Pelos seus frutos os conhecereis

Os verdadeiros discípulos de Cristo são reconhecidos pelos frutos que produzem. Por isso, diante de tantas vozes religiosas, precisamos aprender a identificar os profetas que profetizam mentiras e permanecer firmes na verdade. Não são a aparência, os títulos ou a popularidade que comprovam um ministério, mas sua fidelidade à Palavra e os frutos de sua vida.

Essa verdade foi ensinada claramente por Jesus e continua sendo indispensável para a igreja. Assim como uma árvore pode ser conhecida pela qualidade de seus frutos, a condição espiritual de uma pessoa acaba sendo revelada por suas palavras, decisões, prioridades e comportamento. Alguém pode esconder suas verdadeiras intenções durante algum tempo, mas os frutos tornam visível aquilo que está enraizado no coração.

Vivemos em uma época na qual qualquer pessoa pode construir rapidamente uma aparência de autoridade espiritual. As redes sociais permitem que alguém alcance milhares de ouvintes, publique mensagens emocionantes e se apresente como pastor, profeta, apóstolo ou mestre. Entretanto, uma grande audiência não é uma confirmação automática da aprovação de Deus.

Por essa razão, o cristão não deve aceitar todo ensinamento apenas porque ele menciona Jesus, utiliza versículos ou provoca uma forte emoção. A Bíblia é nossa única regra segura para examinar aquilo que ouvimos. Sem conhecimento das Escrituras, ficamos vulneráveis à manipulação de pessoas que empregam uma linguagem cristã, mas apresentam um evangelho completamente diferente.

Jesus advertiu sobre os falsos profetas

Cristo não tratou o perigo do engano espiritual como um assunto secundário. Ele advertiu diretamente Seus discípulos e utilizou uma imagem forte para descrever aqueles que se aproximariam da comunidade da fé escondendo suas verdadeiras intenções.

15 Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.

16 Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?

17 Semelhantemente, toda árvore boa dá frutos bons, mas a árvore ruim dá frutos ruins.

Mateus 7:15-17

Observe que Jesus começa dizendo: “Cuidado”. Essa palavra exige atenção, vigilância e discernimento. O Senhor não ordenou que Seus discípulos fossem desconfiados de todas as pessoas, mas também não permitiu que fossem ingênuos diante daqueles que falam em nome de Deus.

Os falsos profetas não se apresentam como inimigos declarados da igreja. Eles chegam vestidos de ovelhas, utilizando a linguagem do povo de Deus, citando passagens bíblicas e demonstrando uma aparência de piedade. Exteriormente, podem parecer humildes, compassivos e profundamente espirituais. Interiormente, porém, são comparados a lobos devoradores.

Um lobo não se aproxima do rebanho para protegê-lo, mas para se alimentar dele. Da mesma maneira, o falso mestre não está verdadeiramente interessado na salvação, no crescimento ou na santidade das pessoas. Ele utiliza o rebanho para obter dinheiro, influência, controle, prazer ou reconhecimento.

A aparência de ovelha torna o perigo ainda maior. Se os falsos profetas demonstrassem imediatamente suas intenções, poucos os seguiriam. O engano funciona justamente porque mistura algumas verdades com mentiras, palavras bíblicas com interpretações distorcidas e gestos religiosos com motivações egoístas.

Os frutos revelam a natureza da árvore

Jesus apresentou um critério objetivo: “Vocês os reconhecerão por seus frutos”. Ele não disse que seriam reconhecidos por sua roupa, voz, eloquência, número de seguidores ou manifestações extraordinárias. O fruto é aquilo que a árvore produz naturalmente porque corresponde à sua natureza.

Uma árvore boa não se torna boa simplesmente porque alguém colocou frutos bonitos sobre seus galhos. O fruto verdadeiro nasce de dentro. Da mesma maneira, uma pessoa não se torna discípula de Cristo apenas porque aprendeu comportamentos religiosos ou desenvolveu uma imagem pública convincente.

Os frutos devem ser examinados ao longo do tempo. Uma atitude isolada pode ser enganosa, tanto positiva quanto negativamente. Um verdadeiro cristão ainda pode cometer erros, e um falso mestre pode realizar ocasionalmente algo que pareça bom. O que deve ser observado é o padrão constante de sua vida e de seu ensino.

Os bons frutos incluem amor pela verdade, humildade, domínio próprio, integridade, misericórdia, arrependimento, fidelidade e submissão às Escrituras. Não se trata de perfeição sem pecado, mas de uma vida que demonstra transformação e luta sincera contra o mal.

