A parábola dos talentos nos ensina que tudo o que recebemos de Deus deve ser administrado com fidelidade, temor e responsabilidade. Por isso, ao meditar sobre a parábola dos talentos, percebemos que o Senhor não procura servos negligentes, mas corações dispostos a trabalhar com aquilo que lhes foi confiado.
É muito importante que, quando tivermos um compromisso a cumprir, sejamos responsáveis com cada uma das coisas que nos são atribuídas. Podemos pensar, por exemplo, em um trabalho, em uma tarefa familiar, em um ministério na igreja ou até mesmo em uma oportunidade simples que aparece diante de nós. Em todas essas áreas, a responsabilidade revela muito sobre o nosso caráter. Uma pessoa fiel não espera ter algo grande nas mãos para agir corretamente; ela começa sendo fiel no pouco.
Quando nos é atribuída uma responsabilidade, devemos cumpri-la com seriedade. Não apenas para evitar sermos chamados à atenção, mas porque diante de Deus todo serviço deve ser feito com honestidade. A vida cristã não separa o espiritual do cotidiano como se fossem coisas sem relação. A maneira como trabalhamos, como cuidamos da nossa casa, como tratamos nossos compromissos e como respondemos às oportunidades revela se estamos vivendo com sabedoria ou com negligência.
Nesta ocasião, vamos falar sobre um tema muito importante mencionado na Palavra de Deus: a parábola dos talentos. Jesus contou essa parábola para mostrar que cada servo recebeu algo do seu senhor, e cada um deveria administrar aquilo conforme sua capacidade. Essa história nos ensina sobre responsabilidade espiritual, fidelidade, prestação de contas e o perigo de esconder aquilo que Deus colocou em nossas mãos.
14 Porque é assim como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes entregou os seus bens:
Mateus 25:14
A responsabilidade começa com aquilo que recebemos
Nesta parábola, Jesus fala de um homem que saiu de viagem e deixou seus bens nas mãos de seus servos. Isso já nos mostra uma verdade importante: os servos não eram donos daquilo que receberam. Eles eram administradores. Tinham a responsabilidade de cuidar, movimentar e multiplicar aquilo que pertencia ao seu senhor. Essa é uma grande lição para todos nós, porque tudo o que temos também vem de Deus.
Nossa vida, nosso tempo, nossos dons, nossa inteligência, nossa força, nossos recursos, nossa família, nossas oportunidades e até nossos dias pertencem ao Senhor. Nada disso deve ser tratado como se fosse apenas nosso. Somos mordomos, não proprietários absolutos. Um mordomo fiel entende que aquilo que recebeu deve ser usado de forma sábia, produtiva e agradável ao seu Senhor.
Aqui Jesus começa a falar de uma realidade espiritual profunda. O homem que saiu representa alguém que confiou responsabilidades aos seus servos e, depois de um tempo, voltaria para pedir contas. Da mesma forma, Cristo nos concede oportunidades nesta vida e haverá um dia em que todos prestarão contas diante dEle. Por isso, não podemos viver como se nossas escolhas não tivessem consequências.
Cada servo recebeu segundo sua capacidade
15 a um deu cinco talentos, a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade; e seguiu viagem.16 O que recebera cinco talentos foi imediatamente negociar com eles, e ganhou outros cinco;17 da mesma sorte, o que recebera dois ganhou outros dois;18 mas o que recebera um foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.19 Ora, depois de muito tempo veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles.Mateus 25:15-19
A Bíblia diz que o senhor entregou talentos a cada um segundo sua capacidade. Isso nos ensina que Deus não age de forma injusta. Ele conhece nossas forças, nossas limitações, nosso contexto e nossa medida. Um recebeu cinco, outro recebeu dois e outro recebeu um. A diferença na quantidade não significava que um era amado e outro desprezado. Significava apenas que cada um tinha uma responsabilidade proporcional ao que podia administrar.
Esse detalhe é muito importante, porque muitas pessoas perdem tempo comparando aquilo que receberam com aquilo que Deus entregou a outros. Um olha para o dom do irmão e se sente inferior. Outro olha para as oportunidades de alguém e se sente esquecido. Mas a parábola nos chama a tirar os olhos da comparação e colocá-los na fidelidade. Deus não perguntará por que você não administrou os cinco talentos de outra pessoa; Ele perguntará o que você fez com aquilo que recebeu.
