Moisés ouviu Deus em uma sarça ardente, Elias percebeu Sua voz em um suave sussurro e Samuel foi chamado durante a noite. Deus continua sendo um Deus que se comunica; contudo, mesmo depois de recebermos respostas à oração pedindo um milagre, precisamos reconhecer que também existem períodos nos quais Ele parece permanecer em silêncio.
Por aproximadamente dez anos, minha esposa e eu tentamos formar uma família. Durante esse período, buscamos diligentemente ao Senhor, apresentamos nossos desejos em oração e esperamos que alguma direção clara chegasse. Porém, a criança com a qual sonhávamos nunca veio. Deus usou aquela experiência para produzir coisas boas em nossa vida, mas uma das partes mais desconcertantes de todo o processo foi não receber uma explicação direta sobre o que estava acontecendo.
Em outras áreas, percebíamos a direção divina. Encontrávamos consolo nas Escrituras, recebíamos sabedoria para certas decisões e reconhecíamos respostas específicas. Contudo, quando o assunto era nosso desejo de ter filhos, parecia que o céu permanecia fechado. Até mesmo uma resposta negativa e definitiva teria evitado expectativas, frustrações e dores acumuladas. No entanto, durante muito tempo, tudo o que percebemos foi o silêncio de Deus.
Não sei explicar completamente por que Deus fala com clareza em algumas ocasiões e, em outras, permite que atravessemos longos períodos de espera. A Bíblia não oferece uma fórmula que nos permita controlar quando receberemos uma resposta. Ela nos ensina, porém, a examinar o coração, permanecer firmes e confiar no caráter de Deus mesmo quando não entendemos Seus caminhos.
Quando Deus parece estar em silêncio, existem pelo menos três perguntas importantes que podemos fazer. Elas não resolvem todos os mistérios, mas nos ajudam a enfrentar a espera com maturidade espiritual, humildade e esperança.
1. Estou fazendo barulho demais para conseguir ouvir?
Em sua obra sobre o luto, C. S. Lewis descreveu com grande sinceridade a sensação de buscar Deus durante uma experiência dolorosa e não receber a resposta esperada. Depois da morte de sua esposa, Joy, ele escreveu sobre a impressão de se aproximar de uma porta e encontrá-la fechada. Era como se, no momento em que mais precisava de consolo, nada pudesse ser ouvido.
Essa experiência representa a angústia de muitas pessoas. Elas oram, choram, pedem ajuda e esperam algum sinal, mas não percebem nenhuma mudança. Em determinado momento, começam a perguntar: “Onde está Deus? Por que Ele não responde? Será que minha oração está sendo ignorada?”. Essas perguntas não são necessariamente sinais de incredulidade. Muitas vezes, são o clamor sincero de um coração ferido.
Com o passar do tempo, Lewis reconheceu que o desespero também podia dificultar sua capacidade de perceber qualquer resposta. Ele comparou sua situação à de alguém que está se afogando e se movimenta de maneira tão desesperada que torna mais difícil receber ajuda. Seus próprios gritos interiores talvez estivessem abafando aquilo que desejava ouvir.
O mesmo pode acontecer conosco. Existe o barulho exterior produzido pelas notícias, pelas redes sociais, pelo excesso de trabalho, pelas opiniões das pessoas e pela pressão da vida diária. Entretanto, também existe o barulho interior: medo, ansiedade, tristeza, indignação, frustração e a insistência para que Deus responda exatamente da maneira que imaginamos.
Quando o coração está dominado por essas emoções, podemos ler a Bíblia sem prestar verdadeira atenção, participar de uma reunião sem absorver a mensagem e orar sem reservar espaço para refletir. Falamos continuamente, mas não conseguimos permanecer quietos. Pedimos respostas, porém já decidimos qual resposta desejamos receber.
Isso não significa que precisamos esconder nossa dor ou fingir tranquilidade. Os salmos mostram que podemos clamar, lamentar e apresentar perguntas difíceis ao Senhor. Deus não se ofende com a sinceridade reverente de Seus filhos. Contudo, depois de derramarmos o coração diante Dele, também precisamos aprender a aquietar a alma.
O Salmo 46:10 declara: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”. Aquietar-se não é negar o problema, mas reconhecer que nossa agitação não controla o resultado. É abandonar a ilusão de que conseguiremos resolver tudo por meio da ansiedade. É admitir que Deus continua sendo soberano, mesmo quando nossa mente está cheia de perguntas.
Talvez a resposta que buscamos já esteja nas Escrituras, mas nossas emoções não nos permitem percebê-la. Talvez Deus esteja usando um conselho sábio, uma circunstância ou uma convicção persistente para nos orientar, porém estamos esperando algo espetacular. Por isso, em períodos de silêncio, precisamos diminuir o ruído, afastar distrações e reservar tempo para ouvir com atenção a Palavra do Senhor.
Uma disciplina útil é escrever nossas preocupações e apresentá-las a Deus de maneira específica. Depois disso, podemos ler lentamente um salmo, um trecho dos Evangelhos ou uma passagem relacionada ao problema. Não precisamos buscar mensagens escondidas em cada frase. O objetivo é permitir que as verdades claras da Bíblia reorganizem nossos pensamentos.
Há momentos em que Deus não remove imediatamente a tempestade, mas acalma nosso coração dentro dela. A situação externa permanece igual, porém recebemos força para continuar. Essa paz não deve ser desprezada. Ela pode ser uma das maneiras pelas quais o Senhor demonstra que continua presente e sustentando Seus filhos.
2. Eu quero o próprio Deus ou somente os Seus dons?
A Bíblia é profundamente honesta sobre as alegrias e as frustrações da caminhada de fé. Ela não esconde os períodos nos quais os servos de Deus se sentiram confusos. Israel viveu momentos de escassez de revelação. Jó procurou compreender a razão de seu sofrimento. Asafe questionou por que os ímpios prosperavam. Davi clamou para que o Senhor não permanecesse calado diante dele.
Esses homens não eram pessoas sem fé. Eles amavam a Deus, conheciam Suas promessas e desejavam obedecê-Lo. Ainda assim, enfrentaram momentos nos quais não conseguiam entender o que o Senhor estava fazendo. Isso nos ensina que a fé verdadeira não elimina todas as perguntas. Ela nos mantém perto de Deus enquanto procuramos respostas.
Os salmistas expressavam sua perplexidade com palavras fortes, mas não abandonavam a presença divina. Eles choravam diante de Deus, reclamavam diante de Deus e pediam socorro a Deus. Suas perguntas não eram usadas como justificativa para fugir do Senhor. Pelo contrário, suas angústias eram levadas diretamente a Ele.
O silêncio de Deus frequentemente revela as motivações mais profundas do coração. Quando recebemos aquilo que pedimos, é relativamente fácil agradecer e continuar. Mas o que acontece quando a cura não chega, a porta não se abre, o relacionamento não é restaurado ou o projeto não avança?
Continuaremos buscando ao Senhor quando Ele não nos entregar imediatamente aquilo que desejamos? Permaneceremos fiéis quando servir a Deus não produzir vantagens visíveis? Nossa devoção continuará firme quando não houver sinais extraordinários, sentimentos intensos ou respostas rápidas?
Essas perguntas são difíceis porque, muitas vezes, aproximamo-nos de Deus principalmente por causa de Suas dádivas. Queremos paz, proteção, saúde, provisão, direção e sucesso. Não é errado apresentar essas necessidades. Jesus ensinou Seus discípulos a pedir o pão cotidiano, e a Bíblia nos convida a lançar sobre Deus todas as nossas ansiedades.
O problema surge quando os dons se tornam mais importantes do que o Doador. Podemos tratar a oração como uma negociação: servimos, obedecemos e esperamos que Deus nos recompense da forma que consideramos justa. Quando isso não acontece, sentimos que Ele quebrou um acordo que, na realidade, nunca fez.
A fé madura aprende a dizer: “Senhor, desejo profundamente esta resposta, mas desejo ainda mais permanecer perto de Ti”. Essa postura não diminui a dor. Também não significa que deixaremos de pedir. Significa que nossa comunhão com Deus não dependerá exclusivamente de receber o resultado esperado.
Um amigo atravessou uma sucessão de tragédias familiares. Primeiro, perdeu um parente por suicídio. Depois, outra pessoa próxima morreu, e um terceiro membro da família ficou em estado crítico. Em meio a tanta dor, ele confessou que não conseguia sentir a presença de Deus nem perceber Sua voz com clareza.
Entretanto, ele decidiu continuar vivendo de acordo com aquilo que sabia ser verdadeiro. Seus sentimentos estavam abalados, mas sua convicção permanecia: Deus continua sendo bom. Essa confiança não nasceu de uma emoção passageira, mas do conhecimento do caráter de Deus revelado nas Escrituras.
Existem períodos nos quais precisaremos fazer o mesmo. Talvez não sintamos entusiasmo ao orar. Talvez a leitura bíblica pareça difícil, e os cânticos que antes nos alegravam já não produzam a mesma emoção. Ainda assim, podemos permanecer. Podemos continuar congregando, buscando aconselhamento, servindo e confessando a verdade.
Quando atravessamos sofrimento profundo, é importante lembrar que Deus está conosco no meio da dor. Sua presença não depende de nossa capacidade de senti-la. Assim como o sol continua existindo quando está escondido pelas nuvens, Deus continua próximo mesmo quando nossas emoções não conseguem percebê-Lo.
O maior exemplo dessa confiança é Jesus no Getsêmani. Ele apresentou ao Pai o desejo de que o cálice do sofrimento fosse afastado, mas acrescentou: “Não seja feita a minha vontade, mas a tua”. Cristo não fingiu que a cruz seria fácil. Ele expressou Sua angústia e, ao mesmo tempo, submeteu-se perfeitamente à vontade do Pai.
Seguir a Deus durante o silêncio significa aprender a confiar que Sua sabedoria é maior do que nossa compreensão. Às vezes, a resposta será “sim”. Em outras ocasiões, será “espere” ou “não”. Também haverá situações nas quais não entenderemos completamente a resposta nesta vida. Contudo, podemos descansar na certeza de que o Senhor não age com crueldade, descuido ou ignorância.
3. Eu realmente ouvi aquilo que Deus já disse?
Em João 8 encontramos uma cena marcada por tensão, acusação e silêncio. Alguns líderes religiosos levaram até Jesus uma mulher surpreendida em adultério. Eles citaram a Lei de Moisés e perguntaram o que deveria ser feito. Não estavam buscando justiça sincera; desejavam criar uma armadilha contra Cristo.
Enquanto as acusações aumentavam, Jesus se inclinou e começou a escrever no chão. O texto bíblico não revela o conteúdo do que Ele escreveu. Qualquer tentativa de afirmar com certeza quais foram aquelas palavras ultrapassa aquilo que as Escrituras informam. O ponto evidente é que Jesus não se deixou controlar pela pressão da multidão.
Quando finalmente respondeu, disse que aquele que estivesse sem pecado deveria ser o primeiro a lançar uma pedra. Depois, voltou a escrever no chão. Poucas palavras foram suficientes. Um a um, os acusadores começaram a sair, reconhecendo em sua consciência que também eram pecadores.
Esse episódio mostra que o silêncio de Jesus não significava indiferença. Ele estava presente, conhecia as intenções dos acusadores e sabia exatamente o que faria. Seu silêncio também criou espaço para que Suas palavras fossem ouvidas e examinadas.
Da mesma forma, quando Deus parece silencioso, precisamos perguntar se estamos obedecendo àquilo que Ele já revelou. Muitas vezes desejamos uma nova orientação, mas ainda ignoramos mandamentos claros. Pedimos direção sobre relacionamentos enquanto mantemos ressentimentos. Buscamos uma confirmação profissional, mas não agimos com honestidade. Queremos uma experiência espiritual extraordinária, porém negligenciamos a leitura da Bíblia, a oração e a comunhão com a igreja.
Deus pode não oferecer uma nova instrução enquanto recusamos a última que recebemos. Por isso, uma pergunta essencial é: “Qual foi a última verdade bíblica que compreendi e ainda preciso colocar em prática?”. Talvez seja necessário perdoar alguém, abandonar um pecado, procurar reconciliação, pedir ajuda, cumprir uma responsabilidade ou simplesmente perseverar.
A maneira principal pela qual Deus fala conosco é por meio das Escrituras. Ele nunca nos conduzirá em oposição à Sua Palavra. Impressões, sentimentos, sonhos, conselhos e circunstâncias devem ser avaliados à luz da verdade bíblica. Quando uma suposta direção incentiva desobediência, orgulho, mentira ou imoralidade, ela não procede de Deus.
Muitas pessoas ficam paralisadas porque esperam uma voz audível para cada decisão. Contudo, Deus já nos concedeu princípios suficientes para inúmeras escolhas. Podemos agir com sabedoria, buscar conselhos maduros, avaliar nossas motivações e tomar decisões responsáveis, confiando que o Senhor dirige nossos passos.
Em vez de exigir sinais extraordinários, devemos aprender a inclinar o ouvido à Palavra de Deus. A Bíblia corrige nossas expectativas, fortalece a fé, revela o caráter do Senhor e nos protege de confundir nossos próprios desejos com a vontade divina.
Talvez Deus já tenha dito que não estamos sozinhos, que Sua graça é suficiente, que devemos perdoar, que precisamos buscar primeiro o Seu Reino ou que não devemos andar dominados pela ansiedade. A questão não é apenas se conhecemos esses versículos, mas se permitimos que eles governem nossa maneira de viver.
Ouvir biblicamente não significa apenas receber informação. Significa responder com obediência. Jesus comparou aquele que ouve e pratica Suas palavras a um homem prudente que construiu a casa sobre a rocha. A tempestade chegou, mas a casa permaneceu firme porque possuía um fundamento seguro.
O silêncio de Deus não significa Sua ausência
Uma das conclusões mais importantes é que o silêncio de Deus não equivale ao abandono de Deus. Na história da mulher acusada, Jesus permaneceu em silêncio por algum tempo, mas estava completamente presente. Ele viu a humilhação daquela mulher, conheceu a hipocrisia dos acusadores e conduziu a situação com perfeita sabedoria.
Também existem períodos em nossa vida nos quais não ouviremos a resposta desejada, mas isso não significa que Deus deixou de agir. Ele pode estar protegendo-nos de algo que não conseguimos enxergar, preparando circunstâncias, trabalhando no coração de outras pessoas ou formando em nós qualidades que não seriam desenvolvidas de outra maneira.
A espera produz perseverança. Ela revela ídolos escondidos, confronta nossa necessidade de controle e nos ensina a depender da graça. Embora o processo seja desconfortável, Deus pode usá-lo para amadurecer nossa fé e tornar nosso relacionamento com Ele mais profundo.
Isso não significa que devemos interpretar todo atraso como uma promessa de que receberemos exatamente o que pedimos. Algumas vezes, Deus nos prepara para receber uma bênção. Em outras, prepara-nos para aceitar uma resposta diferente. A segurança do cristão não está em prever o resultado, mas em conhecer Aquele que governa todas as coisas.
Primeira João 5 ensina que podemos ter confiança quando pedimos segundo a vontade de Deus. Essa promessa não transforma o Senhor em um instrumento para realizar todos os nossos desejos. Ela nos convida a orar com liberdade e, ao mesmo tempo, com submissão. Podemos aprender mais sobre essa postura ao refletir sobre como Deus ouve aquilo que pedimos conforme a Sua vontade.
Enquanto esperamos, não precisamos permanecer passivos. Podemos continuar cumprindo nossas responsabilidades, procurando ajuda adequada, tomando decisões prudentes e servindo ao próximo. A fé não é uma desculpa para a negligência. Orar por um emprego não elimina a necessidade de procurar oportunidades. Pedir reconciliação não substitui uma conversa sincera. Buscar cura não impede que recebamos acompanhamento médico responsável.
Também precisamos proteger o coração contra a comparação. Durante a espera, é fácil observar pessoas que receberam aquilo que desejamos e concluir que Deus foi mais bondoso com elas. Essa comparação alimenta ressentimento e nos impede de reconhecer as graças que já recebemos.
Cada história possui um caminho diferente. Não conhecemos todas as batalhas das outras pessoas, nem os propósitos específicos de Deus para elas. Nossa responsabilidade é caminhar com fidelidade na história que o Senhor nos confiou, celebrando o bem recebido por outros sem transformar suas bênçãos em acusações contra Deus.
Como permanecer firme durante a espera
Quando Deus parece silencioso, continue orando, mesmo que suas palavras sejam simples. Uma oração sincera como “Senhor, ajuda-me a confiar em Ti” pode expressar mais fé do que um discurso longo e vazio. O Espírito Santo conhece nossas fraquezas e intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus.
Continue lendo as Escrituras, não apenas para encontrar uma frase que confirme seus desejos, mas para conhecer melhor o caráter do Senhor. Leia os salmos de lamento, observe a perseverança de Jó, acompanhe a vida de José e contemple o sofrimento de Cristo. A Bíblia não promete uma existência sem dor, mas revela um Deus fiel em todas as circunstâncias.
Permaneça próximo de cristãos maduros. O isolamento costuma aumentar a confusão. Pessoas confiáveis podem orar conosco, oferecer uma perspectiva equilibrada e perceber perigos que não conseguimos enxergar. Deus frequentemente usa a comunhão da igreja para sustentar Seus filhos durante períodos de fraqueza.
Lembre-se também das respostas anteriores. Recordar a fidelidade de Deus no passado fortalece nossa esperança para o presente. Talvez a situação atual seja diferente, mas o caráter do Senhor não mudou. Aquele que sustentou você em outros vales continua sendo poderoso para conceder graça hoje.
Por fim, não transforme o silêncio em uma sentença definitiva. O fato de você não perceber o que Deus está fazendo não significa que nada esteja acontecendo. As raízes crescem debaixo da terra antes que qualquer fruto apareça. Da mesma maneira, algumas das obras mais profundas de Deus acontecem em áreas que nossos olhos ainda não conseguem alcançar.
Conclusão
Quando Deus parecer em silêncio, pergunte se o barulho interior está impedindo você de ouvir, examine se deseja o próprio Deus ou somente Seus dons e avalie se já está obedecendo àquilo que Ele revelou em Sua Palavra. Essas perguntas não oferecem uma solução instantânea, mas podem conduzir seu coração a uma confiança mais firme.
Você pode não receber hoje a explicação desejada. Talvez algumas respostas demorem, e outras nunca sejam plenamente compreendidas deste lado da eternidade. Contudo, o cristão não caminha sustentado apenas por explicações. Caminha pela fé no Deus que se revelou em Jesus Cristo.
Na cruz, houve um período de escuridão, sofrimento e aparente derrota. Entretanto, Deus estava realizando a maior obra de redenção da história. O silêncio daquele momento não significava ausência de propósito. A ressurreição demonstrou que o Pai continuava conduzindo todas as coisas segundo Seu plano perfeito.
Por isso, permaneça diante do Senhor. Derrame sua alma, aquiete o coração, ouça as Escrituras e continue obedecendo. Mesmo quando você não escuta uma resposta clara, Deus continua sendo soberano, sábio, bom e presente. Seu silêncio nunca anula Sua fidelidade.
33 comments on “Três perguntas que você deve se fazer quando Deus parece em silêncio”
Uau,uma bela lição: Muitas vezes não o ouvimos nem sentimos a sua presença,mas devemos continuar crendo que ele é verdadeiro e bom,uau❤
Amem !! Mas às pedimos coisas ou bênçãos que não merecemos,ou não talvez o que pedimos não seria bom pra nós !! Eu penso assim
Deus pode ficar em silêncio,mas sempre nos faz sentir sua presença.
Louvado seja Deus!!
Gloria Deus nunca nos deixa só e no silencio e que ele age
Amém.
SENHOR ME DAR SABEDORIA E FÉ PARA ESPERAR O TEU TEMPO EM MINHA VIDA.
Eu costumo pensar que se calhar a hora para ele agir na minha vida ainda não chegou. Que ainda está a trabalhar nas bençãos que irá fazer pra mim!
Deus é bom o tempo todo 🙏🙇🏽♀️
Quando Deus está em silêncio, e por q esta a nos observa do céu pra ver até onde iremos com a nossa fé, ele está preparando a nossa Vitória
Agradeço a Deus por este artigo, esta me ajudar muito hoje é a segunda vez que leio. É uma bênção.
Às vezes o silêncio de Deus e uma resposta, mas nós muitas vezes não entendemos o trabalhar dele.Mas a palavra do Senhor diz, que Deus se põe em pé, por causa da aflição dos justo. Louvado seja o senhor.
Amém que assim seja em nossas vidas pois bem sei que deus não é homem para mentir nem filho do homem para se arrepender eu creio que tudo vai se fazer no tempo dele em nossas vidas
Hoje fiz uma boa leitura da palavra do Senhor e foi uma boa lição de vida e tem sido sempre.
Pós a sua palavra me faz cada vez melhor.
Devemos crer em Deus sempre.
Como seres finitos, que ainda somos, não podemos explicar o infinito, o absoluto, que inclui o silêncio de Deus. Façamos como Asafe no Salmo 77:10 “Então disse para mimmesmo: ‘O mal está mas é em mim’.Terá o poder da mão de Deus deixado de ser o mesmo?”
A paz!
Muito bom!
Quero é vou prepara esse momento especial com Deus, para conhecê-lo mais
Obgda!!!
