O Senhor Jesus Cristo pagou um preço indescritível para nos resgatar do pecado. Por meio de Sua morte e ressurreição, fomos comprados para pertencer a Ele. Essa verdade deve levar-nos a viver com fidelidade, reconhecendo, como ensina a parábola dos talentos, que tudo o que recebemos deve ser administrado para a glória do nosso Senhor.
Fomos comprados pelo sangue de Cristo
A salvação cristã não foi conquistada por meio de riquezas, influência humana ou boas obras. Nenhum esforço pessoal seria suficiente para apagar a culpa do pecado e reconciliar-nos com Deus. Foi necessário que Jesus Cristo entregasse Sua própria vida como sacrifício perfeito.
Na cruz, o Filho de Deus suportou humilhação, rejeição, sofrimento físico e a condenação que merecíamos. Ele não morreu por causa de pecados próprios, pois viveu em completa santidade. Cristo morreu em lugar de pecadores, satisfazendo a justiça divina e abrindo o caminho da reconciliação com o Pai.
Por isso, a Bíblia declara que fomos comprados por um preço. Essa linguagem mostra que nossa redenção possui um valor incalculável. O preço do nosso resgate foi o sangue precioso de Jesus.
Quando compreendemos essa verdade, percebemos que nossa vida não pode continuar sendo governada somente por desejos pessoais. Cristo não nos salvou para que vivêssemos de forma independente de Sua vontade. Ele nos libertou do domínio do pecado para que pertencêssemos a Deus.
Isso não significa que Jesus seja um senhor cruel ou opressor. Seu governo é santo, justo e cheio de amor. Pertencer a Cristo é a maior segurança que podemos possuir, porque aquele que nos comprou também nos guarda, corrige, sustenta e conduz à vida eterna.
A verdadeira liberdade nos torna servos de Cristo
E o que é chamado, sendo livre, servo é de Cristo.
1 Coríntios 7:22
À primeira vista, as palavras “liberdade” e “serviço” podem parecer contraditórias. O mundo costuma definir liberdade como a possibilidade de fazer tudo o que desejamos, sem prestar contas a ninguém. A Bíblia, porém, mostra que essa ideia é enganosa.
O ser humano que vive segundo todos os seus desejos não é verdadeiramente livre. Ele pode tornar-se escravo do orgulho, da imoralidade, da ganância, da ira, dos vícios e da necessidade de aprovação. Aquilo que inicialmente parece liberdade pode transformar-se em uma prisão.
Cristo nos liberta desse domínio. Ele rompe as correntes do pecado, perdoa nossa culpa e concede uma nova direção. Contudo, essa libertação nos conduz ao serviço. Deixamos de ser escravos do pecado e nos tornamos voluntariamente servos da justiça.
Ser servo de Cristo é experimentar a verdadeira liberdade, porque Seu senhorio nos conduz à vida, à santidade e à paz. Ele não nos chama a praticar aquilo que destrói nossa alma, mas a caminhar no propósito para o qual fomos criados.
Um cristão não deveria perguntar apenas: “Tenho liberdade para fazer isso?”. Também precisa perguntar: “Isso glorifica a Cristo?”, “Edifica meu próximo?” e “Está de acordo com a Palavra de Deus?”. Nossa liberdade deve permanecer debaixo do amor e da sabedoria do Senhor.
Nenhum de nós vive para si mesmo
Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si.
Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor.
Foi para isto que morreu Cristo e tornou a viver: para ser Senhor tanto dos mortos como dos vivos.
Romanos 14:7-9
Essas palavras atingem diretamente o individualismo que tantas vezes governa o coração humano. Gostamos de imaginar que nossas decisões dizem respeito somente a nós. Entretanto, Paulo afirma que nenhum cristão vive ou morre exclusivamente para si mesmo.
Nossa vida está ligada a Cristo e também afeta aqueles que estão ao nosso redor. As palavras que pronunciamos podem edificar ou ferir. Nossas decisões podem fortalecer a família ou produzir sofrimento. Nosso testemunho pode aproximar pessoas do Evangelho ou criar obstáculos desnecessários.
Viver para o Senhor significa reconhecer Sua autoridade em todas as áreas. Não pertencem a Cristo somente os momentos de culto, oração ou leitura bíblica. Nosso trabalho, dinheiro, corpo, relacionamentos, descanso e planos também devem ser colocados sob Seu governo.
Quando trabalhamos, fazemos isso diante do Senhor. Quando servimos à família, servimos a Cristo. Quando tratamos outras pessoas com respeito, demonstramos que nossa vida possui um novo dono. Até as tarefas aparentemente simples podem tornar-se atos de adoração quando realizadas com fidelidade.
Também morremos para o Senhor. A morte não rompe nossa união com Cristo. Aquele que pertence a Jesus durante a vida continuará pertencendo a Ele depois de partir deste mundo. Essa certeza oferece uma esperança que nenhuma filosofia humana pode proporcionar.
O contexto de Romanos 14
Romanos 14 trata de diferenças existentes entre os cristãos da igreja de Roma. Alguns irmãos acreditavam que poderiam comer determinados alimentos sem qualquer problema de consciência. Outros, provavelmente influenciados por práticas religiosas anteriores, preferiam evitar esses alimentos.
Também existiam divergências sobre a observância de certos dias. Alguns consideravam determinados dias mais importantes, enquanto outros entendiam que todos poderiam ser tratados de maneira semelhante diante do Senhor.
Essas questões não estavam relacionadas à divindade de Cristo, à salvação pela graça ou à autoridade das Escrituras. Eram assuntos secundários nos quais cristãos sinceros podiam chegar a conclusões diferentes.
O problema não era apenas a diferença de opinião. A dificuldade surgia porque alguns começaram a desprezar e julgar os outros. Os que se consideravam mais livres podiam olhar com superioridade para os mais cautelosos. Os que possuíam uma consciência mais restrita podiam condenar aqueles que agiam com liberdade.
Paulo lembra que todos pertenciam ao mesmo Senhor. Nenhum deles possuía autoridade absoluta sobre a consciência do irmão. Cada um deveria agir com fé, buscando honrar a Deus, e todos prestariam contas diante do tribunal divino.
Questões centrais e questões secundárias
A igreja precisa aprender a distinguir entre doutrinas essenciais e assuntos secundários. Nem toda diferença possui o mesmo peso. Algumas verdades definem o próprio Evangelho e não podem ser negociadas. Outras permitem diversidade de entendimento entre cristãos fiéis.
A identidade de Jesus, Sua morte substitutiva, Sua ressurreição, a salvação pela graça mediante a fé e a necessidade de arrependimento pertencem ao centro da fé cristã. Negar essas verdades compromete a mensagem bíblica.
Por outro lado, existem temas relacionados a costumes, preferências, formas de organização, alimentação, estilos musicais e outras práticas sobre as quais cristãos podem discordar sem deixarem de pertencer a Cristo.
O desafio está em não tratar assuntos secundários como se fossem o centro do Evangelho. Quando fazemos isso, criamos divisões desnecessárias, colocamos cargas sobre os irmãos e tornamos nossas preferências equivalentes aos mandamentos de Deus.
Isso não significa que assuntos secundários sejam completamente irrelevantes. Eles devem ser analisados com sabedoria, oração e fidelidade bíblica. Contudo, não devemos permitir que ocupem um lugar maior do que as Escrituras lhes concedem.
Não devemos impor cargas humanas
Uma das formas mais comuns de legalismo é transformar opiniões pessoais em regras universais. A pessoa possui determinada convicção e conclui que todos os cristãos devem agir exatamente da mesma maneira.
Convicções pessoais podem ser úteis. Talvez alguém decida evitar uma atividade porque percebe que ela enfraquece sua comunhão com Deus. Essa decisão pode ser sábia para aquela pessoa. O erro acontece quando ela condena todos os que não tomaram a mesma decisão, mesmo sem existir uma proibição bíblica clara.
Paulo ensina que devemos respeitar a consciência dos irmãos, sem manipulação ou desprezo. Também precisamos evitar colocar sobre outras pessoas exigências que Deus não colocou.
Esse princípio aparece claramente quando somos advertidos a não colocar cargas que os outros não podem carregar. A autoridade cristã deve ser exercida com verdade, graça e disposição para servir, e não para controlar.
Jesus confrontou líderes que acumulavam regras pesadas sobre o povo, mas não demonstravam misericórdia nem ofereciam ajuda. Uma espiritualidade marcada somente por cobranças pode produzir medo, hipocrisia e desânimo.
A Palavra deve corrigir-nos, e a santidade nunca pode ser desprezada. Porém, a correção bíblica deve conduzir ao arrependimento e à restauração, não à humilhação desnecessária.
Cada servo pertence ao seu próprio Senhor
Em Romanos 14, Paulo pergunta quem somos nós para julgar o servo de outro. Um servo permanece de pé ou cai diante do seu próprio senhor. Essa pergunta não proíbe todo tipo de discernimento, mas limita nossa tendência de ocupar o lugar que pertence a Deus.
A igreja precisa avaliar doutrinas, confrontar pecados claros e exercer disciplina quando necessário. A própria Bíblia ordena essas responsabilidades. Entretanto, existe uma diferença entre julgar biblicamente uma prática pecaminosa e condenar alguém por não seguir nossas preferências.
Não conhecemos completamente o coração dos outros. Podemos observar atitudes e ouvir palavras, mas somente Deus conhece todas as motivações. Por isso, devemos ter cuidado antes de formular conclusões definitivas sobre a espiritualidade de um irmão.
Também precisamos lembrar que Cristo é capaz de sustentar Seus servos. Às vezes, agimos como se o futuro espiritual de alguém dependesse inteiramente do nosso controle. Podemos aconselhar, ensinar e advertir, mas não somos o Espírito Santo.
O mesmo Senhor que nos corrige também trabalha na vida dos nossos irmãos. Essa certeza deve produzir humildade, paciência e oração.
Todos prestaremos contas a Deus
O fato de não pertencermos a nós mesmos também significa que um dia prestaremos contas ao Senhor. Nossa vida não é uma oportunidade sem consequências. Deus nos concedeu tempo, capacidades, recursos e relacionamentos, e espera fidelidade.
Essa prestação de contas não significa que os salvos serão novamente condenados pelos pecados que Cristo já pagou. Não existe condenação para os que estão em Jesus. Entretanto, as Escrituras ensinam que nossas obras serão avaliadas.
Essa verdade deve produzir reverência e responsabilidade. Não podemos desperdiçar a vida imaginando que nossas escolhas não possuem importância. O tempo é limitado, as oportunidades passam e nem sempre poderemos realizar amanhã aquilo que Deus colocou diante de nós hoje.
A parábola dos talentos ensina que o Senhor retornará e pedirá contas a Seus servos. A questão não será se todos receberam a mesma quantidade, mas se foram fiéis com aquilo que receberam.
Alguns possuem mais recursos, outros menos. Alguns servem de forma pública, enquanto muitos trabalham silenciosamente. Deus não avalia apenas a visibilidade. Ele vê a intenção, a fidelidade e o amor com que cada tarefa é realizada.
Nossa vida deve ser um vaso para honra
Pertencer a Cristo também significa estar disponível para Seu uso. Um vaso não determina sozinho seu propósito; ele é preparado para servir à vontade de seu dono.
Paulo ensinou a Timóteo que aquele que se purifica se torna vaso para honra, santificado e preparado para toda boa obra. Essa imagem nos chama a abandonar aquilo que contamina a vida e limita nossa utilidade espiritual.
Deus pode usar pessoas com diferentes histórias, capacidades e personalidades. Ele não exige que todos sejam iguais. Entretanto, requer santidade, humildade e disposição para obedecer.
Ao refletirmos sobre como ser um vaso para honra, percebemos que a consagração envolve decisões práticas. Precisamos rejeitar pensamentos impuros, abandonar comportamentos desonestos, controlar as palavras e buscar comunhão com o Senhor.
Isso não significa que somente pessoas perfeitas podem ser usadas. Nenhum cristão alcançou perfeição nesta vida. Deus usa pessoas que reconhecem suas fraquezas, arrependem-se e continuam sendo moldadas por Sua graça.
Servir a Cristo com aquilo que recebemos
Cada pessoa recebeu oportunidades e capacidades diferentes. Alguns possuem facilidade para ensinar; outros, para servir de maneira prática. Há quem possa contribuir financeiramente, cuidar de pessoas, organizar projetos, aconselhar ou realizar tarefas que quase ninguém percebe.
Não devemos desprezar aquilo que Deus colocou em nossas mãos. Também não é sábio viver comparando nossos recursos com os de outras pessoas. A comparação pode produzir orgulho ou desânimo.
Nossa pergunta deve ser: “Como posso glorificar a Cristo com aquilo que tenho?”. Talvez não possamos realizar tudo o que outra pessoa faz, mas certamente podemos ser fiéis em nossas próprias responsabilidades.
A mãe que cuida dos filhos com paciência serve ao Senhor. O trabalhador que age com honestidade honra a Cristo. O jovem que resiste às pressões para pecar demonstra que pertence ao Salvador.
O serviço cristão não acontece somente em plataformas, púlpitos ou grandes eventos. Grande parte da fidelidade é demonstrada nas decisões comuns, quando ninguém está observando.
Nossa obra no Senhor não é inútil
Algumas pessoas servem durante muito tempo sem perceber resultados visíveis. Oram por alguém, ensinam, ajudam e permanecem fiéis, mas os frutos parecem pequenos. Isso pode produzir cansaço e desânimo.
A Bíblia, porém, afirma que nossa obra no Senhor não é em vão. Deus vê aquilo que os homens não percebem e conhece o valor de cada ato feito por amor a Cristo.
Nem sempre receberemos reconhecimento. Algumas contribuições serão esquecidas pelas pessoas, mas jamais por Deus. Um copo de água oferecido em nome de Cristo possui valor diante do Senhor.
Também precisamos compreender que os resultados pertencem a Deus. Nossa responsabilidade é plantar, regar e servir com fidelidade. Somente o Senhor pode produzir verdadeiro crescimento espiritual.
Essa verdade nos liberta tanto da preguiça quanto da ansiedade. Não usamos a soberania de Deus como desculpa para não trabalhar, mas também não carregamos o peso de produzir aquilo que somente Ele pode realizar.
Somos ovelhas do mesmo Pastor
As Escrituras descrevem o povo de Deus como um rebanho. Cristo é o Bom Pastor que conhece cada uma de Suas ovelhas, chama-as pelo nome e entrega a vida por elas.
Essa imagem demonstra dependência. Uma ovelha precisa de direção, proteção e alimento. Não possui capacidade de caminhar com segurança longe do pastor.
Também mostra que nenhum cristão é dono do rebanho. Pastores, líderes e professores servem debaixo da autoridade de Jesus. Eles devem cuidar das pessoas que pertencem a Cristo, e não tratá-las como propriedade pessoal.
Se todos somos ovelhas do mesmo Pastor, não devemos atacar-nos por questões secundárias. Precisamos aprender a caminhar juntos, ajudar os fracos e buscar aquele que se desviou.
Isso não exige ignorar diferenças ou abandonar convicções. Significa discordar de forma cristã, reconhecendo que o outro continua sendo alguém por quem Cristo morreu.
Somos pedras vivas no mesmo edifício
Outra imagem bíblica apresenta os cristãos como pedras vivas edificadas sobre Cristo. Uma pedra isolada não forma uma casa. Deus une Seu povo para construir um templo espiritual.
Cada membro possui uma função. Nem todos ocupam o mesmo lugar, mas todos dependem do fundamento. Cristo é a pedra principal que sustenta e dá direção a todo o edifício.
Quando permitimos que diferenças secundárias destruam a comunhão, agimos como se algumas pedras pudessem existir sem as outras. A igreja, porém, cresce por meio da cooperação de seus membros.
Precisamos aprender a valorizar dons diferentes dos nossos. Uma pessoa pode servir de uma forma que não compreendemos completamente, mas isso não significa que seu trabalho seja inútil.
A unidade não exige uniformidade absoluta. Pedras possuem tamanhos e funções diferentes, mas são reunidas pelo mesmo construtor e colocadas sobre o mesmo fundamento.
Somos soldados de Cristo
A Bíblia também compara os cristãos a soldados. Essa imagem destaca disciplina, perseverança e lealdade. Um soldado não vive apenas segundo a própria conveniência; ele responde à autoridade de seu comandante.
Cristo é nosso comandante. Sua Palavra determina nossa missão e nossos valores. Não podemos abandonar o campo simplesmente porque a caminhada se tornou difícil.
Entretanto, nossa batalha não é contra pessoas. O cristão não foi chamado a tratar os outros como inimigos pessoais. Lutamos contra o pecado, o engano e as forças espirituais do mal.
Por isso, nossas armas não são ódio, manipulação ou violência. Usamos a verdade, a justiça, a fé, a oração e o Evangelho da paz.
Um soldado de Cristo precisa permanecer sóbrio e vigilante. As distrações do mundo podem fazer-nos esquecer que existe uma missão maior do que nossos interesses pessoais.
Somos embaixadores do Reino
Um embaixador representa os interesses de seu rei em uma terra estrangeira. Ele não fala apenas em nome próprio, mas comunica a mensagem daquele que o enviou.
Da mesma maneira, os cristãos representam Cristo neste mundo. Nossas palavras e atitudes devem apontar para o caráter do Senhor. Não estamos aqui somente para construir uma vida confortável, mas para anunciar a reconciliação com Deus.
Isso torna nosso testemunho uma responsabilidade séria. Quando agimos com arrogância, desonestidade ou crueldade, transmitimos uma imagem distorcida da fé que professamos.
Não precisamos fingir perfeição. Devemos, porém, viver com arrependimento, integridade e disposição para corrigir nossos erros.
Quem pertence a Cristo deve desejar que o nome de Cristo seja honrado por meio de sua vida.
O senhorio de Cristo alcança nossas palavras
Muitas divisões começam por meio de palavras precipitadas. Uma opinião é expressa sem amor, uma crítica é divulgada publicamente ou uma conversa se transforma em acusação.
Se pertencemos a Cristo, nossa língua também pertence a Ele. Não podemos utilizar as palavras de qualquer maneira. Devemos falar a verdade, mas sempre buscando edificar.
Isso não significa evitar toda conversa difícil. Existem momentos em que o erro precisa ser confrontado. Contudo, podemos corrigir sem humilhar e discordar sem odiar.
Antes de falar, é sábio perguntar se nossas palavras são necessárias, verdadeiras e apropriadas. Também precisamos examinar se estamos tentando ajudar ou apenas vencer uma discussão.
O domínio da língua é uma demonstração prática de submissão a Cristo. Uma pessoa pode conhecer muita teologia, mas revelar pouca maturidade na forma como trata os outros.
O senhorio de Cristo alcança nossos relacionamentos
Pertencer ao Senhor transforma a maneira como tratamos a família, os amigos, os irmãos da igreja e até aqueles que nos ofendem.
Não podemos alimentar rancor indefinidamente e afirmar que estamos vivendo para Cristo. O Evangelho nos chama ao perdão, à reconciliação e à busca pela paz, sempre que isso for possível.
Perdoar não significa chamar o mal de bem nem permitir abusos. Algumas situações exigem limites, distância e medidas de proteção. Porém, o coração não deve ser governado pela vingança.
Também somos chamados a servir. Em vez de perguntar apenas o que os outros podem fazer por nós, devemos procurar oportunidades para ajudá-los.
Jesus, sendo Senhor, lavou os pés dos discípulos. Seu exemplo mostra que autoridade no Reino não é uma oportunidade para exaltação pessoal, mas para serviço humilde.
O senhorio de Cristo alcança nossos recursos
Dinheiro, bens e oportunidades também devem ser administrados diante de Deus. Não somos donos absolutos de nada. Somos mordomos de recursos que pertencem ao Senhor.
Isso exige honestidade no trabalho, responsabilidade com as despesas e generosidade com os necessitados. O cristão não deve usar tudo apenas para satisfazer desejos pessoais.
A forma como utilizamos o dinheiro revela prioridades. Onde colocamos nossos recursos, frequentemente colocamos também o coração.
Não existe pecado em possuir bens, mas existe grande perigo em permitir que os bens nos possuam. A riqueza não deve tornar-se nossa segurança, identidade ou esperança.
