Vivemos em um mundo que valoriza segurança, conforto e estabilidade, mas a Palavra de Deus nos chama a colocar o coração no lugar certo. O dinheiro pode ser útil, mas jamais deve ocupar o trono da nossa vida. Por isso, diante das preocupações da vida, precisamos aprender a confiar em Deus acima de todas as riquezas.
Vivemos em um mundo onde a busca por estabilidade financeira, conforto e segurança é quase universal. Desde pequenos somos ensinados a sonhar com uma vida melhor, a trabalhar duro e a perseguir oportunidades que possam garantir um futuro mais tranquilo. Não há nada de errado nisso; afinal, desejar progresso é natural ao ser humano. Trabalhar com responsabilidade, administrar bem os recursos e buscar uma condição de vida mais digna são atitudes legítimas quando feitas com sabedoria, humildade e temor ao Senhor.
No entanto, o grande perigo surge quando esses objetivos se transformam no centro da nossa existência, substituindo Deus como a verdadeira fonte de nossa confiança. A Bíblia nos alerta repetidamente sobre o risco de colocar as riquezas no pedestal do coração, porque isso pode levar o homem a se desviar do propósito divino. Quando o dinheiro deixa de ser um instrumento e passa a ser um senhor, a alma começa a adoecer.
É aqui que precisamos de sabedoria para reconhecer que tudo o que possuímos é passageiro e que o Senhor é quem deve governar nossas decisões, prioridades e desejos. O cristão pode possuir bens, mas não deve ser possuído por eles. Pode trabalhar para crescer, mas não deve transformar o crescimento material em sua razão de viver. Pode desfrutar das bênçãos de Deus, mas nunca esquecer que tudo vem Dele e tudo deve ser usado para Sua glória.
O desejo por uma vida melhor não deve substituir Deus
Alcançar riquezas, boa posição, boa situação econômica e estabilidade social é o sonho de muitas pessoas nesta terra. Quem não deseja viver confortavelmente? Quem não gostaria de viver sem escassez, sem dívidas, sem tantas preocupações e com a possibilidade de oferecer uma vida melhor à família? Esse desejo, em si mesmo, não é necessariamente pecaminoso. O problema está no lugar que ele ocupa em nosso coração.
Quando o desejo por conforto se transforma em idolatria, Deus passa a ser deixado de lado. A pessoa já não busca primeiro o Reino, mas busca primeiro dinheiro, status, reconhecimento e segurança terrena. Aos poucos, a oração perde espaço, a Palavra se torna secundária, a comunhão com Deus esfria e a vida espiritual passa a girar em torno de interesses temporais. Esse é um perigo silencioso, porque muitas vezes o coração se afasta de Deus sem perceber.
Quão ruim é quando as riquezas chegam e nos esquecemos de que tudo o que temos é um empréstimo que Deus nos permitiu administrar. Nada é absolutamente nosso. Nossa casa, nosso trabalho, nosso dinheiro, nossa saúde, nossas oportunidades e até o tempo que temos neste mundo pertencem ao Senhor. Somos mordomos, não donos finais. Um dia, deixaremos tudo para trás.
Por isso, o cristão precisa aprender a lidar com os bens materiais com gratidão e desapego. Devemos agradecer a Deus quando Ele nos dá provisão, mas também devemos vigiar para que essa provisão não se torne um ídolo. A bênção que não é administrada com temor pode se transformar em tropeço. O mesmo dinheiro que pode ser usado para alimentar, ajudar e servir também pode escravizar, endurecer e afastar o coração de Deus.
O perigo de amar o dinheiro
Neste mundo existem pessoas muito ricas, tão ricas que talvez já tenham perdido a noção exata de quanto possuem. Algumas vivem cercadas de abundância, com recursos suficientes para transformar muitas vidas sem comprometer sua própria estabilidade. No entanto, mesmo diante de tanta riqueza, muitas vezes lhes é difícil ajudar os necessitados. É nesse ponto que percebemos o perigo de um coração dominado pelo amor ao dinheiro.
A Bíblia não ensina que o dinheiro em si é mau. O dinheiro pode comprar alimento, sustentar uma família, apoiar a obra de Deus, socorrer os pobres, financiar projetos bons e servir como ferramenta de cuidado. O problema não é possuir recursos, mas amar os recursos acima de Deus e do próximo. Quando isso acontece, a generosidade desaparece, a compaixão esfria e o ser humano passa a medir tudo pelo lucro.