Os frutos ruins, por outro lado, aparecem na forma de ganância, mentira, manipulação, imoralidade, arrogância, abuso de autoridade e desprezo pela Palavra. Quando esses comportamentos se tornam constantes e são protegidos em vez de confrontados, existe uma razão séria para questionar a autenticidade daquele ministério.

A doutrina também faz parte dos frutos

Algumas pessoas afirmam que não devemos avaliar a doutrina de um líder, mas somente observar se ele parece bondoso. Essa separação não é bíblica. O ensino de uma pessoa também é um fruto, porque procede de suas convicções e influencia diretamente aqueles que a escutam.

Um falso mestre pode demonstrar simpatia, falar suavemente e envolver-se em atividades sociais enquanto conduz seus seguidores para longe do evangelho. A bondade aparente não transforma uma mentira espiritual em verdade. O amor genuíno jamais exige que abandonemos aquilo que Deus revelou.

Paulo ensinou que, mesmo que um anjo do céu anunciasse um evangelho diferente, deveria ser rejeitado. A mensagem cristã não pode ser alterada para agradar à cultura, aumentar a popularidade de uma congregação ou fortalecer o poder de um líder.

O evangelho verdadeiro anuncia que Deus é santo, o homem é pecador, Cristo morreu e ressuscitou, e a salvação é recebida pela graça mediante a fé. Ele chama o pecador ao arrependimento, à confiança em Jesus e a uma vida de obediência.

Quando essas verdades são substituídas por promessas de prosperidade, autoestima, sucesso pessoal ou realização de sonhos, o centro da mensagem deixa de ser Cristo. Por isso, precisamos ter cuidado com frases cristãs que parecem bonitas, mas são antibíblicas. Uma mensagem pode emocionar e ainda assim contradizer a Palavra de Deus.

A Bíblia é o padrão para examinar toda mensagem

A segurança do cristão não está em sua capacidade natural de perceber mentiras. Pessoas inteligentes também podem ser enganadas. Nossa proteção está na Palavra de Deus, que ilumina o caminho, corrige nossos pensamentos e revela os princípios pelos quais todo ensinamento deve ser avaliado.

Os bereanos foram elogiados porque receberam a mensagem de Paulo com interesse, mas examinavam diariamente as Escrituras para verificar se aquilo que ouviam era verdadeiro. Eles não rejeitaram automaticamente o mensageiro, porém também não aceitaram suas palavras sem avaliação.

Esse equilíbrio é necessário. Algumas pessoas acreditam em tudo e tornam-se vítimas de qualquer novidade religiosa. Outras desenvolvem um espírito tão crítico que rejeitam até mesmo ensinamentos bíblicos. O discernimento cristão evita os dois extremos.

Examinar as Escrituras exige mais do que procurar um versículo isolado que pareça confirmar uma opinião. Precisamos considerar o contexto, o propósito do autor, o conjunto do ensino bíblico e a centralidade de Cristo. Muitos erros surgem quando uma passagem é retirada de seu contexto e utilizada para sustentar uma ideia que o texto nunca ensinou.

Os falsos mestres também citam a Bíblia. O próprio diabo utilizou palavras das Escrituras durante a tentação de Jesus. Cristo respondeu demonstrando que um versículo não pode ser usado para contradizer o restante da revelação divina.

Nem toda manifestação espiritual vem de Deus

O apóstolo João ordenou que os cristãos não cressem em todo espírito, mas provassem se os espíritos procediam de Deus. Essa advertência mostra que nem toda experiência sobrenatural, profecia, sonho ou revelação deve ser recebida automaticamente como divina.

Uma pessoa pode falar com convicção, utilizar um tom emocional e afirmar repetidamente que Deus lhe revelou algo. Ainda assim, sua mensagem precisa ser examinada. Dizer “Deus me disse” não coloca alguém acima da avaliação bíblica.

Os falsos profetas frequentemente utilizam essas expressões para impedir questionamentos. Seus seguidores ficam com medo de avaliar a mensagem porque pensam que estariam resistindo ao próprio Deus. Assim, a suposta revelação transforma-se em um instrumento de controle.

O cristão maduro aprende a examinar biblicamente aquilo que é apresentado como revelação de Deus. Nenhuma experiência possui autoridade para corrigir, substituir ou acrescentar uma nova doutrina às Escrituras.

