seguranças e descansar na graça verdadeira que transforma.
A pior coisa que alguém pode fazer é presumir que está salvo apenas porque participa de atividades religiosas. A melhor coisa é correr para Cristo com humildade, confessar seus pecados, confiar em Sua obra perfeita e pedir que Ele produza em nós frutos de arrependimento e obediência.
Conclusão: que nosso “Senhor” seja verdadeiro
A pergunta final é simples e profunda: queremos ser conhecidos pelos homens ou por Cristo? Preferimos aplausos temporários ou aprovação eterna? De nada adiantará ter uma imagem espiritual diante do mundo se, no último dia, ouvirmos do Senhor que Ele nunca nos conheceu.
Portanto, esforcemo-nos para que nossa fé seja verdadeira, para que nosso “Senhor, Senhor” seja acompanhado de obediência sincera. Permaneçamos em Cristo, guardemos Sua Palavra, vivamos em santidade e busquemos diariamente fazer a vontade do Pai. Não como quem tenta merecer a salvação, mas como quem foi salvo pela graça e deseja agradar ao Salvador.
Que Deus nos livre da hipocrisia religiosa, da aparência sem vida, do ministério sem santidade e das palavras sem obediência. Que Ele nos dê um coração quebrantado, humilde e verdadeiramente rendido. Que nossa confissão não seja apenas som nos lábios, mas verdade marcada em nossa vida.
Naquele dia, o que importará não será quantos nos conheceram, mas se Cristo nos conhece. Que possamos viver de tal maneira que, pela graça de Deus, nossa esperança esteja firmada nEle, nossa vida seja transformada por Ele e nosso destino seja ouvir: “Bem-vindo, servo bom e fiel”.
26 comments on “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus”
Amen.
Realmente este é um exercício enorme que temos de fazer: não somente chamar a Deus de noso Senhor mas também cumprir aquilo que ela sua vontade. Temos visto pessoas não crentes, com sucesso na vida. Pura e simplesmente porque ainda que inconscientemente, eles cumprem com os mandamentos do Senhor.
Misericórdia Santo Pai.
E o Senhor Jesus,disse a alguns : Os que me amam, são aqueles que fazem a vontade do meu Pai. Então,de nada adiantará para vida dessas pessoas, que dizem ser de Cristo,o fato de praticarem suas obras mortas. Porque segundo as escrituras sagradas,essas pessoas, não entraram pelas portas da cidade santificada. Que o Espírito Santo,tenha misericórdia de todos nós,e ressuscite os mortos da fé.
Deus seja louvado e glorificado ternamente Amén.
Gloria à Deus amém.
Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, peço que perdoe os meus pecados e que continue segurando as minhas mãos para que possa sempre seguir as tuas santas palavras! Entreguei a minha a ti e somente em ti creio Jesus como meu Senhor e Salvador! Aumenta a minha fé meu Deus para que possa cumprir cada vez mais os teus mandamentos. Glória a ti Senhor meu Deus! Louvado seja Jesus Cristo que veio ao mundo para nos salvar! Amém!
Amém verdade não adianta nada agente fazer as coisas para Deus por fazer e na hora do grande dia ele não dirá apatas de mim pois não te conheço .
Amém.meu Jesus Cristo meu senhor Deus me ajude a caminhar segunda às suas palavras senhor meu renovando dia a dia as suas misericórdias comigo e minha família.amem
Amém glória a Deus
Amém senhor
Triste. Que Deus nos abençoe hoje, amanhã e sempre.
Glória a Deus todo poderoso pai da misericórdia,ó nosso Deus tem misericórdia de mim senhor!!Deus amado em nome do senhor Jesus Cristo eu agradeço por tudo e peço perdão dos meus pecados em Jesus Cristo amém.
Amém 🙏🏻
Senhor me ajuda à te servir melhor na face desta terra.
A ti meu Deus Toda honra e toda glória agora e para sempre ,Amém.Te amo Jesus louvado seja seu Santo nome 🙏🙏
Deus ensina a conhecer a tua palavra e me ensina a entendimento e conhecer a verdade que é o senhor que salva e que liberta pai preciso muito de ti na minha vida na minha família pai conhecer tua palavra preciso muito da ajuda do senhor Amém
Amém! 🙏🏻
Glórias a Deus em nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! 🙌🏻
Que Deus abençoe a todos nós! 🙏🏻
Aleluias!!
Glórias e Glórias Aleluia Aleluia Senhor tem misericórdia de nós
Amém 🙏.
Tratemos o nosso Deus como o nosso pai, pois foi Ele quem nos criou e nos acompanha desde o dia que fomos para barriga de nossas mães. É Ele o responsável por todas as nossas conquistas e por todas as fases das nossas vidas. Respeitemos-o e consagremos-o sempre, pois é assim que um filho poderá tratar um pai. Amém!
O Pai que o Senhor nos perdoa Pai tenha misericórdia por que somos falhos pobre pecadores perdoa meus erros meus pecados em nome do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo Amém 🙏
obrigado meu querido Deus pois sou uma serva vossa que obedeço os seus mandamentos, vivo pra vós SENHOR AMO e creio na palavras vivas do meú Senhor Jesus Cristo amém
A M É M bom dia
Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, Te peço Pai que perdoe os meus pecados. Senhor não sei mais o que faço para conservar o meu casamento. Tenho orado e pedido todos os dia a Ti meu Deus que amoleça o coração daninha esposa para me tratar como seu marido, mas ela continua com o coração duro e me humilha e maltrata quase todos os dias. Me dá essa bênção Jesus, pois o que Deus uniu ninguém pode desfazer, te peço em nome do Senhor Jesus. Me conserva Senhor nos Teus caminhos pois sempre quero honrar o Teu nome. Toda honra e toda glória seja dada a Ti Senhor! Glória a Deus, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo de Deus! Amém!
Nós precisamos fazer a vontade de Deus e andar no caminho dele para que ele reconheça nós como um adorador para adorar o nome dele e preciso muito que o senhor me ensine andar no seu caminho porque o Senhor é a verdade e a salvação sem o senhor mas não é nada não tenho muita palavra para falar mas só tenho que agradecer por tudo que o senhor faz obrigado o senhor fazer parte da minha vida e eu fazer parte do Senhor e o senhor está aqui na minha casa abençoando toda minha família amém
Para termos a glória eterna e para sermos dignos do amor do nosso Senhor não basta agirmos de maneira superficial para com Deus. Sejamos entregues de corpo e alma para Ele para que sempre possamos ser abençoados com seus feitos. Tenhamos sempre muito amor, compaixão, respeito e honestidade em nossos corações, além de sempre seguirmos seus caminhos. Amém!