O servo que recebeu cinco talentos saiu imediatamente para negociar e ganhou outros cinco. O que recebeu dois fez o mesmo e ganhou outros dois. Ambos entenderam que a responsabilidade recebida exigia ação. Eles não ficaram parados esperando condições perfeitas. Não enterraram aquilo que receberam por medo. Não usaram desculpas. Eles trabalharam com diligência, e o resultado foi fruto de uma administração fiel.
Por outro lado, o servo que recebeu um talento cavou na terra e o escondeu. Isso mostra uma atitude de medo, negligência e falta de amor pelo seu senhor. Ele não perdeu o talento em uma tentativa honesta de trabalhar. Ele simplesmente não tentou. Preferiu enterrar. Preferiu evitar o esforço. Preferiu ficar parado. E essa atitude foi severamente reprovada quando chegou o dia da prestação de contas.
Deus valoriza a fidelidade no pouco
Cada um dos servos fiéis multiplicou aquilo que recebeu. O dos cinco talentos ganhou outros cinco; o dos dois ganhou outros dois. Embora as quantidades fossem diferentes, a fidelidade foi semelhante. Isso nos mostra que Deus não mede apenas o tamanho aparente do resultado, mas a obediência do coração. O servo de dois talentos não foi desprezado por não ter produzido cinco. Ele foi aprovado porque foi fiel ao que recebeu.
20 Então chegando o que recebera cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.
21 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
22 Chegando também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei.
23 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
Mateus 25:20-23
As palavras do senhor são maravilhosas: “Muito bem, servo bom e fiel”. Ele não disse apenas “servo produtivo”, mas “servo bom e fiel”. A fidelidade era o centro da aprovação. Isso deve nos encorajar profundamente, porque às vezes pensamos que nosso serviço é pequeno demais para ser visto por Deus. Talvez você não tenha uma grande plataforma, não ocupe um cargo visível, não tenha muitos recursos, não seja reconhecido publicamente. Ainda assim, Deus vê cada ato de fidelidade.
Ser fiel no pouco é uma das maiores provas de maturidade espiritual. Muitos querem grandes responsabilidades, mas desprezam as pequenas. Muitos querem ser vistos, mas não querem servir em silêncio. Muitos desejam honra, mas não querem passar pelo caminho da obediência simples. No entanto, o Reino de Deus não funciona segundo a lógica do orgulho humano. O Senhor observa o secreto, o pequeno, o constante e o sincero.
É por isso que o princípio de ser fiel no pouco aparece como uma verdade tão importante para a vida cristã. Em outro artigo sobre a Palavra de Deus que permanece para sempre, também somos lembrados de que Deus vê cada ato de fidelidade, cada esforço e cada escolha de permanecer firme diante dEle. A fidelidade que parece pequena aos olhos dos homens pode ser preciosa aos olhos do Senhor.
O perigo de enterrar aquilo que Deus nos entregou
No entanto, quem recebeu um talento o enterrou. Quando seu senhor voltou, pediu contas do que havia sido feito com aquilo que entregou. Esse momento é muito sério, porque nos mostra que não basta apenas receber algo. Um dia seremos chamados a responder pelo uso que fizemos das oportunidades que Deus colocou diante de nós.
24 Chegando por fim o que recebera um talento, disse: Senhor, eu te conhecia, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste, e recolhes onde não joeiraste;25 e, atemorizado, fui esconder na terra o teu talento; eis aqui tens o que é teu.26 Ao que lhe respondeu o seu senhor: Servo mau e preguiçoso, sabias que ceifo onde não semeei, e recolho onde não joeirei?27 Devias então entregar o meu dinheiro aos banqueiros e, vindo eu, tê-lo-ia recebido com juros.28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai ao que tem os dez talentos.29 Porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem ser-lhe-á tirado.30 E lançai o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.Mateus 25:24-30
O servo que recebeu um talento tentou justificar sua negligência acusando o caráter do seu senhor. Ele disse que teve medo, que conhecia o senhor como alguém duro e, por isso, escondeu o talento na terra. Mas sua desculpa não foi aceita. O senhor o chamou de mau e preguiçoso. Isso nos mostra que o medo usado como desculpa para a desobediência não agrada a Deus.
Há muitas pessoas que enterram seus talentos por medo de fracassar, por insegurança, por preguiça, por comparação ou por falta de fé. Algumas dizem: “Não sou capaz”. Outras dizem: “Ninguém vai valorizar”. Outras pensam: “Meu dom é pequeno demais”. Mas a pergunta não é se aquilo que temos parece grande ou pequeno. A pergunta é: estamos sendo fiéis com aquilo que Deus nos confiou?
Enterrar o talento é viver de forma improdutiva diante de Deus. É receber oportunidades e não usá-las. É ter tempo e desperdiçá-lo. É ter dons e escondê-los. É ter recursos e usá-los apenas para si mesmo. É ter conhecimento da Palavra e não praticá-la. É ter portas abertas para servir e preferir a comodidade. A parábola nos chama a despertar, porque a negligência espiritual tem consequências.
Responsabilidade cristã não é apenas no trabalho
O texto inicial nos lembra de algo muito prático: devemos ser responsáveis em nossos trabalhos e compromissos. Isso é verdade. Um cristão deve ser conhecido por sua honestidade, pontualidade, dedicação e bom testemunho. No emprego, não devemos trabalhar apenas quando alguém está observando. Devemos cumprir nossas funções como quem serve ao Senhor, porque nossa fé deve aparecer também na forma como realizamos nossas tarefas diárias.
No entanto, essa responsabilidade vai além do trabalho secular. Também devemos ser responsáveis na família, na igreja, nos relacionamentos, no uso do tempo, nas finanças, nas palavras e nas decisões. A vida inteira deve ser colocada diante de Deus. Não existe uma área em que possamos dizer: “Aqui Cristo não governa”. Se Ele é Senhor, então também é Senhor do nosso calendário, das nossas prioridades e das nossas responsabilidades.
Muitas vezes, o problema não é falta de oportunidade, mas falta de disciplina. Deus já colocou coisas em nossas mãos, mas nós as tratamos com descuido. Às vezes começamos algo e não terminamos. Assumimos compromissos e não cumprimos. Prometemos ajuda e esquecemos. Recebemos uma missão e deixamos para depois. A parábola dos talentos nos lembra que a fidelidade também se manifesta na constância.
A preguiça espiritual pode parecer prudência
O servo mau tentou apresentar sua atitude como se fosse prudência. Ele não desperdiçou o talento em festas, não roubou o dinheiro, não fugiu com os bens do senhor. Ele simplesmente enterrou. Aos olhos humanos, alguém poderia dizer: “Pelo menos ele devolveu o que recebeu”. Mas o senhor não aprovou essa atitude. Isso nos ensina que a passividade também pode ser pecado quando Deus nos chama a agir.
Nem toda aparência de cuidado é verdadeira sabedoria. Às vezes chamamos de prudência aquilo que, no fundo, é medo. Chamamos de humildade aquilo que é desobediência. Chamamos de espera aquilo que é preguiça. Chamamos de cautela aquilo que é falta de fé. O servo recebeu uma responsabilidade, mas preferiu se proteger em vez de servir. Ele estava mais preocupado em evitar riscos do que em honrar o seu senhor.
A verdadeira sabedoria não é ficar parado eternamente. A verdadeira sabedoria busca orientação em Deus e age com fidelidade. O cristão não deve ser impulsivo, mas também não deve ser paralisado. Há momentos em que devemos orar, planejar e avançar. Há momentos em que Deus já colocou algo em nossas mãos e espera que caminhemos com obediência.
Humildade para servir com aquilo que temos
Um dos maiores obstáculos para a fidelidade é o orgulho. Muitas pessoas não querem servir porque acham que a tarefa é pequena demais. Outras se recusam a usar seus dons porque desejam reconhecimento imediato. Mas a vida cristã exige humildade. Cristo nos ensinou que grandeza no Reino não está em ser servido, mas em servir. O caminho do discípulo passa pela obediência simples, pelo serviço fiel e pela disposição de honrar a Deus mesmo quando ninguém aplaude.
A humildade nos ajuda a aceitar aquilo que Deus colocou em nossas mãos sem invejar o que Ele colocou nas mãos de outro. O servo de dois talentos não precisava viver frustrado porque não recebeu cinco. Sua responsabilidade era ser fiel com dois. Da mesma forma, não precisamos desprezar nossa medida. Deus sabe o que faz. Ele conhece nossa capacidade e também sabe como nos conduzir ao crescimento.
Ao meditarmos sobre a lição de humildade revelada em Cristo, lembramos que o próprio Senhor veio ao mundo em simplicidade. O Rei nasceu em uma manjedoura, viveu como servo e nos ensinou que a verdadeira grandeza está em obedecer ao Pai. Se Cristo se humilhou, quem somos nós para desprezar tarefas simples ou pequenas responsabilidades?
Deus não exige de todos a mesma quantidade, mas exige fidelidade
Essa parábola também nos consola, porque mostra que Deus não exige de todos o mesmo resultado externo. O servo de cinco talentos apresentou cinco a mais. O servo de dois apresentou dois a mais. Ambos ouviram exatamente a mesma aprovação: “Muito bem, servo bom e fiel”. Isso significa que o Senhor não comparou o servo de dois com o de cinco. Ele avaliou cada um conforme aquilo que havia recebido.
Isso é muito importante para quem se sente pequeno na obra de Deus. Talvez você pense que seu serviço é simples demais. Talvez você apenas ore por alguém, ensine uma criança, ajuda em silêncio, contribua com pouco, visite um enfermo, aconselhe uma pessoa, compartilhe uma palavra, cuide da família ou exerça uma função que quase ninguém nota. Mas se isso é feito com amor, fé e obediência, Deus vê.
A fidelidade não precisa de palco para ser verdadeira. Deus não se impressiona com aparências. Ele olha para o coração. Há pessoas com grandes responsabilidades que as usam de forma egoísta, e há pessoas com pequenas oportunidades que as exercem com temor e amor. No Reino de Deus, o valor do serviço não está apenas no tamanho visível da tarefa, mas na obediência com que ela é realizada.
O tempo também é um talento recebido de Deus
Quando pensamos na parábola, geralmente falamos de dons, capacidades ou oportunidades. Mas também devemos pensar no tempo. Cada dia que recebemos é uma dádiva. Cada manhã é uma oportunidade de servir melhor, amar melhor, obedecer melhor e crescer na graça. O problema é que muitas vezes desperdiçamos tempo com aquilo que não edifica, enquanto negligenciamos aquilo que realmente importa.
O tempo perdido não volta. Por isso, a responsabilidade cristã inclui administrar bem os dias. Não devemos viver de forma ansiosa, como se tudo dependesse de nós, mas também não devemos viver de forma negligente, como se nada importasse. A Bíblia nos chama a andar com sabedoria, remindo o tempo, porque os dias são maus. A vida passa rapidamente, e aquilo que fazemos para Deus tem valor eterno.
Pergunte a si mesmo: como tenho usado meu tempo? Tenho investido em oração, Palavra, família, serviço, trabalho honesto e crescimento espiritual? Ou tenho enterrado horas preciosas em distrações sem propósito? A parábola dos talentos nos convida a olhar não apenas para o que temos, mas para como estamos usando o que temos.
A mordomia cristã envolve recursos e generosidade
Também devemos lembrar que nossos recursos materiais precisam ser administrados diante de Deus. O dinheiro, os bens e as oportunidades econômicas não devem ser usados apenas para satisfazer desejos pessoais. Tudo deve ser colocado sob o senhorio de Cristo. A generosidade, a honestidade e a simplicidade fazem parte da vida de um bom administrador.
Isso não significa que todos terão a mesma condição financeira ou as mesmas possibilidades. A Bíblia não mede o valor da entrega apenas pela quantidade. O coração é fundamental. A viúva pobre, por exemplo, deu muito pouco aos olhos dos homens, mas deu muito aos olhos de Deus, porque sua entrega revelava confiança. Esse princípio aparece de forma clara quando refletimos sobre a oferta da viúva pobre, uma passagem que ensina que Deus observa a intenção do coração.
Da mesma forma, na parábola dos talentos, a questão não era apenas dinheiro, mas fidelidade. O servo bom entende que aquilo que tem deve ser usado para honrar seu senhor. O servo negligente olha para o que recebeu e pensa apenas em se proteger. O servo fiel olha para o que recebeu e pergunta: “Como posso servir melhor ao meu Senhor com isto?”.
Haverá um dia de prestação de contas
A parábola deixa claro que, depois de muito tempo, o senhor voltou e fez contas com seus servos. Essa frase deve nos levar a uma reflexão séria. A vida presente não durará para sempre. As oportunidades não estarão sempre disponíveis. A porta para servir hoje pode não estar aberta amanhã. Um dia estaremos diante do Senhor, e nossa vida será colocada à luz da Sua verdade.
Essa prestação de contas não deve produzir desespero no coração daquele que está em Cristo, mas deve produzir temor, reverência e responsabilidade. Não vivemos para nós mesmos. Fomos comprados por preço. Nossa vida pertence ao Senhor. Portanto, devemos viver de maneira digna, usando aquilo que recebemos para a glória de Deus e para o bem do próximo.
O servo mau foi condenado não porque recebeu pouco, mas porque foi infiel com o pouco. Essa é uma advertência poderosa. O problema não era a quantidade recebida, mas a atitude do coração. Ele chamou seu senhor de duro, escondeu o talento e não produziu nada. Sua vida foi marcada pela negligência. Por isso, a parábola nos chama a abandonar desculpas e a viver com fidelidade.
Não enterre o que Deus colocou em suas mãos
É importante que, quando recebermos algo, sejamos bons e responsáveis administradores. Mesmo que pareça pouco, devemos usá-lo com fidelidade. O homem que recebeu um talento não fez o que deveria fazer. Ele o enterrou, e essa não foi a melhor decisão. Da mesma forma, não devemos enterrar nossos dons, nossa fé, nosso tempo, nossas oportunidades nem nosso serviço.
Se Deus lhe deu capacidade para ensinar, ensine com humildade. Se lhe deu oportunidade de ajudar, ajude com amor. Se lhe confiou uma família, cuide dela com temor. Se lhe abriu uma porta de trabalho, seja honesto e dedicado. Se lhe concedeu recursos, use-os com sabedoria. Se lhe deu conhecimento da Palavra, viva e compartilhe essa verdade. Não espere ter algo maior para começar a ser fiel.
A fidelidade de hoje prepara o caminho para responsabilidades maiores amanhã. O próprio senhor disse: “Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei”. Isso não deve ser visto como uma promessa de ambição humana, mas como um princípio espiritual. Deus confia mais àqueles que administram bem aquilo que já receberam. A fidelidade no pequeno revela maturidade para o maior.
Conclusão: seja um servo bom e fiel
A parábola dos talentos nos chama a viver com responsabilidade diante de Deus. Não fomos chamados para uma vida enterrada na preguiça, no medo e na desculpa. Fomos chamados para servir, trabalhar, obedecer e administrar com sabedoria aquilo que o Senhor colocou em nossas mãos. Cada dom, cada oportunidade, cada recurso e cada dia devem ser usados para a glória de Deus.
Não importa se você recebeu cinco talentos, dois ou um. O que importa é ser fiel. Deus não pede que você seja outra pessoa. Ele pede que você seja obediente com aquilo que recebeu. Não despreze o pequeno. Não viva se comparando. Não enterre seus dons. Não adie sua responsabilidade. Faça hoje o que deve ser feito diante do Senhor.
Que Deus nos ajude a sermos servos bons e fiéis, responsáveis em tudo o que nos for confiado. Que possamos trabalhar com diligência, servir com humildade e viver com os olhos voltados para aquele grande dia em que desejamos ouvir do nosso Senhor: “Muito bem, servo bom e fiel; entra no gozo do teu senhor”.
34 comments on “Parábola dos talentos”
Se não consegues ser fiel no pouco então não poderás ser fiel no muito, o talentos devem ser multiplicados e nunca guardados.
Se reparares todo aquele que tem sucesso na vida, sempre se juntou aos outros e os que não têm sucesso é porque se afastaram dos outros
A bíblia não fala de talentos materiais mas sim espiritual o granjear talentos são os dons que Deus dispensa não ficar de braços cruzados
Devemos usar nossos talentos para melhorar as coisas a nossa volta pois se Deus nos confiou esse talento é porque será útil alguma área onde estivermos, seja no emprego, em casa, com os amigos e principalmente para a obra de Deus, ganhar almas
É importante que quando recebermos algo, sejamos bons e responsáveis administradores. Se algo for dado a você, seja um bom administrador .
Mais vale um do que dois a voarem
Amém
Fazei tudo que Jesus manda só assim sabemos o que é certo.
Glória a Deus.amem
O pouco com humano com Deus é muito
Amém
Jesus amém
Jesus falou dai tudo que tem e me segue,,,duvido que os ricos iriam fazer isso hoje ,,, Silvio Santos da tudo que tem,,, Trump da tudo que tem,,, Pelé da tudo que tem,,,, kkkkkkkk
Amém
Boa essa valeu é benção
Amém Glória a Deus ,
Sou muito grato a Deus
Glória a Deus,É uma lição que nós faz ser honestos na presença de todos,Glória a Deus amém.
Gente.. vcs dizem amem.. gloria a Deus… ok.. Mas olha o que Jesus ensinou. Vcs realmente estão refletindo?
E sobre administração. E sobre trabalho e colher o fruto do que vc planta. E usar a inteligência em prol do crescimento material e humano. Isso provem do espiritual..
Em outras palavras. Não na massa pessoal. Preguiçoso não entra no céu
Q Deus mevajude e de condições de cumprir com meus compromissos
Se recebemos algo de Deus como, salvação-curada alma, cura fisica, casa pra morar, carro, ou seja o que for que nos vem a somar em nossas vidas, temos que testemunhar e repartir as bençaos recebidas. Assim o Reino de Deus sempre estará somando, ganhando almas em todo tempo através daqueles que investem seus talentos, à render juros.
DEUS É TÃO MARAVILHOSO QUE NOS DEU DONS .TEMOS O DOM DA MULTIPLICAÇÃO BASTA COLOCAR EM PRÁTICA SENDO FIEL A ELE BASTA CUMPRIR COM NOSSA OBEDIÊNCIA ACREDITANDO E CONFIANDO .O DIZIMO É PARA QUEM OBEDECE E CONFIA. A OFERTA É PARA MULTIPLICAR NA NOSSA VIDA .O DÍZIMO É PARA REPREENDER-MOS O DEVORADOR EM NOSSAS VIDAS
Amei a leitura
Amei a leitura Deus er vida
E verdade amem jesus
Obrigada Senhor pela tua palavra santa e sábia.
Senhor daí me o dom da sabedoria caridade e amor.deus seja louvado
Sejamos gratos e estejamos satisfeitos com aquilo que temos e que Deus nos proporcionou. Nós temos o dever de entregar todas as nossas vitórias à Ele. O nosso Senhor que é o responsável por tudo aquilo que conquistamos. Não esconda-mos nada dEle, até porque Ele sabe de tudo que acontece em nossas vidas. Amém!
É verdade se a gente não for fiel como Deus vai ajudar nós a gente precisa ser fiel e assim Deus ajuda quem é fiel está sempre cuidando de nós dando as coisas para nós e a gente tem que administrar como fala a palavra dele se a gente for enterrar como fez o homem como que a gente tem ajuda de Deus precisamos colocar em prática toda palavra que o senhor dá para agradar ele obrigada amém
Meu Senhor e meu Deus a cada dia minha fé aumenta em Ti Pai, pois Tu és fiel e nos ama muito e tem misercodia dos justos. Em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, Te agradeço Senhor pelas maravilhas que tem feito na minha vida e da minha família. Obrigado Jesus por me ajudar a multiplicar o nosso amor por Ti e a nossa fidelidade, pois sabemos que Tu és o caminho, a verdade e a vida, e e nos dará a vitória e a vida eterna.Toda honra e toda Glória a Ti meu Deus. Glória a Deus. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!
Glória a Deus
Amém
Glória a Deus,Deus meu dar-me senhor sabedoria e entendimento da tua palavra,que é o talento que o senhor Deus me deu,Deus é no nome do senhor Jesus Cristo que eu te agradeço pelo meu talento,eu amo muito ao senhor Deus,obrigado meu senhor por cuidar de mim de minha família,senhor Jesus Cristo eu confio em te senhor.
Amém verdade temos que ser com pouco e muito a todo tempo , obrigada meu senhor Deus por tudo lhe dou glória em nome de Jesus Cristo meu senhor.
Amém! Glória a Deus. Obrigado meu Deus por tudo o quão o Senhor é fiel, maravilhoso e misericordioso a Ti toda honra e toda glória agora e sempre.Louvado seja Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Amém.Te amo Jesus de todo meu coração 🙏🙏
Amém!
Que nossos talentos sejam puros e únicos para com o nosso Senhor. Não nos esbanjais daquilo que seja ruim, de maus dons, tentemos apropriarmos dons bons que foi nos concebido pelo nosso Jesus. Saibamos também, a lidar com maestria tal dádiva, para que não façamos besteira nem caiamos em tentações. Sejamos francos conosco e para com Cristo. Assim, seremos felizes no reino celeste. Amém!
Sejamos sempre seres responsáveis que sabem como administrar os seus dons. Da mesma forma que existem situações na vida que precisamos ter responsabilidade, também haverão situações que estaremos em provações, portanto, é necessário que estejamos sempre com os nossos princípios e nossas crenças. Saibamos como agir em qualquer situação, assim, orgulharemos o nosso Senhor. Amém!