Há muitas pessoas motivadas a servir na igreja, mas precisamos perguntar com sinceridade: de onde vem essa motivação? Podemos estar trabalhando na obra do Senhor e, mesmo assim, carregar intenções erradas no coração. Por isso, é indispensável examinar se servimos para glorificar a Cristo ou para exaltar a nós mesmos.
Essa reflexão não deve ser vista como uma acusação dirigida somente aos pregadores, pastores, cantores ou líderes conhecidos. Ela alcança todos os cristãos que participam de alguma maneira da vida da igreja. A pessoa que limpa o templo, ensina crianças, recebe visitantes, toca um instrumento, oferece ajuda aos necessitados, lidera um grupo ou prega diante de uma congregação precisa perguntar: por que estou fazendo isso?
É possível realizar uma atividade correta com uma motivação incorreta. Podemos fazer algo que beneficia outras pessoas e, ao mesmo tempo, alimentar silenciosamente o orgulho, a competição e a necessidade de aprovação. O coração humano é capaz de transformar até mesmo o serviço cristão em uma oportunidade de autopromoção. Por isso, não basta analisar aquilo que fazemos; também precisamos examinar os desejos que nos impulsionam.
O perigo de transformar o ministério em um ídolo
Muitos irmãos começam a servir com entusiasmo, mas, com o passar do tempo, o próprio ministério pode ocupar o lugar que pertence exclusivamente a Cristo. A pessoa deixa de encontrar sua identidade no Salvador e começa a encontrá-la na função que exerce. Ela já não pensa em si mesma como uma serva resgatada pela graça, mas como pregador, cantor, líder, professor ou influenciador cristão.
Quando isso acontece, qualquer ameaça ao cargo é interpretada como uma ameaça à própria identidade. Uma correção torna-se insuportável, uma mudança de função produz revolta e o sucesso de outro irmão desperta ciúmes. O ministério, que deveria ser uma expressão de amor e gratidão, transforma-se em um território que a pessoa tenta proteger a qualquer custo.
O problema não está em desejar fazer um bom trabalho para Deus. Devemos buscar excelência, preparação, responsabilidade e crescimento. O erro começa quando o coração passa a desejar mais a grandeza do trabalho do que a grandeza de Cristo. Nesse momento, queremos frutos, mas não queremos permanecer na videira; desejamos resultados, mas negligenciamos a comunhão; buscamos posições, mas rejeitamos a renúncia.
Um ministério pode crescer externamente e, ao mesmo tempo, enfraquecer espiritualmente. Pode reunir multidões, produzir números impressionantes e alcançar grande visibilidade, mas ainda assim estar construído sobre vaidade, competição e desejo de reconhecimento. Nem todo crescimento visível representa aprovação divina. Deus não observa apenas o tamanho da obra; Ele examina o coração daqueles que trabalham nela.
Quando o reconhecimento humano se torna necessário
Todos nós gostamos de ser valorizados. Uma palavra de gratidão pode encorajar, fortalecer e confirmar que nosso esforço beneficiou alguém. Não existe necessariamente pecado em receber um elogio. O perigo está em depender dele. Quando o reconhecimento humano se transforma no combustível do nosso serviço, começamos a servir somente enquanto somos vistos.
Se ninguém agradece, desanimamos. Se nosso nome não é mencionado, sentimos que fomos injustiçados. Se outra pessoa recebe a oportunidade que desejávamos, ficamos amargurados. Essas reações podem revelar que não estávamos servindo unicamente por amor a Cristo. Estávamos esperando que o serviço nos proporcionasse importância, admiração ou influência.
Nesse sentido, cada cristão deveria considerar seriamente a pergunta: por que você serve a Deus? Servimos porque reconhecemos quem Ele é e o que fez por nós, ou porque esperamos receber algo das pessoas? Continuaríamos realizando a mesma tarefa se ninguém soubesse nosso nome, se não houvesse aplausos e se nunca recebêssemos destaque?
O verdadeiro servo não precisa aparecer para permanecer fiel. Ele sabe que os olhos do Senhor estão sobre cada ato de amor realizado com sinceridade. Uma oração feita em segredo, uma cadeira organizada, uma visita a um enfermo, um alimento entregue discretamente ou uma palavra de consolo podem não receber atenção pública, mas são conhecidos por Deus.
O serviço cristão não se torna valioso porque muitas pessoas o observam. Ele é valioso quando nasce da fé, é realizado em amor, permanece submetido à Palavra e busca a glória do Senhor. O Pai vê aquilo que os homens ignoram e conhece a intenção que existe por trás de cada ação.
Cristo deve estar no centro da mensagem
Charles Spurgeon advertiu em seus sermões sobre o perigo de uma pregação que possui eloquência, organização e beleza, mas não apresenta claramente a Cristo. Uma mensagem pode emocionar, divertir, impressionar e até despertar admiração pelo pregador, porém permanecer espiritualmente vazia quando o Salvador não ocupa o centro.
Isso não significa que toda pregação deva repetir as mesmas frases ou ignorar a variedade de assuntos presentes nas Escrituras. Significa que toda a Bíblia deve ser ensinada reconhecendo que a história da redenção encontra seu cumprimento em Jesus. A santidade, o arrependimento, a fé, a esperança, a igreja, o sofrimento e a eternidade precisam ser compreendidos à luz da pessoa e da obra de Cristo.
O pregador cristão não foi chamado para construir admiradores de sua inteligência. Ele foi chamado para apontar pecadores para o Cordeiro de Deus. O cantor não existe para demonstrar sua capacidade vocal, mas para conduzir a congregação a reconhecer a grandeza do Senhor. O professor não ensina para ser considerado superior, mas para tornar a verdade bíblica compreensível e aplicável.
Quando Cristo ocupa o centro, até os dons mais impressionantes são tratados com humildade. Reconhecemos que inteligência, voz, criatividade, liderança, conhecimento e oportunidades foram recebidos de Deus. Não temos motivo para nos vangloriar como se tivéssemos produzido essas capacidades de forma independente.
Por outro lado, quando Cristo é retirado do centro, o ministério facilmente se transforma em espetáculo. A aparência passa a importar mais do que a verdade, a popularidade mais do que a fidelidade e a reação das pessoas mais do que a aprovação divina. Nesse ambiente, decisões começam a ser tomadas segundo aquilo que produz maior atenção, e não segundo aquilo que honra a Palavra de Deus.
A cruz revela nossa verdadeira motivação
23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus,
25 ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele, na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos;
26 para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus.
Romanos 3:23-26
Esses versículos apresentam a motivação mais profunda que um cristão pode possuir. Todos pecaram. Ninguém alcançou o padrão perfeito da glória de Deus. Não somos pessoas boas que precisavam apenas de pequenos ajustes espirituais; éramos pecadores culpados, incapazes de justificar a nós mesmos diante do Juiz de toda a terra.
Contudo, Deus decidiu justificar gratuitamente aqueles que creem, por meio da redenção que existe em Cristo Jesus. A palavra “gratuitamente” destrói toda pretensão de mérito humano. Não compramos o perdão, não conquistamos a adoção e não obrigamos Deus a nos receber. A salvação é uma dádiva da graça soberana.
Cristo recebeu sobre si o castigo que pertencia ao Seu povo. Na cruz, a justiça de Deus não foi ignorada; ela foi satisfeita. O Salvador não morreu apenas para oferecer um exemplo de amor, mas para realizar uma verdadeira obra de redenção. Seu sangue foi derramado, a dívida foi paga e a justiça necessária foi providenciada.
Quando compreendemos isso, encontramos uma motivação muito maior do que fama, posição ou reconhecimento. Servimos porque fomos amados quando não merecíamos amor. Adoramos porque fomos reconciliados quando éramos inimigos. Trabalhamos porque recebemos gratuitamente aquilo que jamais poderíamos conquistar.
A graça produz gratidão, não orgulho
A doutrina da graça não conduz o cristão à passividade. Pelo contrário, ela produz uma gratidão tão profunda que transforma toda a vida em uma resposta de adoração. Quem compreende que foi salvo pela graça não trabalha para conquistar o amor de Deus; trabalha porque já foi alcançado por esse amor em Cristo.
Existe uma diferença enorme entre servir para ser aceito e servir porque fomos aceitos. Quem tenta servir para conquistar aceitação vive constantemente ansioso. Nunca sabe se fez o suficiente, compara-se com os outros e sente a necessidade de demonstrar seu valor. Mas quem serve a partir da aceitação encontrada em Cristo pode trabalhar com liberdade, alegria e humildade.