Jesus disse que ninguém pode servir a dois senhores. Ou amará um e odiará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Essa palavra é muito forte porque mostra que o dinheiro pode se tornar um senhor. Ele pode governar decisões, dominar desejos, controlar medos e definir prioridades. Quando isso acontece, a pessoa já não pergunta: “O que agrada a Deus?”, mas sim: “O que me dá mais vantagem?”
Esse tipo de coração perde a sensibilidade espiritual. O sofrimento do pobre já não incomoda. A necessidade do próximo já não comove. A obra de Deus já não parece prioridade. Tudo passa a ser calculado com base na preservação do próprio conforto. Mas o Evangelho nos chama a uma vida diferente: uma vida de generosidade, gratidão, desapego e confiança no Senhor.
Tudo o que sobe também pode descer
Há um famoso ditado que diz: “Tudo o que sobe tem que descer”. Essa frase nos lembra da instabilidade das coisas terrenas. Assim como o dinheiro entra em nossas mãos, ele também pode sair. Fortunas podem desaparecer. Empresas podem falir. Economias podem entrar em crise. Investimentos podem perder valor. A saúde pode mudar. Circunstâncias inesperadas podem alterar completamente a vida de uma pessoa.
Por isso, colocar a confiança final nas riquezas é construir sobre terreno instável. O dinheiro pode oferecer alguma segurança momentânea, mas não pode garantir paz eterna. Pode pagar tratamentos, mas não pode vencer a morte. Pode comprar conforto, mas não pode comprar salvação. Pode abrir portas humanas, mas não pode abrir as portas do Reino dos céus. Somente Deus é fundamento seguro.
Se temos a oportunidade de fazer algo bom com aquilo que possuímos, não devemos parar de fazer isso. O dinheiro que Deus coloca em nossas mãos pode se tornar instrumento de bênção. Podemos alimentar quem tem fome, vestir quem precisa, apoiar uma família em dificuldade, contribuir para a pregação do Evangelho, ajudar irmãos necessitados e aliviar sofrimentos reais. Isso não é perda; é serviço diante de Deus.
A verdadeira riqueza não está em acumular sem propósito, mas em usar aquilo que recebemos para glorificar o Senhor. Um coração generoso compreende que dar não empobrece a alma; pelo contrário, liberta o coração da escravidão do egoísmo. Quando ajudamos alguém com sinceridade, estamos reconhecendo que Deus nos abençoou não apenas para reter, mas também para repartir.
O exemplo da generosidade cristã
Martinho Lutero, um homem muito importante na história da fé cristã, foi conhecido também por sua disposição em ajudar os necessitados. Muitas vezes, segundo relatos históricos, ele repartia o que tinha e chegava a ficar com muito pouco para si, porque compreendia que a fé cristã não deve ser apenas uma doutrina proclamada com os lábios, mas uma vida demonstrada em amor prático.
Esse tipo de generosidade confronta o espírito egoísta do nosso tempo. Vivemos em uma cultura que ensina as pessoas a pensarem primeiro em si mesmas, a acumularem o máximo possível e a tratarem a segurança pessoal como o bem supremo. Mas o cristão foi chamado para viver de forma diferente. Fomos alcançados pela graça, e essa graça deve nos tornar mais compassivos, mais sensíveis e mais dispostos a servir.
A generosidade cristã não nasce do desejo de aparecer, nem da intenção de receber aplausos, nem de uma tentativa de comprar o favor de Deus. Ela nasce da gratidão. Quem entende que recebeu tudo pela graça aprende a repartir com humildade. Quem reconhece que Deus o sustentou em tempos difíceis se torna mais sensível à dor daqueles que também enfrentam escassez.
Por isso, a Bíblia valoriza tanto o cuidado com os pobres. Ajudar o necessitado não é uma ação periférica da fé; é uma expressão concreta do amor ao próximo. Quando socorremos alguém com um coração sincero, demonstramos que entendemos a misericórdia de Deus. O Senhor se agrada da generosidade que nasce de um coração transformado, pois o que dá ao pobre não terá necessidade, porque sua confiança não está no acúmulo, mas no Deus que provê.
A piedade com contentamento é grande lucro
O apóstolo Paulo escreveu palavras profundas a Timóteo:
6 De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro,
7 pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar;
8 por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.