E verdade Deus nunca esquece de nós, pois Ele nos ama e tem misericórdia de nós. O tempo de Deus é perfeito, quando menos esperamos Ele nos dá a benção desejada, pois o Senhor jamais esquece dos justos e daqueles que trilham o caminho cristão. Obrigado meu Pai, em nome de JESUS, meu Senhor e SALVADOR, Te agradeço por tudo que tem feito por mim e pela minha família. Tu és maravilhoso, poderoso e misericordioso Senhor! Glória a Deus Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!
Eu peço ao Senhor muita fé sei que no tempo Dele, virar ao meu encontro.
O silêncio de Deus como diz pa própria palavra não siquinifica que ele não está conosco porque oq seria de nós bem a misericórdia de Deus ele tem o tempo dele que é completamente diferente do nosso a bíblia diz que um ano para Deus é como mil anos e mil anos e como um ano vai indender os mistérios de Deus
Então quando Deus está em silêncio ele está agindo? Quer dizer que ele está agindo mesmo sem eu ter resposta na’quilo; Que eu imagino estar sendo respondido?
Deus é Maravilhoso, é o tempo de Deus não é o tempo do homem, por isso achamos que Deus está em silêncio.
Nos não podemos esquecer da cuz mesmo que Deus fica em silêncio pq e a porva que Jesus nos ama
O silêncio de Deus, é o momento que temos para refletir nosso posionamento diante Dele e o nosso andamento na perante o próximo. Não o vemos, mas o sentimos como o vento em nosso rosto.
Muito edificante e encorajador.
Pura verdade, as vezes nós não paramos para refletir nessas passagens.
DEUS ABENÇOE SEMPRE GOSTEI MUITO EM ENTEDER O SILÊNCIO DE DEUS AQUI EXPLICADO obrigado
Amem.Deus age no silêncio mas na hora certa.
Graça e paz a todos: pelo sacrifício de Jesus,Deus já deixou bem claro o seu plano para a humanidade,nos dias de hoje : Lúcifer e quem tem falado, mandando seus profetas :tome cuidado,:só a bíblia é nossa resposta,jesus disse:meu povo sofre por falta de conhecimento ,leia a bíblia e terás a resposta.
Obrigada Meu DEUS. Uma pergunta que me faço sempre, porque não sinto DEUS? Porque Te alongas de mim meu Pai? Senhor fala comigo, hoje tenho essa pergunta respondida. Agora sim digo tudo que DEUS Faz e Bom. Amèm
Deus nunca se esquece de nós nem dos nossos sofrimentos, Ele apenas espera a hora certa de dar a nós aquilo que tem que ser dado. Não duvidemos da presença e competência do Senhor, Ele sempre estará lá para nos ajudar. Jamais Ele colocará uma cruz na qual não podemos carregar. Temos de ter fé e paciência que o que há de ser nosso, será. Amém!
Ó Glória a Deus,É pura verdade senhor Deus e o nosso salvador Jesus Cristo não esquece dos seus filhos amado,Graças a Deus aleluia aleluia Glória e Glórias e Glórias eu te dou pai celestial,Obrigado pela a sua bondade e misericórdia.
Amém obrigada meu senhor Deus por tudo, pô me ensinar a te ouvir e esperar, pois as coisas acontecem no seu tempo, não no meu e a cada dia estou aprendendo com o senhor lhe dou glória em nome de Jesus Cristo meu senhor.
Amém! Eu creio e agradeço meu Deus pelos livramentos que tens me dado eu ñ te vejo mas eu sinto sua presença Um Pai maravilhoso e misericordioso toda honra e toda glória agora e sempre Louvado seja Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Amém.Te amo Jesus de todo meu coração 🙏🙏
Quando Deus está em silêncio é por quê está tá trazendo resposta para nós porque Deus nunca falha e nunca falhará porque Deus é Deus não existe outro só ele e se ele fica em silêncio é porque a gente precisa buscar mais ele a presença dele em oração porque ele sabe todas as coisas e ele nunca deixa os filhos dele desaparatando ao contrário ele tá sempre cuidando da gente essa lição é muito importante para nossa vida obrigado pai amém
Sempre queremos que o nosso pai tenha atitudes momentâneas pros obstáculos que estamos enfrentando nas nossas vidas, queremos logo soluções e que o nosso problema acabe. Porém, acabamos nos esquecendo que é preciso fazer nossa parte para que Deus possa nos ajudar. Temos de tê-lo conosco em todos os momentos, não apenas quando precisamos de algo. Confiemos nEle que Ele tudo fará. Amém!