Emoções também não são uma prova definitiva. Uma mensagem pode produzir lágrimas, entusiasmo ou arrepios sem ser verdadeira. A música, o ambiente, a repetição de palavras e a habilidade do comunicador podem provocar reações intensas. A verdade, porém, não é determinada pela força de nossa experiência.

O perigo da exploração financeira

Um dos frutos mais comuns dos falsos mestres é o amor ao dinheiro. Eles transformam a fé em negócio, as promessas de Deus em produtos e as necessidades do povo em oportunidades de lucro.

Esses líderes associam frequentemente a bênção divina à quantidade oferecida. Prometem cura, emprego, casamento, libertação ou prosperidade em troca de contribuições financeiras. A oferta deixa de ser um ato voluntário de adoração e passa a ser apresentada como um pagamento para receber favores.

A Bíblia ensina a generosidade e a responsabilidade de sustentar a obra legítima do evangelho. Entretanto, jamais permite que alguém venda milagres, perdão, profecias ou acesso especial a Deus. A graça não pode ser comprada.

Pedro advertiu que falsos mestres explorariam as pessoas por meio de palavras fingidas. Esse comportamento revela que a exploração religiosa não é um problema novo. Desde os primeiros séculos, homens gananciosos tentam utilizar o nome de Deus para enriquecer.

Devemos observar a maneira como o líder lida com dinheiro, transparência e prestação de contas. Um ministério que esconde informações, pressiona continuamente os necessitados e concentra recursos no luxo pessoal de seus dirigentes produz frutos preocupantes.

A busca por fama e poder religioso

Outro fruto perigoso é a necessidade constante de exaltação. Alguns líderes desejam ser tratados como pessoas superiores, intocáveis e incapazes de errar. Criam ao redor de si uma cultura na qual qualquer pergunta é considerada rebeldia.

A autoridade pastoral é bíblica, mas não é absoluta. O pastor é um servo de Cristo e permanece debaixo da autoridade da Palavra. Ele não possui direito de controlar todos os aspectos da vida dos membros nem exigir uma lealdade que pertence somente a Jesus.

O verdadeiro líder não constrói discípulos para si mesmo. Ele ensina as pessoas a dependerem de Cristo, conhecerem as Escrituras e crescerem em maturidade. Seu objetivo não é tornar o rebanho emocionalmente dependente de sua personalidade.

João Batista demonstrou a atitude correta ao declarar que Cristo deveria crescer e ele diminuir. Paulo também rejeitou a formação de grupos centrados em personalidades humanas. Um dizia pertencer a Paulo, outro a Apolo, mas o apóstolo lembrou que somente Deus concedia o crescimento.

Quando um líder fala mais sobre si mesmo do que sobre Cristo, exige admiração constante e não aceita correção, seus frutos precisam ser examinados com seriedade.

O caráter importa tanto quanto a habilidade

Uma pessoa pode possuir grande habilidade para falar, cantar, organizar ou influenciar multidões e ainda assim não possuir um caráter aprovado. Talento não é a mesma coisa que maturidade espiritual.

As qualificações bíblicas para os líderes da igreja concentram-se principalmente no caráter. Paulo menciona domínio próprio, fidelidade conjugal, sobriedade, hospitalidade, capacidade de ensinar e uma boa reputação. Ele não coloca a popularidade, a aparência ou a riqueza entre os critérios.

Isso não significa que a competência não tenha importância. Quem ensina deve conhecer a Palavra e ser capaz de comunicá-la. Entretanto, a habilidade jamais pode compensar uma vida marcada por pecado persistente e ausência de arrependimento.

A igreja pode ser tentada a proteger um líder talentoso porque teme perder sua influência. Contudo, quando encobre abusos, mentiras ou imoralidade para preservar uma instituição, demonstra que valoriza mais o sucesso visível do que a santidade.

A restauração de uma pessoa arrependida é possível, mas o perdão não elimina automaticamente todas as consequências nem restaura imediatamente alguém a uma posição de liderança. A proteção do rebanho e a honra do nome de Cristo devem ser consideradas.

Os verdadeiros frutos do Espírito

Paulo descreve o fruto do Espírito como amor, alegria, paz, paciência, bondade, benignidade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Essas virtudes não são produzidas apenas pelo esforço humano, mas pela ação do Espírito Santo naqueles que pertencem a Cristo.

O amor bíblico não consiste em aprovar tudo. Ele procura o verdadeiro bem do próximo e, por isso, também corrige quando necessário. A alegria não depende somente de circunstâncias favoráveis, e a paz não significa ausência completa de conflitos.

