Peça e você receberá

Damos glória a Deus porque, por meio de Jesus Cristo, recebemos livre acesso à presença do Pai. Aquilo que o pecado havia separado foi restaurado pela cruz, e agora somos convidados a buscar a Deus com sinceridade, fé e confiança, sabendo que Ele recebe todos os que se aproximam por meio de Seu Filho.

A separação causada pelo pecado

No princípio, Deus criou o ser humano para viver em perfeita comunhão com Ele. Adão e Eva desfrutavam da presença divina sem culpa, vergonha ou medo. Não existia uma barreira entre o Criador e Suas criaturas, pois tudo havia sido feito de maneira boa, santa e harmoniosa. O homem conhecia a voz do Senhor, recebia Suas instruções e podia desfrutar livremente das bênçãos preparadas no jardim do Éden.

Entretanto, essa comunhão foi rompida quando Adão desobedeceu à ordem divina. Ao escolher o caminho da rebeldia, ele não prejudicou apenas a própria vida, mas introduziu o pecado na experiência de toda a humanidade. A partir daquele momento, surgiram a culpa, o medo, a vergonha, o sofrimento e a morte. O homem, que antes caminhava em comunhão com Deus, passou a esconder-se de Sua presença.

O pecado não deve ser entendido apenas como uma falha moral de pouca importância. Ele representa uma rejeição à autoridade do Criador e uma tentativa humana de viver independentemente dEle. Por isso, suas consequências são tão profundas. O pecado afeta nossos pensamentos, desejos, relacionamentos, decisões e nossa própria capacidade de aproximar-nos de Deus por nossos méritos.

Nenhum esforço humano poderia remover essa separação. Boas obras, conhecimento religioso, promessas pessoais e rituais externos jamais seriam suficientes para apagar a culpa. A humanidade precisava de uma intervenção que viesse do próprio Deus. Precisávamos de alguém completamente santo, capaz de assumir nossa condenação e oferecer uma justiça perfeita em nosso lugar.

Deus tomou a iniciativa de nos resgatar

A maravilhosa notícia do evangelho é que Deus não deixou a humanidade entregue à própria destruição. Embora o homem tivesse se afastado, o Senhor tomou a iniciativa de buscar, resgatar e reconciliar pecadores consigo mesmo. A salvação não começou com o homem tentando encontrar Deus, mas com Deus vindo ao encontro do homem perdido.

Jesus Cristo, o Filho de Deus, entrou na história humana, viveu sem pecado e cumpriu perfeitamente a vontade do Pai. Ele não veio apenas para nos oferecer bons conselhos ou ensinar princípios morais. Cristo veio para realizar a obra que nenhum de nós poderia realizar. Ele assumiu voluntariamente a posição do pecador e recebeu sobre Si a condenação que nós merecíamos.

Na cruz, Jesus suportou a ira justa de Deus contra o pecado. Seu sofrimento não foi um acidente histórico nem uma derrota inesperada. Ele entregou Sua vida como um sacrifício perfeito, suficiente e definitivo. O sangue de animais utilizado no Antigo Testamento apontava para essa obra maior que seria realizada pelo verdadeiro Cordeiro de Deus.

Por meio da morte e da ressurreição de Cristo, a dívida daqueles que creem foi paga. A justiça divina foi satisfeita e o caminho da reconciliação foi aberto. Isso significa que nossa aproximação de Deus não depende de nossa perfeição, mas da perfeição de Jesus. Não somos recebidos porque nunca falhamos, mas porque Cristo nunca falhou e Sua justiça é atribuída aos que confiam nEle.

Esse é um motivo permanente de gratidão. Quando compreendemos a gravidade do pecado e o preço de nossa redenção, deixamos de tratar a graça como algo comum. Passamos a contemplar com reverência o amor de Cristo, lembrando que nada pode nos separar de Seu amor quando verdadeiramente pertencemos a Ele.

O caminho novo e vivo foi aberto

No período do Antigo Testamento, o povo de Israel recebeu instruções específicas sobre como deveria aproximar-se de Deus. Havia sacerdotes, sacrifícios, purificações e cerimônias que demonstravam a santidade do Senhor e a gravidade do pecado. O acesso ao Santo dos Santos era limitado, e apenas o sumo sacerdote podia entrar naquele lugar, uma vez por ano, levando sangue.

Esses elementos ensinavam que Deus é santo e que o pecador não pode aproximar-se dEle de qualquer maneira. Ao mesmo tempo, apontavam para uma obra futura e superior. Jesus cumpriu aquilo que os sacrifícios antigos apenas simbolizavam. Ele não entrou em um santuário terreno levando sangue de animais, mas apresentou Seu próprio sangue como pagamento completo por nossos pecados.

Quando Cristo morreu, o véu do templo foi rasgado de alto a baixo. Esse acontecimento comunicava uma verdade extraordinária: por causa do sacrifício de Jesus, o caminho para a presença de Deus estava aberto. Aqueles que creem não precisam permanecer do lado de fora, dominados pelo medo da condenação. Podem aproximar-se com confiança, porque possuem um perfeito Mediador.

Hoje não dependemos de intermediários humanos para que nossas orações sejam ouvidas. Também não precisamos oferecer sacrifícios repetidos para conquistar o perdão divino. Cristo ofereceu um sacrifício único e suficiente. Nossa confiança não está em rituais, objetos religiosos, lugares especiais ou méritos pessoais, mas na obra consumada de Jesus.

O acesso está livre, mas não foi barato. Ele custou o sangue do Filho de Deus. Por isso, aproximamo-nos com confiança, mas também com reverência. A graça não nos ensina a tratar Deus de maneira irreverente; ela nos mostra o enorme privilégio de sermos recebidos por Ele como filhos.

Podemos chamar Deus de Pai

Uma das maiores bênçãos da salvação é a adoção. Deus não apenas perdoa nossa culpa, mas também nos recebe em Sua família. Por meio de Cristo, deixamos de ser estrangeiros espirituais e passamos a ser filhos. Podemos chamar o Criador dos céus e da terra de Pai, não por direito natural ou merecimento, mas por causa da graça que nos foi concedida.

Isso transforma completamente nossa vida de oração. Não estamos falando com uma força impessoal, distante ou indiferente. Estamos nos dirigindo ao Pai que conhece nossas necessidades antes mesmo de abrirmos a boca. Ele conhece nossas lágrimas, nossos medos, nossas lutas secretas e todas as preocupações que carregamos.

Podemos apresentar diante dEle nossas quedas, limitações e dúvidas. Não precisamos esconder nossa fraqueza ou fingir uma espiritualidade que não possuímos. Deus já conhece a verdade sobre nós e, ainda assim, chama-nos para perto. Ele deseja que confessemos nossos pecados, reconheçamos nossa dependência e encontremos nEle misericórdia e auxílio.

Também podemos compartilhar nossas alegrias. A oração não deve ser utilizada somente durante crises. Devemos agradecer pelas provisões diárias, pela família, pela igreja, pela saúde, pelo trabalho e por cada demonstração da bondade divina. Um coração que reconhece a graça aprende a transformar os acontecimentos comuns da vida em motivos de louvor.

Ser recebido como filho não significa que teremos tudo o que desejamos no momento em que pedirmos. Um pai amoroso nem sempre concede aquilo que a criança deseja, porque sabe o que é melhor para ela. Da mesma forma, Deus responde segundo Sua perfeita sabedoria. Às vezes Ele concede, em outros momentos manda esperar e, em determinadas situações, nega aquilo que poderia nos prejudicar.

Pedi, buscai e batei

Jesus ensinou Seus discípulos a permanecerem firmes na oração. Ele não apresentou Deus como alguém relutante, que precisa ser convencido a agir, mas como um Pai bondoso que ouve Seus filhos. Em Mateus, encontramos este maravilhoso convite:

7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.

8 Porque aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre.

Mateus 7:7-8

As palavras “pedi”, “buscai” e “batei” comunicam perseverança. Jesus nos ensina a continuar orando, confiando e esperando no Senhor. Não devemos abandonar a oração simplesmente porque a resposta não chegou no tempo que imaginávamos. Deus pode estar trabalhando em circunstâncias que ainda não conseguimos enxergar.

Pedir significa reconhecer que somos necessitados. O orgulho tenta convencer-nos de que podemos resolver tudo sozinhos, mas a oração destrói essa ilusão. Quando pedimos ajuda, confessamos que nossa força é limitada e que dependemos do poder, da sabedoria e da provisão de Deus.

Buscar envolve mais do que apresentar pedidos. Significa desejar o próprio Deus, Sua vontade, Sua sabedoria e Sua presença. Muitas vezes queremos apenas uma resposta, uma porta aberta ou uma mudança de circunstância. Porém, o maior tesouro da oração é conhecer mais profundamente o Senhor e aprender a descansar nEle.

Bater transmite a ideia de permanecer diante da porta com esperança. Existem situações em que precisamos continuar clamando mesmo quando tudo parece silencioso. A demora não significa abandono. Deus conhece o momento certo de agir e utiliza o período de espera para fortalecer nossa fé, corrigir nossas motivações e formar em nós um caráter perseverante.

A importância de perseverar em oração

Há pessoas que oram durante alguns dias e depois desistem porque não receberam a resposta esperada. Entretanto, a vida cristã não é sustentada por emoções passageiras. Precisamos desenvolver uma comunhão constante com Deus, inclusive nos períodos em que não sentimos nada extraordinário.

A perseverança demonstra que nossa confiança está no caráter do Senhor, e não apenas nos resultados imediatos. Continuamos orando porque sabemos que Ele é fiel, sábio e bondoso. Mesmo quando não compreendemos Seus caminhos, podemos descansar na certeza de que Deus jamais comete erros.

Isso não significa repetir palavras mecanicamente ou pensar que seremos ouvidos por causa da quantidade de frases pronunciadas. A oração perseverante é sincera, humilde e alinhada às Escrituras. Ela apresenta a mesma necessidade ao Senhor sem transformar o pedido em uma exigência arrogante.

Também devemos permitir que Deus transforme nosso coração enquanto oramos. Às vezes começamos pedindo que uma circunstância mude, mas o Senhor utiliza a oração para mudar nossas atitudes. Ele pode retirar ressentimentos, corrigir prioridades, produzir paciência e ensinar-nos a desejar aquilo que realmente glorifica Seu nome.

Por isso, a Bíblia nos chama a perseverar em oração. A oração não deve ser um recurso utilizado somente quando todas as alternativas humanas falharam. Ela deve fazer parte de nossa caminhada diária, orientando decisões, fortalecendo a fé e mantendo nosso coração consciente da presença de Deus.

Deus ouve o clamor sincero

Deus não precisa marcar horários para receber Seus filhos. Ele não se cansa de ouvir, não fica ocupado demais e não é surpreendido por nossas necessidades. Podemos buscá-Lo pela manhã, durante o trabalho, no caminho para casa ou no silêncio da noite. Não existe momento inadequado para uma oração sincera.

Também não existe lugar em que o Senhor não possa ouvir-nos. Embora seja importante separar momentos tranquilos para oração, podemos clamar em qualquer ambiente. Podemos falar com Deus em um quarto, em um hospital, durante uma viagem ou em meio a uma situação de perigo. Sua presença não está limitada a um templo ou espaço religioso.

O Pai ouve a oração silenciosa que ninguém mais percebe. Ele vê a lágrima que escondemos, conhece a angústia que não conseguimos explicar e compreende até mesmo os gemidos de um coração quebrantado. Quando faltam palavras, o Senhor continua conhecendo perfeitamente aquilo que estamos tentando expressar.

Devemos, porém, aproximar-nos com sinceridade. Deus não se agrada de palavras bonitas pronunciadas por um coração distante. Ele procura verdade no íntimo. Uma oração simples, feita com humildade e fé, possui mais valor do que um discurso eloquente utilizado apenas para impressionar outras pessoas.

Também precisamos examinar nossas motivações. A oração não é uma ferramenta para obrigar Deus a cumprir nossos desejos. Devemos pedir segundo Sua vontade, buscando Sua glória acima de nossa conveniência. Isso exige maturidade espiritual e disposição para aceitar respostas diferentes daquelas que imaginávamos.

O amor que não depende de merecimento

A possibilidade de aproximar-nos de Deus revela a profundidade de Seu amor. Ele não nos recebeu porque éramos dignos, justos ou espiritualmente fortes. Quando Cristo morreu por nós, éramos pecadores necessitados de reconciliação. A iniciativa, o sacrifício e o poder salvador vieram do Senhor.

O amor de Deus não é uma recompensa por bom comportamento. É uma expressão de Seu caráter santo, misericordioso e fiel. Isso não significa que Deus aprove o pecado ou ignore nossa desobediência. Pelo contrário, Seu amor nos corrige, disciplina e conduz ao arrependimento, porque Ele deseja nossa santificação.

Quando falhamos, não devemos fugir de Deus como Adão tentou fazer no Éden. Devemos correr para Cristo, confessar nossos pecados e confiar na promessa de perdão. O inimigo deseja utilizar a culpa para manter-nos distantes, mas o evangelho nos chama a aproximar-nos do trono da graça.

A graça não é uma autorização para permanecermos no pecado. Quem compreende o preço pago por Jesus deseja viver em obediência. Não obedecemos para comprar o amor de Deus; obedecemos porque fomos alcançados por esse amor. A gratidão produz uma vida que busca agradar ao Senhor.

Mesmo nos períodos em que nossa fé parece fraca, Deus permanece fiel. Nossos sentimentos mudam, mas Suas promessas não mudam. Podemos passar por dias de desânimo e confusão, porém a segurança da salvação está fundamentada na obra de Cristo, não na intensidade das emoções humanas.