1 Timóteo 6:6-8
Esses versículos são extremamente necessários para a nossa geração. Paulo nos mostra que existe um lucro maior do que o financeiro: a piedade acompanhada de contentamento. O mundo mede lucro por números, posses, status e crescimento material. Mas a Escritura nos ensina que uma vida piedosa, satisfeita em Deus e livre da ansiedade dominadora pelas riquezas, possui um valor imensamente maior.
O contentamento cristão não é preguiça, falta de ambição saudável ou desprezo pelo trabalho. Paulo não está dizendo que o cristão deve rejeitar toda melhoria de vida ou viver sem responsabilidade. O contentamento bíblico é a capacidade de descansar em Deus em qualquer circunstância, reconhecendo que nossa alegria final não depende da abundância material, mas da presença do Senhor.
Essa virtude é rara. Muitas pessoas têm muito e ainda vivem insatisfeitas. Outras possuem pouco, mas descansam em Deus com gratidão. Isso mostra que contentamento não é determinado apenas pelo saldo bancário, mas pelo estado do coração. Um coração governado por Deus consegue agradecer pelo pão diário, pela roupa, pelo abrigo, pela família e pela graça recebida em Cristo.
Nada trouxemos e nada levaremos
Paulo continua dizendo que nada trouxemos para este mundo e nada dele podemos levar. Essa é uma das verdades mais simples e, ao mesmo tempo, mais esquecidas da vida humana. Nascemos sem posses e partiremos sem levar bens materiais. Tudo aquilo que muitos passam a vida inteira acumulando ficará para trás. O caixão não leva contas bancárias, propriedades, títulos, carros, joias ou reconhecimento humano.
Jó compreendeu essa verdade em meio à sua grande calamidade quando declarou: “Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor.” Essas palavras revelam uma fé extraordinária. Jó perdeu bens, filhos e saúde, mas ainda reconheceu que Deus permanecia digno de adoração. Sua confiança não estava baseada apenas no que possuía, mas no Senhor.
Essa perspectiva deve nos tornar mais humildes. Não somos donos eternos de nada. Hoje podemos ter; amanhã podemos perder. Hoje podemos administrar muitos recursos; amanhã podemos depender da ajuda de outros. A vida é frágil, e essa fragilidade deve nos conduzir à sabedoria. Em vez de vivermos escravizados pelo desejo de possuir mais, devemos aprender a usar bem o que Deus nos confiou.
Devemos ter isso muito claro: não trouxemos nada para este mundo e certamente nada levaremos conosco. Se temos abrigo e sustento, devemos ser gratos a Deus, sem viver reclamando constantemente. Há pessoas que nem sequer possuem o básico, e se podemos ser uma bênção para essas pessoas, devemos fazê-lo com alegria e humildade.
Possuir bens não é o mesmo que ser possuído por eles
É importante refletirmos sobre a diferença entre possuir bens e ser possuído por eles. A prosperidade não é um mal em si. A própria Bíblia apresenta homens justos que foram prósperos, como Abraão, Jó e Salomão. No entanto, todos eles foram lembrados de que suas riquezas pertenciam a Deus. Nenhum deles era o dono absoluto de suas posses; todos estavam diante do Senhor como administradores.
O problema não está no dinheiro, mas no amor a ele, que a Escritura chama de raiz de todos os males. Quando as riquezas governam o coração, a generosidade desaparece, a compaixão esfria e a fé se torna secundária. A pessoa pode até continuar falando de Deus, mas suas decisões revelam que seu verdadeiro deus é o dinheiro. Ela ora por bênçãos, mas não quer ser usada para abençoar.
Um cristão maduro sabe que seus bens devem estar submetidos ao senhorio de Cristo. Ele pergunta: “Como posso honrar a Deus com aquilo que recebi?” Essa pergunta muda tudo. O dinheiro deixa de ser instrumento de vaidade e passa a ser instrumento de serviço. A casa se torna lugar de hospitalidade. O trabalho se torna campo de testemunho. A renda se torna oportunidade de generosidade.
Por isso, o contentamento cristão não é conformismo, mas confiança plena de que Deus supre todas as necessidades. O contentamento nos liberta da comparação, da inveja e da ansiedade. Ele nos ensina a agradecer pelo que temos, trabalhar com responsabilidade e repartir quando possível. Um coração contente não vive preso ao medo de perder, porque sabe que sua segurança está em Deus.
A oferta que Deus observa nasce do coração
Jesus observou certa vez uma viúva pobre entregando sua oferta. Aos olhos humanos, aquela oferta parecia pequena, quase insignificante. Mas aos olhos de Deus, tinha grande valor, porque revelava entrega, fé e confiança. Enquanto muitos davam do que lhes sobrava, aquela mulher entregou de sua pobreza. Isso nos ensina que Deus não mede generosidade apenas pela quantia, mas pela disposição do coração.
Essa passagem confronta tanto ricos quanto pobres. Aos ricos, ela ensina que Deus não se impressiona com grandes valores quando o coração está distante. Aos pobres, ela ensina que ninguém é tão pequeno que não possa honrar a Deus com sinceridade. A generosidade bíblica não é uma competição de números; é uma expressão de fé, amor e gratidão.
Quando ofertamos, ajudamos ou servimos, precisamos examinar nossas motivações. Estamos fazendo isso para sermos vistos? Para recebermos algo em troca? Para aliviar a consciência? Ou estamos fazendo por amor a Deus e ao próximo? O Senhor vê aquilo que os homens não veem. Ele conhece a intenção por trás de cada gesto.
A história da viúva pobre continua sendo uma das maiores lições sobre entrega e confiança. Ela nos lembra que a verdadeira generosidade não depende apenas de abundância, mas de fé. Por isso, ao meditarmos sobre a oferta da viúva pobre, aprendemos que Deus valoriza o coração rendido mais do que a aparência exterior da oferta.
A verdadeira segurança vem do cuidado divino
A verdadeira segurança não vem do saldo bancário, mas do cuidado divino. O dinheiro pode ajudar em muitas situações, mas não pode ocupar o lugar de Deus. Ele pode oferecer conforto temporário, mas não pode dar paz eterna. Pode construir uma casa, mas não pode transformar um lar. Pode pagar uma viagem, mas não pode curar uma alma vazia. Pode comprar remédios, mas não pode garantir vida eterna.
Quando entendemos que Deus é o provedor, aprendemos a ser generosos, a ajudar os necessitados e a enxergar nossas posses como ferramentas para servir ao Reino. Essa visão muda nossa relação com os bens materiais. Deixamos de viver apenas para acumular e passamos a perguntar como podemos usar aquilo que temos para glorificar o Senhor.
Isso não significa irresponsabilidade financeira. Pelo contrário, o cristão deve administrar bem seus recursos, evitar desperdícios, fugir de dívidas desnecessárias e agir com prudência. Mas prudência não é avareza. Cuidar bem do que Deus nos deu não significa fechar o coração ao necessitado. A sabedoria bíblica une responsabilidade e generosidade.
Deus pode usar nossos recursos para abençoar vidas. Às vezes, uma ajuda simples pode ser resposta de oração para alguém. Um alimento, uma oferta, uma palavra acompanhada de ação, uma contribuição no momento certo, um gesto de misericórdia — tudo isso pode revelar o amor de Cristo de maneira prática.
Busquemos primeiro o Reino de Deus
Jesus ensinou que devemos buscar primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça. Essa ordem é essencial. Não devemos buscar primeiro riquezas, conforto, fama, estabilidade ou reconhecimento. Devemos buscar primeiro o governo de Deus sobre nossa vida. Quando o Reino ocupa o primeiro lugar, todas as outras coisas encontram seu devido lugar.
Buscar primeiro o Reino não significa abandonar responsabilidades terrenas. Significa colocá-las sob a autoridade de Deus. O trabalho deve ser feito para a glória de Deus. A família deve ser cuidada diante de Deus. O dinheiro deve ser administrado diante de Deus. Os planos devem ser submetidos a Deus. Nada deve ser separado do senhorio de Cristo.
Essa verdade nos protege da ansiedade. Quando acreditamos que tudo depende apenas de nós, vivemos sobrecarregados. Mas quando reconhecemos que Deus cuida dos Seus filhos, aprendemos a trabalhar com diligência e descansar em Sua providência. O cristão não é chamado a uma vida de preocupação descontrolada, mas a uma vida de confiança obediente.
Por isso, a exortação de Jesus permanece atual: buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça. Quando essa prioridade governa nosso coração, deixamos de ser escravos das riquezas e passamos a viver como servos do Senhor. O dinheiro encontra seu lugar correto: abaixo de Deus, nunca acima Dele.
Riquezas temporais e tesouros eternos
Tudo neste mundo é temporário. A juventude passa, a força diminui, os bens mudam de mãos, as oportunidades se transformam e a vida terrena chega ao fim. Por isso, é loucura viver como se esta vida fosse tudo. O cristão sabe que existe uma eternidade diante de Deus, e essa convicção deve orientar a maneira como usamos nosso tempo e nossos recursos.
Jesus nos ensinou a não ajuntar tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde ladrões roubam. Ele nos chamou a ajuntar tesouros no céu. Isso não significa que devemos desprezar completamente as necessidades desta vida, mas que não devemos viver para aquilo que perece. O que fazemos para Deus, com amor e fidelidade, possui valor eterno.
Um copo de água dado em nome de Cristo não é esquecido. Uma oferta sincera não é ignorada. Um gesto de misericórdia não passa despercebido. Uma ajuda feita em segredo é vista pelo Pai. Deus observa cada ato de amor praticado por Seus filhos. A generosidade que nasce da fé aponta para o Reino e revela que nosso coração não está preso a este mundo.
Por isso, devemos viver com os olhos na eternidade. Não sabemos quanto tempo teremos aqui. Não sabemos até quando desfrutaremos dos bens que possuímos. Mas sabemos que podemos usar o presente para glorificar a Deus. Cada recurso confiado a nós é uma oportunidade de servir, amar, ajudar e testemunhar.
Contentamento, gratidão e generosidade
O caminho bíblico diante das riquezas envolve três atitudes: contentamento, gratidão e generosidade. O contentamento nos livra da insatisfação constante. A gratidão nos lembra que tudo vem de Deus. A generosidade nos impede de transformar os bens em ídolos. Essas três virtudes protegem o coração contra o amor ao dinheiro.
Uma pessoa contente não vive escravizada pela comparação. Ela não mede sua vida apenas pelo que os outros têm. Ela reconhece que Deus sabe o que é melhor e confia em Sua provisão. Uma pessoa grata não trata as bênçãos como direitos absolutos, mas como presentes da graça. Ela aprende a agradecer pelo simples, pelo necessário e pelo suficiente.
Uma pessoa generosa entende que receber também traz responsabilidade. Se Deus colocou algo em nossas mãos, talvez queira usar isso para abençoar outras pessoas. A pergunta não deve ser apenas: “Quanto posso guardar?”, mas também: “Como posso servir?” Essa mudança de perspectiva transforma completamente nossa relação com o dinheiro.
Que o Senhor nos dê um coração livre da avareza, sensível à necessidade do próximo e firme na confiança em Sua provisão. Que saibamos trabalhar com responsabilidade, viver com simplicidade, agradecer com alegria e repartir com amor. Assim, nossas posses deixarão de ser um perigo espiritual e se tornarão ferramentas para a glória de Deus.
Usemos bem aquilo que Deus nos confiou
Devemos lembrar todos os dias que aquilo que temos foi confiado a nós por Deus. Não somos chamados a desperdiçar, nem a viver de maneira irresponsável, nem a desprezar o trabalho. Somos chamados a administrar com sabedoria. A mordomia cristã envolve reconhecer que tudo pertence ao Senhor e que prestaremos contas da forma como usamos o que recebemos.
Isso inclui nosso dinheiro, mas também nosso tempo, talentos, oportunidades, influência e conhecimento. A riqueza não se limita ao saldo bancário. Há pessoas que não possuem muitos recursos financeiros, mas têm tempo para servir, palavras para consolar, dons para edificar e disposição para ajudar. Tudo isso também deve ser usado para Deus.
Se o Senhor nos deu muito, sejamos generosos com muito. Se nos deu pouco, sejamos fiéis no pouco. O valor da fidelidade não está apenas no tamanho da entrega, mas na sinceridade do coração. Deus não despreza aquilo que é oferecido com amor. Ele vê o coração, conhece nossas possibilidades e se agrada da obediência humilde.
Portanto, não permitamos que as riquezas governem nossa vida. Não vivamos como escravos do dinheiro, nem como pessoas dominadas pela ansiedade do futuro. Trabalhemos, sim. Planejemos, sim. Administremos com sabedoria, sim. Mas acima de tudo, confiemos no Senhor, porque somente Ele é a fonte verdadeira da nossa segurança.
A maior riqueza é pertencer a Cristo
No fim, a maior riqueza que alguém pode possuir não está em bens terrenos, mas em pertencer a Cristo. Quem tem Cristo possui perdão, esperança, vida eterna, reconciliação com Deus e uma herança incorruptível. Nenhum tesouro terreno pode se comparar a isso. O mundo pode oferecer conforto temporário, mas somente Jesus oferece salvação eterna.
Por isso, devemos examinar nosso coração. O que tem ocupado o primeiro lugar em nossa vida? Onde está nossa confiança? O que mais tememos perder? O que dirige nossas decisões? Essas perguntas revelam muito. Se o dinheiro se tornou nosso refúgio, precisamos nos arrepender. Se a busca por riqueza roubou nossa devoção, precisamos voltar ao Senhor.
Deus não nos chama para uma vida dominada pelo medo da escassez, mas para uma vida de confiança em Sua provisão. Ele não nos chama para a idolatria do dinheiro, mas para a liberdade do contentamento. Ele não nos chama para acumular egoisticamente, mas para administrar com sabedoria e repartir com amor.
Que possamos viver com gratidão e equilíbrio, sabendo que tudo aqui é temporário, mas aquilo que fazemos para Deus permanece eternamente. Que nossas riquezas, sejam muitas ou poucas, estejam sempre submetidas ao Senhor. Que nosso coração não seja dominado pelo dinheiro, mas cheio de amor por Deus e pelo próximo. E que em tudo possamos declarar: o Senhor é a nossa verdadeira riqueza, nossa segurança e nosso maior tesouro.
39 comments on “Nada trouxemos para este mundo”
Amém. Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor.” Que o Senhor me dê a graça de ajudar a quem necessita pois nenhuma riqueza neste mundo é maior do que o amor ao próximo e partilhar o que temos com os outros é uma maneira de demostrar amor por elas.
Uma das grandes verdades, Nu vim em um corpo sem Alma, sem Espirito sem Vida. Pois A Palavra de DEUS Ela Diz DEUS Soprou o Folego da Vida ao Nascermos dai o Corpo ganha vida para se locomover Respirar, e quando morremos esta matéria formada por carne e ossos veias etec se deteriora desaparece. Nossa Alma o Espírito não morre ai vem a pergunta onde irá viver nossa Alma? Dai a importância de Buscarmos a DEUS para a Salvação da vida Eterna Esse é o Grande Tesouro que nós devemos procurar como sedentos A Salvação da nossa Alma. Meus queridos irmãos Vigiemos o Tempo Urge O Senhor JESUS está Voltando Amem
Não uma vez se quer q eu abra a Bíblia e q eu não tire algo q a minha vida esteja passando!
Depois d procurar todas maneiras possíveis eu me caio d joelhos diante d de o Pai e te peço abra meu caminho e me ajude!
Amém aleluia para glória de Deus
Amem
Glória a Deus amém
Muto bem que Deus abençoe a todos participantes
Muto bem que Deus abençoe a todas família
Amém sou totalmente dependente do senhor meu Deus. Me ajuda pai estou passando por uma batalha espiritual, mais creio em ti e sei q ja me deu a Vitória
Me satisfaço com o que Deus tem me dado e sempre procuro ajudar o próximo
Amém!
E vdd somente agradecer a Deus tido o a ele nos da!e se nos da em abundância e para que possamos repartir com nossos irmãos mais necessitados!!
E vdd somente agradecer a Deus tudo o que ele nos da!e se nos da em abundância e para que possamos repartir com nossos irmãos mais necessitados!!
O amor ao próximo e a caridade é um ato de humanidade, pois viemos do pó e voltamos para o pó! Portanto não devemos nos apegar aos bens materiais! Deus é o nosso conforto o nosso bem maior, nosso verdadeiro patrimônio! Amém!
Obrigada Deus te agradeço todo os dias pelo o tenho é que eu possa ajudar o meu semelhante . Tudo é para te senhor Gloria eu te dou amém .
Nu eu cheguei a esse mundo e nu eu retornarei a casa de meu pai !
Amém!
Amém! Glória a Deus….
Glória a Deus. Amém
Realmente o Jô deu um exemplo quê ele fala que do ventre da mãe saiu nu e nu faltará porquê agente não é nada sem Deus por isso que a gente precisa muito de Deus e amar um só Deus em primeiro lugar depois as coisas deste mundo porque se não fosse temos a gente não estava neste mundo quê ele deu por isso em primeiro lugar a gente tem que amar Deus sempre acima de tudo não o dinheiro porquê o dinheiro não traz felicidade e quem traz a felicidade é Deus amor AMÉM
Amém
TODOS OS MOMENTOS EU PEÇO À DEUS SABEDORIA E FORÇAS PARA FAZER O QUE JESUS NOS ENSINOU.
A maior dificuldade do ser humano é o apego ao dinheiro, muitas vezes tem pessoas ao seu lado precisando não só uma palavra abençoada mas de uma ajuda financeira as pessoas querem dar a palavra abençoada mas não tem coragem nem compaixão de abençoa o irmão com o um valor financeiro. Se Deus nos abençoar porque não abençoa o próximo. Começando em casa com os parentes.
Eu aprendi a agradecer ao senhor meu deus à cada dia que nasce e ao se deitar! E agradecer por não deixar faltar pão na mesa, porque só pelo facto de dormir e conseguir acordar é graças à ele. Deus seja louvado! Amen
Amém,tenhamos sempre essa consciência!!
Amém aleluia para glória de Deus
Glória a Deus,nós não podemos se apegar em nada,nós chegamos sem nada e vamos sem nada. Glória o nosso salvador Jesus Cristo.
Amém Deus seja louvado
Glória a Deus aleluia
Sou muito grato meu pai por tudo que o senhor me deu e principalmente pela vida, pelo pão de cada dia que ñ falta na mesma pela família pelos amigos verdadeiros…Glória a Deus Amém
Deus é misericordioso e com ele só viveremos
Aleluia Te Agradeço por tudo que tenho Meu DEUS MEU SENHOR MEU PAI EM O NOME DO SENHOR JESUS CRISTO Aleluia Espirito SANTO Amém
Amém por essa palavra que é a pura verdade,não ajunteis tesouros na terra,temos que juntar tesouros no céu,todos os dias peço a deus que me ajude a te buscar mais e mais,isso sim é tesouro no céu amém 🙏
Muito bom esse artigo, que o Senhor continue abençoando a tua vida.
Obrigado meu Deus por tudo que tens me dado e a minha família. Em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, te peço Pai que faça com que eu sempre tenha condições de ajudar ao meu próximo. Tu és a minha força e o meu socorro Senhor, e te peço Jesus que me proteja para que eu possa sempre cumprir a a Tua Santa Palavra para que possa obter a vida eterna ao Teu lado e de Deus Pai. A minha gratidão e o.meu amor por Ti meu Deus é eterna. Toda honra e toda gloria seja dada a Ti Senhor! Glória a Deus Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!
Amém.que o meu senhor Deus seja louvado .
Amém! Obrigado meu Deus por tudo, o quão Tu és poderoso, maravilhoso e misericordioso, te agradeço meu Senhor pelo fôlego da vida, pela saúde que tem me dado e pelo pão de cada dia que põem em nossas mesa e que abençoe e que ñ deixeis de faltar, e seu puder ajudar o meu próximo com certeza irei ajudar pois ñ levamos nada dessa vida só levamos o amor e o bem que Deus deixou pra nós.A Ti toda honra e toda glória agora e para sempre. Louvado seja Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Amém. Te amo e te adoro Jesus de todo meu coração 🙏🙏
Verdade nós não trouxemos nada para esse mundo quem deu foi Deus por isso que a gente tem que amar primeiro a Deus e segundo as coisas porque a gente está aqui só de passagem e nós leva nada que a gente pode levar é a nossa salvação porque Deus dá e material fica e sem a salvação é difícil por isso que Deus fala amo minhas coisas de Deus e não as coisas do mundo e agradeça por tudo que Deus faz obrigado pai amém
Coloquemos sempre em nossa cabeça que a maioria das coisas que temos hoje, não nasceram conosco, foram dadas a nós através de nosso pai celestial. Não nos apeguemos a bens terrenos, pois no dia que nos formos, não levaremos nada daquilo que temos hoje. Demos valor a aquilo que temos de mais poderoso e intocável, a nossa fé e a nossa boa relação com Jesus Cristo, isso será crucial para toda nossa vida e até no nosso pós morte. Amém!