A paciência é revelada na maneira como tratamos pessoas difíceis. A bondade aparece em ações concretas, enquanto a fidelidade demonstra constância e confiança. A mansidão não é fraqueza, mas força controlada, e o domínio próprio mostra que nossos desejos não governam nossa vida.

Esses frutos devem aparecer não apenas diante de uma congregação, mas também nos relacionamentos mais próximos. É relativamente fácil demonstrar gentileza em público durante algumas horas. O caráter verdadeiro é revelado na maneira como alguém trata sua família, seus funcionários e as pessoas das quais não pode obter vantagens.

Nenhum cristão manifesta perfeitamente todas essas virtudes. Ainda lutamos contra o pecado. Contudo, deve existir crescimento, arrependimento e desejo sincero de obedecer. Onde o Espírito de Deus habita, Ele produz transformação real.

Frutos não são o fundamento da salvação

Ao falar sobre frutos, precisamos evitar o erro de pensar que somos salvos porque conseguimos produzir boas obras. A salvação é pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus Cristo, e não pelo mérito humano.

Entretanto, a fé que salva nunca permanece completamente sem frutos. As obras não são a raiz da salvação, mas sua evidência. Uma árvore não está viva porque alguém colocou frutos nela; ela produz frutos porque possui vida.

Da mesma forma, o cristão não pratica boas obras para comprar a aceitação de Deus. Ele começa a obedecer porque já foi alcançado pela graça, recebeu um novo coração e deseja agradar ao Salvador.

Tiago ensina que a fé sem obras está morta. Isso não contradiz Paulo, que afirma a justificação pela fé. Tiago combate uma profissão vazia, na qual alguém diz acreditar, mas sua vida nunca demonstra qualquer transformação.

Devemos evitar tanto o legalismo quanto uma graça sem transformação. O legalismo tenta alcançar a salvação pelas obras. A falsa graça utiliza o perdão como desculpa para permanecer no pecado. O evangelho verdadeiro salva gratuitamente e depois transforma profundamente.

Devemos examinar também nossos próprios frutos

É fácil utilizar a advertência de Jesus apenas para avaliar pregadores e líderes. Entretanto, cada cristão precisa examinar a própria vida. Que tipo de fruto estamos produzindo em nossa casa, no trabalho, na igreja e em nossas conversas?

Podemos reconhecer erros doutrinários nos outros e, ao mesmo tempo, alimentar orgulho, amargura e falta de misericórdia. O discernimento sem humildade transforma-se em arrogância espiritual.

Jesus advertiu contra tentar retirar o argueiro do olho do irmão enquanto existe uma trave em nosso próprio olho. Ele não proibiu toda correção, mas ensinou que precisamos primeiro examinar a nós mesmos.

Quando percebemos frutos ruins, devemos confessar o pecado e buscar a graça de Deus. Não precisamos esconder nossas falhas para preservar uma aparência de perfeição. O verdadeiro discípulo não é aquele que nunca erra, mas aquele que se arrepende e retorna ao caminho.

Também devemos perguntar se nossa doutrina está produzindo humildade, amor e santidade. É possível possuir conhecimentos teológicos e utilizá-los apenas para vencer discussões. A verdade deve transformar não somente nossa mente, mas também nosso caráter.

Como desenvolver discernimento espiritual

O discernimento cresce por meio do conhecimento constante da Palavra. Assim como alguém aprende a identificar uma moeda falsa conhecendo bem a verdadeira, o cristão reconhece o erro quando está familiarizado com a verdade.

Precisamos desenvolver o hábito da leitura bíblica cuidadosa. Não basta depender de pequenos trechos publicados nas redes sociais. Devemos ler livros inteiros da Bíblia, observar seus contextos e compreender como cada parte se relaciona com a mensagem central da redenção.

A oração também é necessária. Devemos pedir sabedoria ao Senhor e reconhecer que podemos ser enganados. Um coração orgulhoso acredita que nunca cairá, enquanto o coração humilde vigia e depende da graça.

A comunhão com uma igreja saudável oferece proteção. Pastores fiéis, irmãos maduros e uma comunidade comprometida com as Escrituras podem ajudar-nos a perceber perigos que não enxergamos sozinhos.

Também devemos evitar tomar decisões importantes apenas sob forte pressão emocional. Falsos líderes criam frequentemente ambientes nos quais as pessoas são pressionadas a oferecer dinheiro, assumir compromissos ou aceitar profecias sem tempo para pensar.

A verdade não teme ser examinada. Um líder fiel não ficará ofendido porque alguém deseja comparar seu ensinamento com as Escrituras. Pelo contrário, ficará satisfeito ao ver cristãos crescendo em maturidade.