A graça também elimina a arrogância. Se tudo o que temos foi recebido, não podemos tratar os outros como inferiores. Talvez alguém possua mais experiência, conhecimento ou capacidade, mas nada disso oferece motivo legítimo para desprezar os irmãos. Os dons são diferentes, as funções são diferentes e as oportunidades também, porém todos dependemos completamente da bondade de Deus.
O cristão maduro não utiliza seu ministério para provar que é mais espiritual. Ele reconhece suas fraquezas, aceita correções e entende que ainda precisa crescer. Quando comete erros, arrepende-se. Quando outro irmão se destaca, alegra-se. Quando recebe elogios, direciona a glória ao Senhor. Quando não recebe reconhecimento, continua servindo.
Como identificar motivações corrompidas
Nem sempre é fácil perceber que nossa motivação está errada. O pecado é enganoso e pode esconder-se atrás de palavras espirituais. Podemos dizer que desejamos alcançar mais pessoas para Cristo quando, secretamente, desejamos apenas ampliar nossa influência pessoal. Podemos afirmar que defendemos a verdade quando, na realidade, queremos vencer discussões e humilhar quem pensa diferente.
Uma maneira de examinar o coração é observar nossa reação quando somos contrariados. Como reagimos quando outra pessoa recebe a oportunidade? O que sentimos quando nosso trabalho não é reconhecido? Conseguimos aceitar uma função simples ou acreditamos que merecemos sempre algo maior? Ficamos felizes quando Deus usa alguém de maneira extraordinária?
Também devemos analisar o que acontece em nossa vida secreta. Existe comunhão com Deus fora dos momentos públicos? Oramos quando não precisamos ministrar? Estudamos a Bíblia somente para preparar mensagens ou também para alimentar nossa alma? Um ministério público saudável precisa nascer de uma vida privada de dependência do Senhor.
Outra evidência importante é a maneira como tratamos pessoas que não podem favorecer nossa carreira. Quem busca apenas influência costuma aproximar-se dos poderosos e ignorar os desconhecidos. Cristo, porém, acolheu pessoas desprezadas, ouviu os necessitados e serviu aqueles que nada poderiam oferecer em troca.
Devemos pedir ao Espírito Santo que revele o orgulho escondido, a inveja, a ambição egoísta e a necessidade de aprovação. Essa oração pode ser dolorosa, pois Deus poderá mostrar áreas que preferíamos ignorar. Entretanto, a correção divina é uma expressão de amor. O Senhor não revela nossos pecados para nos destruir, mas para conduzir-nos ao arrependimento e restaurar nossa comunhão.
Servir mesmo quando ninguém está olhando
O caráter de um servo é revelado principalmente nas tarefas ocultas. É relativamente fácil demonstrar entusiasmo quando existe uma plataforma, uma audiência ou uma posição de destaque. O desafio surge quando o trabalho é simples, repetitivo e pouco reconhecido.
Jesus ensinou que o Pai vê em secreto. Essa verdade liberta o cristão da necessidade de transformar cada ato de bondade em uma apresentação pública. Não precisamos anunciar tudo o que fazemos. O serviço pode permanecer desconhecido para os homens e, ainda assim, ser precioso diante de Deus.
Talvez você esteja realizando uma tarefa que parece pequena. Talvez ensine poucas pessoas, cuide de alguém enfermo, organize materiais, interceda silenciosamente ou ajude uma família sem divulgar sua contribuição. Não despreze esse trabalho. O valor do serviço não é medido pela visibilidade, mas pela fidelidade.
Também não devemos cair no erro de pensar que somente as atividades realizadas dentro de um templo constituem serviço cristão. Um pai que instrui seus filhos, uma mãe que cuida da família, um trabalhador que age com honestidade, um jovem que resiste à pressão do pecado e um cristão que demonstra misericórdia estão servindo ao Senhor em suas respectivas responsabilidades.
A fraqueza nos mantém dependentes de Deus
Às vezes, Deus permite que experimentemos limitações para impedir que confiemos excessivamente em nossas capacidades. Planos podem falhar, portas podem fechar-se e resultados podem ser menores do que esperávamos. Essas experiências não significam necessariamente que o Senhor nos abandonou. Elas podem ser instrumentos usados para purificar nossa motivação.
Quando tudo funciona conforme planejamos, é fácil imaginar que o sucesso veio de nossa estratégia, inteligência ou disciplina. Mas quando percebemos nossa fragilidade, somos lembrados de que dependemos da ação divina. Podemos plantar e regar, mas somente Deus pode dar o crescimento.
Isso não elimina a responsabilidade humana. Devemos estudar, organizar, trabalhar e utilizar sabiamente os recursos recebidos. Entretanto, fazemos tudo reconhecendo que nenhum método possui poder espiritual em si mesmo. A transformação do coração, o arrependimento verdadeiro e o crescimento da igreja são obras que dependem do Senhor.
Até nosso fôlego é sustentado por Deus. Não somos indispensáveis para o Reino. O Senhor pode realizar Seus propósitos sem nós, mas, por graça, permite que participemos de Sua obra. Essa compreensão não diminui a importância do serviço; ela remove nossa arrogância e transforma o trabalho em privilégio.
Fazer tudo para a glória de Deus
O objetivo final do ministério não é construir uma reputação pessoal, mas revelar a grandeza do Senhor. A Escritura nos chama a fazer tudo para a glória de Deus. Isso inclui as tarefas consideradas grandiosas e também as atividades comuns da rotina.
Glorificar a Deus significa reconhecer Seu valor, obedecer à Sua vontade e direcionar a atenção para Ele. Significa trabalhar de maneira que as pessoas não terminem admirando apenas o instrumento, mas reconheçam a beleza do Criador que utilizou esse instrumento.
Quando essa visão governa nosso coração, podemos servir sem competir. Não precisamos diminuir outro irmão para proteger nosso espaço. Se Cristo está sendo anunciado fielmente, podemos alegrar-nos, mesmo quando outra pessoa recebe mais oportunidades. O Reino não nos pertence; pertence ao Senhor.
Também podemos descansar quando os resultados não correspondem às expectativas. Nossa responsabilidade é permanecer fiéis ao chamado, à Palavra e aos princípios de Deus. Não controlamos todas as consequências. O Senhor conhece o tempo, a maneira e a extensão dos frutos que deseja produzir.
Cristo é suficiente para o servo
No final, a grande pergunta é esta: Cristo é suficiente para nós? Continuaríamos amando, adorando e servindo se nunca alcançássemos fama? Permaneceríamos fiéis se nosso ministério continuasse pequeno? Seríamos capazes de aceitar que outra pessoa ocupasse a posição que desejávamos?
Quando Cristo é nosso maior tesouro, o ministério deixa de ser o fundamento da identidade. Podemos perder uma função sem perder nosso valor, porque nossa vida está escondida com Cristo em Deus. Podemos atravessar períodos de pouca visibilidade sem concluir que fomos esquecidos, pois sabemos que pertencemos ao Salvador.
Nele encontramos perdão, reconciliação, adoção e esperança eterna. Nele somos completos. Nenhum aplauso pode acrescentar algo à justiça perfeita que recebemos, e nenhuma crítica humana pode remover a posição que temos diante de Deus por meio da fé.
Que o Senhor purifique nossas intenções. Que Ele nos livre do desejo de utilizar Seu nome para construir nossa própria grandeza. Que a cruz destrua nosso orgulho e renove nossa gratidão. E que, em cada tarefa, grande ou pequena, visível ou escondida, possamos dizer com sinceridade: Cristo é a minha motivação.
Quando nossas forças falharem, lembremo-nos de que a graça que nos salvou também nos sustenta. Quando o reconhecimento não chegar, recordemos que o Pai vê em secreto. Quando o orgulho tentar dominar o coração, contemplemos novamente a cruz. E quando o ministério ameaçar ocupar o lugar do Mestre, voltemos os olhos para Jesus, porque somente Ele merece toda honra, toda glória e toda adoração.
28 comments on “De onde vem sua motivação na vida cristã?”
Gostei do comentario e o meu foco é vidas salvas e fazer tudo por amor a Deus
O meu amor está em Deus que deu seu unico filho pelo meus pecado. Amém.
Brilhante explicação
Que Deus abençoe,
Vdd Deus sempre em primeiro lugar :muitos vão por causa das multidões e vêem pessoas bonitas e esquece q toda a blz está em JesusCristo nosso Salvador
Gostei muito desta mensagem, pois é assim que tem que ser as nossas vidas e quando formos chamados para o ministério, seja qual for de adoração ou da palavra que façamos com sabedoria e perfeição.
Sim é verdade Cristo é minha motivação sem Ele não sou nada. Ele é tudo em minha vida. Que Cristo tenha misericórdia de mim.
E disso que nos estamos pesisado de sevi a Cristo não de se famoso como muitos querer ganhar dinheiro com o nome de Jesus
sim ele e meu tudo e sem ele nada poderei fazer e vivo por que ele me salvou.amem ele me ama e ama vcs também.
Deus foi uma das melhores coisas , que me aconteceu na minha vida , hj tudo oq eu tenho é graças a ti .
Deus sempre teve ao nosso lado , nas horas mas felizes , e tristes que a misericórdia de nosso pai esteja sempre conosco .
obrigado senhor por nunca me deixar só agradeço por todos seus , ensinamentos!
Pura verdade, ai de mim se não fosse cristo na minha vida. Eu cada dia preciso do senhor.
Devemos servir principalmente ao nosso próximo! Deus nos convida a servir (serviço) pra com todos nossos irmãos! Sem mostrar para as pessoas mas sim para Deus!
Obrigada meu DEUS por me amares embora eu não mereça, sendo eu uma miseravel pecadora, quero Te agradecer não so com Palavras. Mas tambèm com acções e obras, Te servir, falar de JESUS e da importância da Salvação de nossas Almas. Amèm
Nós temos que agir pensando em Jesus, não pensando nos benefícios que iremos ganhar com nossos atos. Não devemos usar o nome de Deus nem coisas que se ligam à Ele para benefício próprio, devemos fazer tudo por Ele e para Ele, pois Ele é o nosso criador é merecedor de tudo que possamos fazer à Ele. Amém!
A minha motivação é Jesus Cristo na minha vida porque sem ele eu não sou nada e com ele eu tenho tudo só tenho que agradecer esta mensagem que fala da motivação que Jesus dá para nós. nós tem que aprender muito com Jesus Cristo porque ele é é o amor a verdade e o caminho para chegar ao pai agradeço por tudo e é verdade essa mensagem amém
Glória a Deus amém
Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador, sem a tua companhia não dou nada. Obrigado Jesus por ter vindo a terra nos perdoar e nos salvar, pois Tu és o caminho, a verdade e a vida. Obrigado Jesus por me proteger e me dar saúde e o pão de cada dia, tu és maravilhoso, poderoso e misericórdioso, e sem a tua presença em minha vida não sei viver, pois Tu me dais a força necessária para ser mais que vencedor e honrar o teu nome perante aqueles que ainda não Te conhecem. Glória a DEUS, Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!
Amém eu sirvo meu senhor Jesus Cristo.muito boa está mensagem Deus te abençoe grandemente.
SENHOR JESUS TÚ ÉS MINHA MOTIVAÇÃO,SEM TI EU NÃO SOU NADA.
Obrigado meu querido senhor Jesus Cristo,o senhor é maravilhoso,deu a vida por mim o teu amor e misericórdia,a minha vida está nas mãos do senhor Jesus,eu sem a tua presença não posso realizar nada na minha vida,ó amado Deus eu te agradeço por tudo e peço perdão de todos os meus erros em nome de Jesus Cristo amém.
Qual é a obras que o senhor que na minha uma pessoa que pecar diante de ti,,😭😭😭
Amém! Obrigado Senhor Jesus Cristo meu Senhor e Salvador por ter dado sua vida por nós e nos salvar de nossos pecados toda honra e toda glória agora e sempre pois Tu és o caminho a verdade e a vida.Glória a Deus Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, Amém.Te amo Jesus de todo meu coração 🙏🙏
Amém! Glória a Deus…
A nossa motivação cristã tem que vir simples e unicamente do amor que temos pelo nosso pai. Devemos sempre basear nossas atitudes nisso. Não podemos nos considerar cristãos e participar das ações de nossas igrejas em busca de um retorno, nós precisamos fazer isso apenas pelo amor e gratidão que temos pelo nosso Senhor. Coloquemos sempre Ele a frente dos nossos desejos e vontades. Amém!
Como tudo na vida, devemos ter um
propósito na vida Cristã, e Ele deve ser para fazer jus a todo esforço que Deus fez por nós e por todos os feitos que Ele continua fazendo. O mínimo que podemos fazer para agradecer algo tão grandioso quanto a sua morte por nós, é seguir os seus caminhos e caminhar ao seu lado, sempre colocando-o como prioridade em nossas vidas, pois sem Ele não seríamos nada. Amém!