O amor recebido deve alcançar outras pessoas

Existe uma consequência prática que não pode ser ignorada: quem recebeu misericórdia deve aprender a demonstrar misericórdia. Não podemos celebrar o perdão de Deus enquanto alimentamos ódio, vingança e indiferença contra aqueles que nos ofenderam. O evangelho transforma nossa maneira de tratar o próximo.

É fácil amar quem nos elogia, respeita nossas opiniões e corresponde às nossas expectativas. O verdadeiro desafio aparece quando precisamos conviver com pessoas difíceis, impacientes, ingratas ou diferentes de nós. É justamente nesses relacionamentos que o amor cristão se torna visível.

Amar não significa aprovar comportamentos errados nem permanecer passivamente em situações abusivas. O amor bíblico caminha com a verdade, estabelece limites quando necessário e procura o bem espiritual do outro. Em determinados momentos, amar também envolve corrigir com mansidão e sabedoria.

Ao mesmo tempo, devemos lembrar quanto Deus nos perdoou. Frequentemente exigimos perfeição das outras pessoas, embora nós mesmos necessitemos diariamente de paciência e misericórdia. Quando contemplamos nossas próprias falhas, tornamo-nos menos arrogantes e mais dispostos a perdoar.

Jesus ensinou que o amor a Deus e o amor ao próximo estão profundamente ligados. Por essa razão, o chamado para amar o próximo como a nós mesmos não é uma recomendação opcional, mas uma evidência de que a graça está operando em nosso coração.

Podemos demonstrar esse amor por meio de atitudes simples: ouvir alguém com atenção, oferecer ajuda, visitar quem está enfermo, consolar o abatido, compartilhar alimento, pedir perdão e abandonar palavras ofensivas. Pequenos gestos realizados com sinceridade podem revelar o cuidado de Deus a uma pessoa ferida.

Viver diariamente em gratidão

O livre acesso à presença de Deus deve produzir em nós uma vida de gratidão. Não podemos tratar com indiferença um privilégio comprado pelo sangue de Cristo. Cada oração, cada momento de comunhão e cada oportunidade de ouvir a Palavra devem ser recebidos como demonstrações da graça divina.

A gratidão protege o coração contra a murmuração. Quando nos lembramos daquilo que Cristo fez, compreendemos que recebemos muito mais do que merecíamos. Mesmo em dias difíceis, ainda possuímos motivos para louvar: fomos reconciliados com Deus, recebemos perdão e temos a esperança da vida eterna.

Essa gratidão também se manifesta em obediência. Não basta agradecer apenas com palavras. Devemos oferecer nossa vida ao Senhor, colocando nossos pensamentos, recursos, relacionamentos e decisões sob Sua autoridade. A verdadeira adoração alcança todas as áreas da existência.

Devemos cultivar momentos de oração pessoal, leitura bíblica e comunhão com a igreja. Esses hábitos não conquistam a salvação, mas fortalecem nossa caminhada com Deus. Por meio deles, somos lembrados das promessas divinas, corrigidos em nossos erros e encorajados a continuar firmes.

Quando enfrentarmos provações, podemos recordar que não estamos sozinhos. O Pai que nos reconciliou consigo mesmo continua cuidando de nossa vida. Ele não abandona os quebrantados, não rejeita quem se aproxima com humildade e não ignora o clamor sincero de Seus filhos.

Aproxime-se de Deus com confiança

Talvez você esteja carregando culpa por erros cometidos no passado. Talvez pense que falhou tantas vezes que Deus não deseja mais ouvi-lo. O evangelho, porém, apresenta um convite cheio de esperança: arrependa-se, confie em Cristo e aproxime-se do Pai. A suficiência do sacrifício de Jesus é maior do que a gravidade de seus pecados.

Não permita que a vergonha o mantenha distante. Confesse com sinceridade aquilo que fez, abandone o caminho errado e descanse na misericórdia do Senhor. Deus não despreza um coração quebrantado e contrito. Ele restaura, transforma e concede forças para uma nova caminhada.

Também não permita que as preocupações silenciem sua oração. Apresente cada ansiedade diante do Pai. Conte-Lhe aquilo que aflige seu coração, peça sabedoria para tomar decisões e confie que Ele cuidará de você conforme Sua perfeita vontade. A paz de Deus não depende da ausência de problemas, mas da certeza de Sua presença.

Nunca esqueçamos o grande amor que o Pai demonstrou ao entregar Seu único Filho para restaurar aquilo que havia sido perdido. Em Cristo, a barreira foi removida, a culpa foi paga e o caminho foi aberto. Agora podemos viver perto de Deus, crescer em comunhão com Ele e refletir Seu amor em nossos relacionamentos.

Que essa verdade nos inspire a buscar o Senhor todos os dias, perseverar em oração, confiar em Suas promessas e amar aqueles que estão ao nosso redor. Deus está com Seus filhos e continuará sustentando-os até o fim. Aproximemo-nos, portanto, com fé, reverência e gratidão, certos de que nosso Pai celestial ouve, perdoa, fortalece e recebe todos os que vêm a Ele por meio de Jesus Cristo.

Firmes nas mãos de Deus
Jesus, a ressurreição e a vida

18 comments on “Peça e você receberá

  1. Meu DEUS peço ajuda estou vivendo um periodo que não sei que fazer, Mas a Biblia diz que devemos amar aos outros assim Como DEUS nos ama e escuta devemos fazer o mesmo com aquele que Nos faz mal sao tantas vozes que ja nem sei que fazer Senhor Jesus me da a tua Sabedoria para eu fazer as coisas certas

  2. Deus é um ser maravilhoso, Ele faz de tudo por nós sem esperar algo em troca, apenas deseja nossa fieldade e honestidade à Ele. O Senhor nos ajuda sempre que pedimos, basta pedimos com fé e sinceridade que ele atenderá nossos pedidos. Deus é um ser misericordiosos, fiel, honesto e maravilhoso. À Ele todo o amor do mundo para que Ele continue guiando nossas vidas. Amém!

  3. Aleluia Glórias e Glórias a Deus todo Poderoso que o Senhor esteja sempre presente em minha vida na minha família obrigado Pai te agradeço em nome do Senhor e Salvador Jesus Cristo Amém 🙏

  4. Obrigado Jesus, meu Senhor e Salvador, a Ti dou glórias por tudo que fez e tem feito por mim! Tu és meu Deus o meu ajudador e protetor e amigo de todas as horas! Quando as dificuldades aparecem somente em Ti confio Senhor, pois Tu és maravilhoso e poderoso e ouve as minhas orações, dando a mim e a minha família as bençãos pedidas! Obrigado Jesus por tudo que tem feito por nós! Glórias a Deus! Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré! Amém!

  5. Amém.obrigada meu senhor Deus por tudo lhe peço me guarda e minha família também eu creio Em Nome de Jesus Cristo meu senhor.

  6. Deus agradeço muito obrigado para o senhor fazer parte não li todo o versículo mas eu entendo que o senhor se preocupa com a gente me ensina a andar com a presença do senhor muito obrigado por mais um dia maravilhoso que o senhor dá para nós amém

  7. Nosso pai celestial nos ama incondicionalmente, como um pai terrestre ama seus filhos. Ele morreu na cruz por nós, não foi à toa, foi para nos proteger e assegurar nossas vidas, devemos isso a Ele. A maneira que temos de devolvermos tal ato generoso é seguindo seus caminhos, não o desapontando, e confiando em sua palavra. Amém!

    1. Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus meu Senhor e Salvador, Te agradeco Pai por tudo que tem feito na minha vida e da minha familia. Tu és Senhor a minha Rocha e fortaleza e tem ouvido as minhas orações e ajudado em todos os momentos da minha vida. Nos livra Senhor de todos os males e tentações, e dessa peste que abala o mundo. Dai-nos a Tua proteção, pois ztu és poderoso e misericordioso Jesus. Toda honra e toda glória seja dada a Ti Senhor. Glória a Deus, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo de Deus! Amém!

  8. Pai obrigado pela sua Misericórdia para conosco Senhor Jesus Cristo eu clamo a Ti pai me fortalece na tua presença o Senhor é minha Rocha Minha Fortaleza te Amo Pai Amém 🙏

  9. Muitas vezes passamos por momentos difíceis, nossa mente fica confusa e nossos corações ansiosos. Nestes momentos, devemos segurar na mão do nosso Senhor e pedir a Ele forças para enfrentarmos nossas necessidades, devemos pedir ajuda para conseguirmos algo que almejamos que Ele tudo fará. Se for para o bem, o nosso pai nos dará todo o suporte. Não hesitemos em recorrer ao nosso Jesus. Amém!

  10. Sempre que estivermos passando por momentos difíceis, procuremos conversar com o nosso pai, pois Ele sempre busca nos ajudar e confortar de uma forma que nos sintamos acolhidos. Ele resolve coisas inimagináveis nas nossas vidas, faz com que sejamos vitoriosos e prosperemos. Não temamos o Senhor na hora de pedir socorro, corramos de imediato para o seu colo e peçamos ajuda. Amém!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *