Quando lemos os Evangelhos, percebemos que a mensagem de Jesus era clara, poderosa e profundamente confrontadora. Cristo nunca apresentou um evangelho moldado para agradar aos homens, mas um chamado ao arrependimento, à fé e ao verdadeiro discipulado.
A mensagem de Jesus não pode ser diluída
A mensagem de Cristo não foi criada para confirmar todos os desejos humanos nem para fazer o pecador sentir-se confortável em sua rebeldia. Jesus anunciou a chegada do Reino de Deus, chamou homens e mulheres ao arrependimento e mostrou que ninguém pode segui-Lo verdadeiramente sem abandonar o governo do próprio coração.
Hoje existe uma grande tentação de apresentar um Jesus que nunca confronta, nunca corrige e nunca exige uma mudança de vida. Fala-se muito sobre bênçãos, conquistas, prosperidade e realização pessoal, mas pouco sobre pecado, renúncia, santidade, obediência e juízo. Entretanto, quando observamos os Evangelhos, percebemos que esses temas faziam parte da mensagem do Senhor.
Jesus demonstrou compaixão pelos necessitados, recebeu pecadores arrependidos, curou enfermos e alimentou multidões. Contudo, Sua graça nunca significou aprovação do pecado. Ele perdoava, restaurava e também ordenava que a pessoa abandonasse sua antiga maneira de viver. O amor de Cristo não era uma tolerância indiferente, mas um amor santo que libertava o homem da escravidão espiritual.
Diluir o evangelho significa retirar dele tudo aquilo que pode causar desconforto, rejeição ou oposição. É tentar apresentar a cruz sem falar de pecado, oferecer perdão sem arrependimento e prometer vida eterna sem explicar o custo do discipulado. Essa mensagem pode atrair muitas pessoas, mas não possui poder para produzir uma transformação verdadeira.
O evangelho não precisa ser modificado para se tornar relevante. Ele continua sendo a mensagem de que Deus é santo, o homem é pecador, Cristo morreu e ressuscitou, e todo aquele que se arrepende e crê recebe perdão e vida eterna. Nossa responsabilidade não é tornar essa verdade mais agradável ao mundo, mas anunciá-la com fidelidade, humildade e amor.
Por que a mensagem de Cristo causava divisão?
A mensagem de Jesus era tão poderosa que produzia reações completamente diferentes. Algumas pessoas ouviam Suas palavras e reconheciam que Ele falava com autoridade. Outras se escandalizavam, endureciam o coração e procuravam uma maneira de silenciá-Lo. A mesma verdade que conduzia alguns ao arrependimento despertava em outros uma forte oposição.
Isso acontecia porque Cristo expunha aquilo que estava escondido. Ele denunciava a hipocrisia, o orgulho religioso, a injustiça, a avareza e a falsa aparência de piedade. Seus ensinamentos não atingiam apenas os pecados visíveis da sociedade, mas também as intenções secretas do coração humano.
Os escribas e fariseus construíram um sistema religioso baseado em tradições, aparências e reconhecimento público. Muitos desejavam ser vistos como santos diante das pessoas, mas não possuíam um coração verdadeiramente rendido a Deus. Jesus comparou alguns deles a sepulcros caiados: belos por fora, porém cheios de impureza por dentro.
Cristo não os confrontava por sentir prazer em criar conflitos. Ele os confrontava porque estavam enganando o povo, ocultando a verdade e substituindo a vontade de Deus por tradições humanas. O problema não era apenas uma diferença de opinião, mas uma corrupção espiritual que precisava ser revelada.
A verdade continua produzindo divisão porque exige uma resposta. Diante de Cristo, ninguém pode permanecer completamente neutro. Ou reconhecemos Sua autoridade e nos submetemos a Ele, ou rejeitamos Seu senhorio para continuar governando nossa própria vida.
Jesus deve ocupar o primeiro lugar
Em Mateus 10, Jesus apresentou aos discípulos palavras que revelam a seriedade de segui-Lo:
37 Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.
38 E quem não toma a sua cruz e não segue após mim não é digno de mim.
39 Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á.
Mateus 10:37-39
Essas palavras não ensinam que devemos desprezar nossa família. A própria Escritura ordena que os filhos honrem seus pais, que os maridos amem suas esposas e que os pais cuidem de seus filhos. O ensino de Jesus é que nenhum relacionamento humano pode ocupar o lugar que pertence exclusivamente a Ele.
Cristo deve ser amado acima do pai, da mãe, do cônjuge, dos filhos, dos amigos e até de nossa própria vida. Isso significa que, quando existe um conflito entre a vontade de alguém que amamos e a vontade do Senhor, devemos permanecer fiéis a Cristo.
Essa decisão pode ser dolorosa. Em alguns casos, familiares podem rejeitar, ridicularizar ou pressionar aquele que decidiu seguir o evangelho. A pessoa pode ser acusada de exagero, fanatismo ou intolerância simplesmente porque decidiu obedecer à Palavra de Deus.
Mesmo assim, o discípulo precisa lembrar que Cristo não é apenas uma parte de sua vida. Ele é o Senhor de toda a vida. Jesus não procura admiradores ocasionais, mas seguidores que reconhecem Sua autoridade sobre pensamentos, desejos, relacionamentos, escolhas e projetos.
O centro do evangelho não somos nós, mas Cristo. O propósito principal da fé cristã não é fazer com que todos os nossos planos pessoais se realizem. É reconciliar-nos com Deus, conformar-nos à imagem de Jesus e ensinar-nos a viver para Sua glória.
O que significa tomar a cruz?
Para os primeiros ouvintes de Jesus, a cruz não era um símbolo decorativo, uma joia ou uma imagem religiosa. Ela representava vergonha, sofrimento e morte. Os condenados carregavam sua cruz em direção ao lugar da execução. Portanto, quando Jesus ordenou que Seus discípulos tomassem a cruz, eles compreenderam que aquele chamado envolvia uma entrega completa.
Tomar a cruz significa renunciar ao direito de governar a própria existência. É dizer que nossos desejos, ambições e opiniões não possuem mais a autoridade final. Agora pertencemos a Cristo e desejamos viver de acordo com Sua vontade.
Essa renúncia acontece diariamente. Não é apenas uma decisão emocional tomada em um culto, mas uma postura constante. Cada dia somos chamados a negar o orgulho, a impureza, a mentira, a vingança, a avareza e tudo aquilo que contradiz a Palavra de Deus.
Tomar a cruz não significa procurar sofrimento desnecessariamente nem considerar todo problema como perseguição. Algumas dificuldades surgem por decisões irresponsáveis, palavras ofensivas ou comportamentos pecaminosos. Sofrer as consequências dos próprios erros não é a mesma coisa que sofrer por fidelidade a Cristo.
A cruz aparece quando obedecer a Deus possui um custo. Pode significar perder uma oportunidade porque ela exige desonestidade, romper com uma prática pecaminosa, preservar a pureza em uma sociedade que ridiculariza a santidade ou permanecer fiel quando seria mais fácil negar a verdade.
Negar a si mesmo não é perder a verdadeira identidade
A sociedade moderna repete constantemente que o indivíduo deve seguir todos os desejos do coração. A realização pessoal é frequentemente apresentada como o bem supremo. Segundo essa mentalidade, qualquer limite moral pode parecer uma ameaça à liberdade.
Jesus, porém, ensina algo completamente diferente: “Negue-se a si mesmo”. Isso não significa odiar a própria existência ou acreditar que não possuímos valor. Significa rejeitar a autonomia pecaminosa, isto é, a ideia de que podemos decidir sozinhos o que é certo e errado sem nos submeter ao Criador.
O pecado promete liberdade, mas produz escravidão. A pessoa acredita que será feliz satisfazendo todos os seus desejos, mas termina dominada por vícios, ressentimentos, ambições e paixões desordenadas. Cristo nos chama a abandonar essa falsa liberdade para encontrarmos a verdadeira vida.
Quando negamos a nós mesmos por amor a Jesus, não destruímos nossa identidade. Pelo contrário, descobrimos quem fomos criados para ser. Em Cristo recebemos uma nova identidade, um novo propósito e uma nova direção. Já não vivemos presos à aprovação das pessoas nem à necessidade de provar constantemente nosso valor.
Jesus declarou que quem procura preservar a vida segundo seus próprios termos acabará perdendo-a. Porém, aquele que entrega a vida por amor a Cristo a encontrará. Essa é uma das grandes diferenças entre o pensamento do Reino de Deus e a mentalidade deste mundo.
Ganhar o mundo e perder a alma
Muitas pessoas dedicam toda a existência a conquistar dinheiro, reconhecimento, influência e segurança. Trabalhar, estudar e desenvolver projetos não são coisas erradas. O perigo surge quando essas conquistas se transformam no centro da vida e ocupam o lugar de Deus.
Alguém pode alcançar enorme sucesso diante dos homens e continuar espiritualmente perdido. Pode possuir propriedades, receber elogios, construir uma carreira admirável e, ainda assim, chegar ao fim sem ter sido reconciliado com o Criador.
Por isso, Jesus apresentou uma pergunta que atravessa todas as gerações: que vantagem existe em ganhar o mundo inteiro e perder a própria alma? Nenhuma conquista temporal consegue compensar uma eternidade distante de Deus.
O mundo oferece recompensas visíveis e imediatas. O evangelho nos ensina a olhar além do presente. Tudo o que podemos acumular nesta terra é temporário. Dinheiro, fama, juventude, poder e beleza desaparecem. Somente aquilo que está firmado em Cristo permanece eternamente.
Essa verdade não nos transforma em pessoas irresponsáveis ou indiferentes às necessidades desta vida. Ela apenas reorganiza nossas prioridades. Trabalhamos, cuidamos da família e desenvolvemos nossos talentos, mas fazemos tudo reconhecendo que Jesus vale mais do que qualquer realização humana.
O evangelho confronta o sistema deste mundo
Os valores do evangelho entram em conflito com muitos valores deste mundo. O mundo exalta o orgulho; Jesus ensina a humildade. O mundo incentiva a vingança; Cristo ordena o perdão. O mundo celebra a impureza; a Palavra chama à santidade. O mundo procura poder para dominar; Jesus apresenta o serviço como marca da verdadeira grandeza.
Esse contraste não significa que o cristão deva tratar todas as pessoas como inimigas. Somos chamados a amar o próximo, fazer o bem, viver em paz quando possível e anunciar a verdade com mansidão. Entretanto, amar não significa concordar com tudo.
A fidelidade ao evangelho exige que chamemos o pecado de pecado, começando por examinar nossa própria vida. Não devemos usar a verdade como arma para humilhar os outros enquanto ignoramos nossas falhas. Antes de confrontar o mundo, precisamos permitir que a Palavra confronte nosso coração.
O cristão não deve ser conhecido pela arrogância, agressividade ou prazer em discussões. A mensagem pode ser ofensiva ao orgulho humano, mas o mensageiro não precisa acrescentar ofensas desnecessárias. Devemos unir verdade e amor, firmeza e humildade, coragem e compaixão.
Ao mesmo tempo, não podemos confundir mansidão com covardia. O temor das pessoas não deve controlar nossa mensagem. Quando a aceitação social se torna mais importante do que a aprovação de Deus, começamos a esconder textos difíceis, evitar assuntos importantes e adaptar o evangelho ao espírito da época.
A perseguição faz parte da caminhada cristã
Jesus preparou Seus discípulos para a oposição. Ele não lhes prometeu que seriam admirados por todos. Pelo contrário, explicou que seriam odiados por causa de Seu nome. O mundo que rejeitou o Mestre também poderia rejeitar aqueles que seguissem Seus ensinamentos.
Essa oposição pode assumir diferentes formas. Em alguns lugares, cristãos enfrentam violência, prisão e ameaças. Em outros contextos, a perseguição acontece por meio de zombaria, exclusão, pressão familiar, prejuízo profissional ou tentativas de silenciar convicções bíblicas.
Entretanto, nem toda crítica recebida por um cristão é perseguição. Às vezes, a pessoa é rejeitada porque agiu com falta de sabedoria, desrespeito ou arrogância. Por isso, precisamos examinar se estamos sofrendo por causa da justiça ou apenas enfrentando as consequências de uma conduta inadequada.
Jesus chamou de bem-aventurados aqueles que sofrem por causa da justiça. Essa verdade aparece entre as características de um cristão bem-aventurado. A perseguição não é agradável, mas não consegue retirar do discípulo sua esperança eterna.
Quando sofremos por fidelidade a Cristo, devemos evitar tanto o medo quanto o ressentimento. Não somos chamados a responder ódio com ódio. Nosso exemplo é Jesus, que permaneceu firme sem abandonar o amor. Podemos defender a verdade, buscar justiça e, ao mesmo tempo, orar pelos que nos perseguem.
A divisão produzida pela verdade
Quando Jesus falou que Sua mensagem poderia causar divisão, não estava promovendo brigas familiares nem incentivando violência. A divisão surgiria porque algumas pessoas receberiam o evangelho e outras o rejeitariam. A fidelidade de um novo discípulo poderia provocar oposição dentro da própria casa.
Esse tipo de divisão ainda acontece. Uma pessoa abandona práticas antigas, decide obedecer à Palavra e começa a viver de maneira diferente. Seus antigos companheiros podem interpretar essa mudança como julgamento, mesmo quando o cristão procura agir com respeito.
A luz incomoda porque revela aquilo que estava oculto. Uma vida de integridade pode expor a desonestidade ao redor. A pureza pode confrontar uma cultura dominada pela sensualidade. O perdão pode mostrar a crueldade da vingança. A humildade pode revelar o vazio do orgulho.
O discípulo não deve procurar divisões, mas também não pode abandonar Cristo para evitá-las. Devemos fazer todo o possível para preservar relacionamentos saudáveis, explicar nossa fé com paciência e demonstrar amor por meio de atitudes. Contudo, a paz nunca pode ser comprada ao preço da desobediência.
O perigo de um evangelho centrado no homem
Uma mensagem centrada no homem apresenta Deus principalmente como alguém que existe para realizar nossos sonhos. A pregação gira em torno de autoestima, sucesso, conforto e crescimento pessoal. Cristo aparece como um meio para alcançar aquilo que realmente desejamos.
O evangelho bíblico começa em outro lugar. Ele começa com Deus, Sua santidade, Sua justiça e Sua glória. Depois revela nossa condição pecaminosa e nossa incapacidade de salvar a nós mesmos. Finalmente, apresenta Cristo como o Salvador que morreu e ressuscitou em favor dos pecadores.
O problema do ser humano não é apenas a falta de oportunidades, recursos ou motivação. Nosso problema fundamental é a separação de Deus causada pelo pecado. Precisamos de perdão, reconciliação e um novo coração.
Quando essa verdade é ignorada, o evangelho se transforma em uma mensagem de autoajuda religiosa. Jesus deixa de ser o Senhor que salva do pecado e passa a ser apresentado como um assistente de projetos pessoais.
A mensagem apostólica nunca foi construída dessa maneira. Os apóstolos anunciavam a morte e a ressurreição de Cristo, chamavam pecadores ao arrependimento e ensinavam uma nova vida de obediência. Por isso, é necessário preservar o mesmo evangelho anunciado desde o princípio.
Arrependimento e fé são indispensáveis
Jesus não chamou pessoas apenas para admirarem Seus milagres ou apreciarem Seus ensinamentos. Ele as chamou ao arrependimento e à fé. Arrepender-se significa reconhecer o pecado, abandonar a rebeldia e voltar-se para Deus.
O arrependimento verdadeiro vai além do remorso. Uma pessoa pode sentir tristeza pelas consequências de seus atos sem desejar abandonar o pecado. O arrependimento bíblico envolve uma mudança de mente que produz uma nova direção de vida.
Isso não significa que o cristão alcança perfeição instantânea. Ainda enfrentamos fraquezas, tentações e quedas. Entretanto, já não fazemos paz com o pecado. Quando falhamos, confessamos, buscamos perdão e retornamos ao caminho da obediência.
A fé também não é apenas acreditar que Deus existe. É confiar em Jesus Cristo como o único Salvador, descansar em Sua obra e submeter-se ao Seu senhorio. Fé e arrependimento caminham juntos: afastamo-nos do pecado e voltamo-nos para Cristo.
A salvação não é uma recompensa recebida por aqueles que conseguiram melhorar o próprio comportamento. É um presente da graça de Deus. Contudo, a mesma graça que perdoa também transforma. As boas obras não compram a salvação, mas aparecem como fruto de uma fé verdadeira.
Como permanecer firme sem perder o amor
Diante de uma sociedade que rejeita muitos valores bíblicos, alguns cristãos podem cair em dois extremos. O primeiro é a acomodação: esconder a verdade para evitar oposição. O segundo é a agressividade: falar de maneira ofensiva e tratar os incrédulos como inimigos pessoais.
Nenhum desses caminhos representa corretamente Jesus. Cristo nunca comprometeu a verdade, mas também demonstrou compaixão pelos perdidos. Ele denunciou o pecado, chorou por Jerusalém, recebeu pessoas desprezadas e ofereceu perdão aos arrependidos.
Permanecer firme significa falar aquilo que a Bíblia ensina, mesmo quando não é popular. Permanecer em amor significa lembrar que também éramos pecadores necessitados da graça. Não anunciamos o evangelho de uma posição de superioridade, mas como pessoas que encontraram misericórdia.
Também precisamos escolher cuidadosamente nossas batalhas. Nem toda discussão na internet merece uma resposta. Muitas controvérsias apenas alimentam orgulho e hostilidade. Nosso objetivo não é vencer debates, mas testemunhar de Cristo com fidelidade.
A vida do cristão deve confirmar sua mensagem. De pouco adianta defender doutrinas corretas se vivemos em mentira, desonestidade e falta de amor. O mundo pode rejeitar nossa fé, mas não deveria encontrar em nós motivos legítimos para acusar-nos de hipocrisia.
Perder a vida por Cristo é encontrar a verdadeira vida
Jesus concluiu Sua declaração afirmando que aquele que encontra a própria vida a perderá, mas quem perde a vida por amor a Ele a encontrará. Aos olhos do mundo, entregar tudo a Cristo pode parecer uma grande perda.
O jovem pode acreditar que perderá sua liberdade se obedecer à Palavra. O profissional pode pensar que ficará para trás se rejeitar práticas desonestas. Uma pessoa pode temer perder relacionamentos ao abandonar um estilo de vida contrário à vontade de Deus.
Entretanto, nada do que abandonamos por Cristo se compara ao que recebemos Nele. Encontramos perdão, paz com Deus, uma nova família espiritual, propósito, esperança e vida eterna. Podemos perder a aprovação das pessoas, mas recebemos a aceitação do Pai por meio de Jesus.
Seguir Cristo não significa viver uma existência vazia e triste. A renúncia cristã não é uma rejeição da verdadeira alegria, mas uma rejeição das falsas alegrias que nos afastam de Deus. O Senhor não nos chama a abandonar o bem, mas a abandonar aquilo que destrói nossa alma.
A vida mais plena não é aquela em que fazemos tudo o que desejamos. É aquela em que nossos desejos são transformados para amarmos aquilo que Deus ama. Quanto mais perto de Cristo caminhamos, mais compreendemos que Sua vontade é melhor do que nossos planos limitados.
Conclusão: Cristo continua sendo o centro do evangelho
A mensagem de Jesus continua sendo forte, necessária e transformadora. Ela confronta nosso pecado, derruba nosso orgulho e mostra que não somos o centro do universo. Ao mesmo tempo, oferece perdão, reconciliação e vida eterna a todos os que se arrependem e creem.
Não devemos diluir essa mensagem para conquistar aceitação. Um evangelho sem cruz, arrependimento e renúncia pode parecer atraente, mas não é capaz de salvar. Precisamos anunciar todo o conselho de Deus, lembrando que a verdade deve ser comunicada com amor e humildade.
Cristo deve ocupar o primeiro lugar em nossos relacionamentos, decisões e projetos. Tomar a cruz significa reconhecer que pertencemos a Ele. Negar a nós mesmos significa abandonar o governo do ego e submeter-nos ao Senhor.
Essa fidelidade pode provocar oposição, incompreensão e até divisão. Porém, não estamos sozinhos. O mesmo Jesus que chamou Seus discípulos prometeu permanecer com eles. Sua presença é suficiente para sustentar-nos nas dificuldades.
Que não sejamos cristãos apenas de palavras, mas discípulos verdadeiros. Que nossa fé apareça na obediência, na santidade, no amor e na coragem. Que não procuremos adaptar Cristo aos nossos desejos, mas permitamos que Ele transforme completamente nossa vida.
O evangelho não é sobre construir uma vida em que Jesus ocupa um pequeno espaço. É sobre morrer para o antigo modo de viver e encontrar em Cristo uma vida completamente nova. Ele é o centro, o Senhor, o Salvador e o único digno de receber toda a nossa lealdade.
17 comments on “Jesus, causa de divisão”
Deus me dê forças para continuar a seguilo, não me deixe desanimar.
Obrigado meu Deus.
Glória a Deus
Amém
Senhor meu Deus meda força pra mim continuar na sua presença. Gloria a Deus amém.
avante aos melhores ensinamentos devina
Meu Deus obrigado por mais esse ano de vida que tu me deste,sei que Deus planos são maiores do que os meus,ser comigo,restaura minha saúde,me guia nós teus caminhos em nome de Jesus amém 🙏❤
Amém obrigada meu senhor Deus por tudo, vivo para o senhor Jesus Cristo meu senhor.e lhe dou glória e louvor me ajude a caminhar e praticar suas palavras.
Sim Jesus, Tu és o meu Senhor e Salvador, Tu és a minha força de viver, ao aceitar estar sempre ao Teu lado Senhor tive nova vida e Tu tens me dado muitas bençãos. Obrigado Jesus, médico dos médicos, por cuidar da minha saúde, a Ti Senhor toda honra e toda Glória. Obrigado Jesus por ser meu ajudador e me socorrer nos momentos mais difíceis da vida! Te amo e te adora e te peço Senhor que sempre ouça as minhas orações pois sei que vais me dar a vitória! Obrigado meu Deus por sua bondade e misericórdia! Glória a Deus! LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! Amém!
Obrigada Senhor por me amar
Ó meu grandioso Deus tu és maravilhoso,tu és misericordioso pai celestial,obgd meu amado Deus todo poderoso,por meio do seu filho amado Jesus Cristo eu estou vivo Glória a Deus,aleluia aleluia,em nome do senhor Jesus Cristo eu peço perdão dos meus pecados.
Amém! Obrigado meu Deus por tudo um Pai maravilhoso e misericordioso e todo-poderoso toda honra e toda glória agora e sempre.Louvado seja Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Amém.Te amo Jesus 🙏🙏
Amém. Viver para Cristo Jesus é o melhor caminho!
Obrigado Deus por tudo que o Senhor faz na minha vida sem o senhor não sou nada mas com o senhor eu tenho tudo agradeço pela minha vida pela minha saúde e pela minha família que o senhor me deu e que me ensine a andar no teu caminho porque o Senhor é a verdade e a salvação sem o senhor não é nada só tenho que agradecer por tudo que o Senhor faz na minha vida amém
O Senhor nos deu uma vida, é o nosso dever tocar em suas palavras e tê-lo como centro do nosso mundo sempre, pois sem Ele não estaríamos aqui. Além de nós dá a vida, Deus faz coisas extremamente boas para nós, e é o nosso dever recompensar sendo bons filhos. Amém!
Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, agradeço pelas reiteradas bênçãos que tem me dado. Tu és meu Deus o centro da minha vida, sem Ti Senhor nada sou. Obrigado Jesus por proteger a mim e a minha família e por nos livrar de todos os males. A Ti entreguei a minha vida há muito tempo e sei que as Tuas promessas meu Deus vão se cumprir pois Tu ouves meu Pai as minhas orações e me socorre nos momentos mais difíceis da minha vida. Dai-nos um sábado de paz e de tranquilidade. Toda honra e toda glória seja dada a Ti Senhor. Glória a Deus, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo de Deus! Amém!
Bom dia para todos Senhor eu pertenço a ti e sou muito grata por por eu pertencer ao Senhor por o senhor me escolher e eu escolhi o senhor para minha vida para minha casa para minha família por que o senhor é maravilhoso o senhor é fiel porque o Senhor cumprir com sua promessa e com sua palavra porque o Senhor nunca falhou e nunca falhará o senhor é o único Deus que dá força que dá ânimo e alegria para nós viver no caminho do Senhor porque o Senhor é a salvação e a vida eterna agradeço por tudo que o Senhor faz na minha vida que o senhor cresça e eu diminua a honra e a glória e o louvor é do Senhor de mais ninguém amém
Amém eu creio e confio no meu senhor Deus.
Deus é o centro de nossas vidas, a Ele devemos todas as nossas vitórias e todos os nossos dias. Estejamos sempre nEle, seguindo seus passos, pregando a sua palavra e seus ensinamentos. A partir do momento em que aceitando Jesus, Ele passa a ser nós e nós passamos a ser Ele, estaremos unido em um só corpo e um só espírito. Tenhamos sempre fé nas promessas do nosso pai e nada temeremos. Amém!
O Senhor deve ser o centro das nossas vidas, tudo que fizermos deverá ser pensando nEle e na sua aprovação. Não sejamos tolos e nos deixemos levar pelas tentações do inimigo. Sejamos pessoas de personalidade forte e de princípios que não se podem corromper. Sejamos gratos por todos os feitos do nosso pai em nossas vidas e sempre nos lembremos que sem Ele não seríamos nada, a Ele devemos tudo. Amém!