Quando reconhecemos que pertencemos a Cristo, aprendemos a perguntar como nossos recursos podem servir à família, à igreja, ao próximo e ao avanço do Evangelho.
Viver para Cristo em um mundo passageiro
Este mundo oferece muitas coisas capazes de ocupar nossa atenção. Buscamos reconhecimento, conforto, estabilidade e sucesso. Algumas dessas coisas podem ser recebidas com gratidão, mas nenhuma delas permanecerá para sempre.
As riquezas serão deixadas para trás. A fama será esquecida. Os conflitos que hoje parecem tão importantes terminarão. Até nosso corpo retornará ao pó, caso Cristo não volte antes.
Entretanto, aquele que pertence ao Senhor possui uma esperança eterna. A morte não encerra sua história. Cristo é Senhor tanto dos vivos quanto dos mortos.
Essa certeza deve reorganizar nossas prioridades. Não vivemos apenas para acumular coisas, receber aplausos ou vencer discussões. Vivemos para agradar ao Rei que nos resgatou.
Tudo aquilo que é feito em obediência a Cristo possui valor eterno. Mesmo as tarefas simples podem glorificar a Deus quando realizadas com fé.
Conclusão: vivamos como propriedade de Cristo
Jesus Cristo morreu e ressuscitou para ser Senhor dos mortos e dos vivos. Ele não apenas nos oferece ajuda em alguns momentos da vida; reivindica todo o nosso ser.
Fomos comprados por Seu sangue, libertos do domínio do pecado e chamados a uma nova vida. Nossa liberdade não consiste em fazer qualquer coisa, mas em servir voluntariamente ao Senhor que nos amou.
Essa verdade deve transformar a forma como lidamos com diferenças dentro da igreja. Nem toda discordância justifica divisão. Precisamos distinguir a doutrina essencial das opiniões secundárias, evitando desprezar ou condenar irmãos que pertencem ao mesmo Cristo.
Também devemos usar com fidelidade aquilo que recebemos. Nosso tempo, corpo, dinheiro, capacidades e relacionamentos pertencem ao Senhor. Um dia prestaremos contas da maneira como administramos essas dádivas.
Que vivamos com humildade, buscando a paz e a edificação mútua. Que nossas palavras curem em vez de ferir, que nossos recursos sirvam ao bem e que nossas decisões revelem submissão à vontade divina.
Não pertencemos mais a nós mesmos. Pertencemos Àquele que nos amou e entregou Sua vida por nós. E essa não é uma perda, mas nossa maior segurança.
Quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor. Que essa convicção governe nosso coração e faça de toda a nossa vida uma expressão de gratidão, obediência e amor ao Rei dos reis.
22 comments on “Somos do Senhor”
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Aleluia eu sou propriedade exclusiva do pai
Eu amo o meu senhor,eu sou do meu amado e Ele é meu Em nome de Jesus Amém
Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, te peço a tua proteção, pois tu és bondoso e misericordioso! Jesus, médico dos médicos, me ajuda a restabelecer a minha saúde e que tudo corra bem no procedimento médico que vou fazer hoje! Minha fé em Ti meu Deus é cada vez maior, me ajuda pois preciso muito de Ti Senhor para sempre seguir as tuas palavras! Perdoa os meus pecados para sempre estar ao teu lado Senhor! Louvado seja Deus, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!
Amém eu e minha família somos de Jesus Cristo obrigada meu senhor Deus por tudo.me ensina a fazer suas vontades cada vez mais.entender senhor as diferenças e respeitar como se fosse eu mesma.em nome de Jesus Cristo meu senhor.
Glória a Deus amém
Senhor meu Deus ele é o ar que eu respiro tudo na minha vida .Gloria a Deus amém. …….
Glória a Deus. Amém!
Bom dia,Aristarte,seja qual for o procedimento médico que for passar,as mãos do nosso criador Deus está com os médicos em nome do senhor Jesus,pode acreditar. Deus todo poderoso pai da bondade e do amor eu te peço perdão dos meus pecados em nome do senhor Jesus Cristo amém,e que o senhor tem misericórdia de mim senhor,eu amo ao senhor Jesus Cristo.
Como diz o texto: somos do Senhor, e se de fato,formos Dele, temos que viver de acordo com seus preceitos, fazer a Sua vontade,e não a nossa,mortificar o nosso Eu,fazer somente todo o possível para agradá-Lo. entender que este mundo é passageiro, somos estrangeiros,que tudo irá passar, tudo mesmo. Mas se agirmos de acordo com a Sua palavra,temos a certeza, que somos do Senhor, e permanecemos para sempre. Amigo Em Cristo, Aristarte…Que O Senhor,te abençoe e te guarde,que Ele faça resplandecer sobre ti,a luz Do Seu rosto,e Tenha misericórdia de ti, Em nome de Cristo Jesus.
Queridos amigos e amigas em Cristo,gostaria de lhes convidar,para conhecer o canal do YouTube que foi criado para divulgar a palavra de Deus. Se desejarem,se inscrevam para ajudar que o canal cresça e assim possa alcançar mais vidas,mais almas. O endereço para entrarem no canal é: http://www.youtube.com/chanel/U
Amigos e amigas. A postagem anterior,onde fiz o convite para vocês visitarem o canal: Jesus Cristo é o Senhor… Saiu com o endereço errado. O endereço correto é: http://www.youtube.com/chanel/U ZGuHDwjKbQCxclQG4voLjw?view_as=subscriber
Amém!
Amém! Glória a Deus 🙌🙌…
Amém! Gloria a Deus toda honra e toda glória agora e para sempre.Te amo Jesus meu Senhor e Salvador 🙏🙏
Deus obrigado por o senhor me escolher para eu andar no caminho do senhor só tenho que agradecer por amor do senhor na minha vida porque sem o senhor não sou nada só o senhor para oferecer tudo de bom por que o mundo não tem nada para oferecer por isso escolhi o senhor muito obrigado por tudo amém
Nós devemos ser gratos por tudo que Deus faz por nós. Não desprezemos o amor de Deus e nem seu santíssimo nome, gloriemos seu Santo Espírito e sigamos seus mandamentos parar que alcancemos o reino dos céus. Confinemos na palavra do Senhor e dedicamos todo nosso amor a Ele. Amém!
Amém! 🙏🏻
Glórias a Deus em nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! 🙌🏻
Que Deus abençoe a todos nós! 🙏🏻
Aleluias!!
Devemos dedicar uma boa parte das nossas vidas para fazermos coisas para Deus, para glorificarmos Ele, mostrá-lo nossa lealdade e fidelidade, dentre outras coisas. O amor de Deus por nós é indecifrável e incomparável. Portanto, retribuamos o mesmo amor que Ele sente por nós da maneira mais genuína e pura que conseguirmos. Deus é amor, e nós o amamos. Amém!
Louvado seja Deus Glórias e Glórias para o único e Poderoso Deus que o Senhor Pai me dê Sabedoria para viver somente para o Senhor Jesus te abençoe Paipai em nome de Jesus Cristo Amém 🙏
Amém obrigada meu senhor Jesus Cristo pelo seu eterno amor po mim e minha família.
Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, agradeço Pai todas as maravilhas que tem feito na minha vida e da minha familia. Obrigado Jesus pelas reiteradas bênçãos que tem me dado e por ouvir as minhas orações em todos os momentos em que Te invoco. Senhor só sei viver ao Teu lado, pois Tu és poderoso e misericordioso. Obrigado Senhor por nos livrar de todos os males e nos proteger das coisas ruins. Faz com que nós sempre sigamos as Tuas Santas Palavras a fim de que obtenhamos a vida eterna. Toda honra e toda glória seja dada a Ti Senhor. Glória a Deus, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo de Deus! Jesus de a mim e a todos os irmãos em Cristo um feliz Natal! Amém!
Nós somos propriedades de Deus. Por isso, não nos deixemos levar por provocações do inimigo, estejamos sempre com os nossos pensamentos e sentimentos voltados para o nosso pai. Não temamos, pois Ele olha por nós e nos ajuda a cada dia de nossas vidas. Dessa forma, devemos glorifica-lo, amá-lo e fazer de todo o possível para fazer jus a tudo que Ele faz por nós. Estejamos sempre ao seu lado. Amém!