Discernimento não significa perseguição

Reconhecer falsos ensinamentos não nos dá permissão para acusar irresponsavelmente qualquer pessoa. Devemos evitar espalhar boatos, interpretar motivações que não conhecemos ou chamar alguém de falso profeta por causa de uma discordância secundária.

Existem diferenças entre cristãos sinceros em temas que não alteram o evangelho. Nem toda interpretação diferente representa heresia. Precisamos distinguir entre um erro grave, uma imprecisão, uma opinião e uma doutrina central da fé.

As acusações devem ser baseadas em evidências e tratadas com justiça. A Bíblia não permite que condenemos alguém apenas porque não gostamos de seu estilo ou personalidade. O discernimento verdadeiro caminha juntamente com o amor, a paciência e a responsabilidade.

Ao mesmo tempo, o amor não pode ser usado como desculpa para tolerar abusos ou falsos evangelhos. Proteger o rebanho também é uma expressão de amor. Paulo nomeou falsos mestres quando isso foi necessário e advertiu a igreja sobre seus perigos.

O objetivo da correção bíblica não deve ser alimentar polêmicas ou construir uma reputação de superioridade. Deve ser preservar a verdade, proteger pessoas vulneráveis e chamar o pecador ao arrependimento.

A igreja deve permanecer firme até a volta de Cristo

Jesus afirmou que falsos cristos e falsos profetas surgiriam e tentariam enganar muitos. Essa realidade deve levar a igreja à vigilância, especialmente enquanto aguardamos a vinda do Filho do Homem.

A expectativa da volta de Cristo não deve produzir especulações vazias, mas fidelidade. Enquanto esperamos, somos chamados a guardar o evangelho, crescer em santidade, servir ao próximo e rejeitar ensinamentos que afastam as pessoas do Senhor.

O falso evangelho promete uma vida centrada no homem. O evangelho verdadeiro anuncia o senhorio de Cristo. O falso mestre alimenta o ego; o verdadeiro servo chama ao arrependimento. Um promete ausência de sofrimento; o outro ensina a carregar a cruz e permanecer fiel.

Chegará o dia em que todas as obras serão reveladas. Ministérios construídos sobre manipulação, vaidade e mentira não permanecerão. Somente aquilo que foi realizado em fidelidade ao Senhor resistirá.

Conclusão

Jesus nos ensinou que os falsos profetas seriam reconhecidos por seus frutos. Por isso, não devemos ser impressionados apenas por palavras bonitas, manifestações extraordinárias, títulos religiosos ou grandes multidões.

Precisamos observar a doutrina, o caráter, a maneira como o dinheiro é administrado, o tratamento dado às pessoas e a disposição do líder para prestar contas. Uma árvore boa produz frutos compatíveis com o evangelho; uma árvore ruim acaba revelando sua verdadeira natureza.

Ao mesmo tempo, devemos examinar nossos próprios frutos. Não basta identificar o erro dos outros. Precisamos permitir que a Palavra confronte nossa vida, produza arrependimento e forme em nós o caráter de Cristo.

Que o Senhor nos conceda discernimento sem arrogância, firmeza sem crueldade e amor sem ingenuidade. Que sejamos cristãos profundamente enraizados nas Escrituras, capazes de reconhecer a voz do verdadeiro Pastor e rejeitar a voz dos estranhos.

Que Deus nos transforme em árvores boas, alimentadas pela verdade e capazes de produzir frutos de justiça, amor, humildade, fidelidade e santidade. E que toda a nossa vida glorifique o Pai que está nos céus, enquanto permanecemos firmes no verdadeiro evangelho de Jesus Cristo.

A vinda do Senhor
Oração pelo perigo da língua enganadora

55 comments on “Pelos seus frutos os conhecereis

  1. Amém que Deus nos possa dar o entendimento divino e que o espírito santo nos guie a todo momento e em todas as áreas das nossas vidas

  2. Meu Senhor e meu Deus obrigado por sempre me mostrar os traidores e as falsas profecias! Tem misericórdia de mim meu Deus, em nome de Jesus te peço, e me tira desse deserto, pois sempre me destes as bênçãos desejadas! Perdoa os meus pecados Jesus, pois quero sempre seguir a tua Santa palavra com a ajuda do Espírito Santo de Deus! Amém!

  3. Senhor Jesus o Senhor já me tirou de tantas complicações , é sinal de seu amor por mim, agora preciso resolver as questões sobre meu apartamento é relacionamento, que estão nas mãos do Senhor amém

  4. Obrigado Jesus, mais um dia em sua companhia. Livra-me das árvores que não dá bons frutos. Livra-me de todo o mal, e abençoe a minha família.

  5. Pai meu Deus por meio do seu filho Jesus e o Esperito que está em mim, ajuda-me a ter discernimento para com os falsos profetas. Obrigado meu Deus a misericórdia e abre os meus olhos e ouvidos em nome de Jesus.

  6. senhor meu DEUS, estou aqui pra te agradecer por dar nos sabedoria e proteção para que saibamos perceber o perigo que nos ronda diante de pessoas que não nos fazem bem ! TE AMO E TE AGRADEÇO , GLÓRIAS,ALELUIAS, E QUE DIMINUA EU PRA QUE TU CRESÇA SENHOR, MAIS E MAIS , Em nome de JESUS CRISTO , AMÉM 🙏🏻 De Japatech

  7. Meu Senhor e meu Deus peço em nome de Jesus que nos de livramentos de todos males do inimigo e de falsos profetas…me de sabedoria e discernimento para sempre está no caminho do Senhor…Amém

  8. Senhor pesso a ti que jamais deiche eu ser enganado pelas corrupções desse mundo porque eu já sofri Dimais agora somente quero fazer a tua vontade meu Deus

  9. Amém! Pai nos te amamos e te glorificamos, pedimos a tua graça e o teu favor. Nos ajude e nos ensine a dar frutos bons, e a conhecer as árvores que dão frutos maus.em nome de Jesus. Amém

  10. Sr. Mi abra os olhos, para que eu consiga ver a sua grandeza, e ilumine a minha mente para que seja capaz de suportar os seus mandamentos e viver segundo a sua vontade.

  11. 🤨Senhor abençoe nossos lares contra os inimigos com pele de ovelhas. Toda honra e glória pertence a ti o pai(Deus). Amém 🙏🙏🙏🙏

  12. Com certeza ver a muitos profetas que diz que é verdadeira por isso que a gente tem que ler muito a Bíblia para conhecer os profetas verdadeiros e não ser enganado por esses falsos profetas por isso eu peço Deus me ensina a conhecer a tua palavra e o teus profetas para que eu não seja enganado Abra os Meus Olhos para enxergar os profetas enviado pelo Senhor AMÉM

  13. É verdade toda árvore ruim seus frutos são estragados,mais a árvore Boa dar bons frutos,obrigada meu Deus por essa palavra amém 🙏🙏

  14. Amém senhor meu Deus maravilhoso me ajude a cada dia entender suas palavras e cuida de mim e da minha família nós livrar dos falsos profetas que não dão bons frutos.amem

  15. Que nós saibamos plantar e colher frutos bons, pois com eles surgiram boas coisas em nossas vidas e seremos extremamente glorificados. Tenhamos sempre fé e esperança nas palavras de Deus, peçamos a Ele que nos faça encontrar locais saudáveis para plantarmos nossos frutos e assim, eles crescerem de forma esplêndida. Deus sabe o que faz e nos devemos saber o que plantar e o que colher. Amém!

  16. Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, Te peco Pai que livre a mim e a minha família dos falsos profetas e das más companhias, a fim de que sempre andemos nos Teus caminhos. Nos livra Jesus de todos os males e nos protege para que possamos honrar o Teu Santo Nome. Obrigado Jesus por segurar as minhas mãos todos os dias e me mostrar o caminho da salvação. Toda honra e toda glória seja dada a Ti Senhor! Glória a Deus, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!

  17. A Bíblia fala dos falsos profetas por isso que a gente tem que ficar muito atento para que a gente não caia porque Deus mostra esses são os verdadeiros profetas que ensina a palavra dele e não nos engana e os profetas falsos eles enganam com as palavras dele que não seja de Deus porque Deus ensina as coisas boas como ele fala da árvore boa e da árvore ruim a gente tem que aprender muito com Deus porque ele só ensina coisas boas agradecemos por tudo que Deus faz na nossa vida e sem ele nós não é nada obrigado Deus amém

  18. Na vida precisamos ter muita sabedoria, principalmente na hora de plantar bons frutos, pois colhemos aquilo que plantamos, então, é necessário fazermos tudo com bastante sensatez para não colher nem um fruto podre. Além disso, precisamos também perdoar aqueles que nos amaldiçoaram nos dando frutos podres e devemos desejar que seus corações sejam limpos com o bem. Amém!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *