Como ser filho de Deus

O maior privilégio que este mundo recebeu foi contemplar Deus manifestado em carne. Nenhum rei, filósofo ou conquistador pode ser comparado a Jesus Cristo, pois somente Ele pode conceder salvação, perdão e vida eterna. Por isso, precisamos conhecer cada vez mais o poder do evangelho de Cristo e a grandeza de Sua obra em favor dos pecadores.

Jesus Cristo é maior do que todos os homens

Ao longo da história, muitos homens alcançaram reconhecimento por suas conquistas, seus pensamentos, suas descobertas ou pelo poder que exerceram sobre grandes nações. Seus nomes aparecem em livros, monumentos, universidades e registros históricos. Contudo, todos eles foram seres humanos limitados, sujeitos ao pecado, ao sofrimento, ao envelhecimento e à morte. Nenhum deles pôde resolver o maior problema da humanidade: a separação entre o homem pecador e o Deus santo.

Jesus Cristo, porém, não foi apenas mais um personagem importante da história. Ele é o Filho eterno de Deus, aquele por meio de quem todas as coisas foram criadas. Ele entrou no mundo que havia criado, assumiu a natureza humana e viveu entre pessoas comuns. Sentiu fome, sede, cansaço e dor, mas nunca deixou de ser Deus e jamais cometeu pecado.

Sua vinda não teve como finalidade conquistar um território, formar um império político ou receber os aplausos das multidões. Cristo veio para cumprir uma missão muito superior: buscar e salvar aquilo que se havia perdido. Ele veio revelar o Pai, anunciar o Reino de Deus, chamar pecadores ao arrependimento e entregar Sua própria vida como sacrifício perfeito.

Por essa razão, o nome de Jesus permanece vivo e poderoso através dos séculos. Impérios desapareceram, governos foram substituídos e homens considerados invencíveis foram esquecidos. Entretanto, Cristo continua transformando vidas, restaurando famílias, concedendo esperança aos abatidos e trazendo paz àqueles que estavam atormentados pela culpa.

O Filho de Deus habitou entre nós

O nascimento de Jesus representa um dos acontecimentos mais extraordinários de toda a revelação bíblica. O Criador entrou em Sua própria criação. Aquele que sustenta o universo foi carregado nos braços de Maria. O Senhor da glória aceitou nascer em condições humildes, sem luxo, fama ou reconhecimento humano.

Essa humilhação voluntária demonstra a profundidade do amor de Deus. Cristo não precisava abandonar a glória celestial, mas decidiu assumir a forma de servo para cumprir a vontade do Pai. Ele se aproximou daqueles que estavam longe, tocou os impuros, recebeu os desprezados, perdoou pecadores e anunciou boas-novas aos pobres.

Jesus conheceu a rejeição desde o início de Seu ministério. Muitos ouviram Suas palavras, presenciaram Seus milagres e, ainda assim, recusaram-se a crer. Como afirma o Evangelho de João, Ele veio para o que era Seu, mas os Seus não O receberam. Essa rejeição não aconteceu por falta de provas, mas porque o coração humano, dominado pelo pecado, frequentemente prefere as trevas à luz.

Ainda hoje, muitas pessoas tratam Jesus apenas como um mestre de moralidade, um profeta admirável ou um exemplo de bondade. Embora Ele seja, de fato, o Mestre perfeito, reduzi-Lo a essas categorias é um grave erro. Jesus é o Verbo que se fez carne, o Salvador prometido, o Cordeiro de Deus e o único mediador entre Deus e os homens.

O direito de sermos feitos filhos de Deus

A morte de Cristo na cruz nos proporcionou um tesouro incomparável: o direito de sermos recebidos na família de Deus. Não existe curso, ritual ou esforço humano capaz de produzir essa filiação espiritual. Ninguém se torna filho de Deus por pertencer a uma família cristã, frequentar uma igreja desde a infância ou realizar obras religiosas.

A Bíblia declara:

12 Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome;

13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.

João 1:12-13

Essas palavras mostram que existe uma diferença entre ser criatura de Deus e ser recebido como Seu filho. Todos os seres humanos foram criados pelo Senhor e dependem Dele para viver. Entretanto, a filiação espiritual é concedida àqueles que recebem Cristo e creem verdadeiramente em Seu nome.

Crer no nome de Jesus não significa apenas admitir que Ele existiu. Também não consiste em repetir frases religiosas sem compreender seu significado. A fé salvadora envolve reconhecer que Jesus é o Filho de Deus, que morreu pelos nossos pecados, que ressuscitou dentre os mortos e que somente por meio Dele podemos ser reconciliados com o Pai.

Essa nova condição não nasce da vontade da carne nem de uma decisão meramente humana. É uma obra sobrenatural de Deus no coração. Por isso, é importante examinar biblicamente como saber se você nasceu de Deus, observando não apenas uma profissão verbal de fé, mas também os frutos de uma vida transformada.

A adoção espiritual é um presente da graça

Ser chamado filho de Deus não é um salário recebido por bom comportamento. É um presente concedido pela graça. Antes de Cristo nos alcançar, estávamos espiritualmente mortos em nossos pecados, afastados de Deus e incapazes de produzir a justiça necessária para entrar em Sua presença.

Mesmo assim, Deus demonstrou misericórdia. Ele não esperou que nos tornássemos dignos, porque jamais conseguiríamos alcançar essa dignidade por nossas próprias forças. O Pai enviou Seu Filho quando ainda éramos pecadores, mostrando que a salvação nasce de Sua iniciativa amorosa e não dos méritos humanos.

A adoção espiritual revela que o crente recebeu uma nova identidade. Já não é definido somente por seu passado, por seus fracassos ou pela opinião das pessoas. Agora pertence a Deus, foi aceito em Cristo e tornou-se herdeiro das promessas eternas. Isso não significa que deixará de enfrentar dificuldades, mas significa que nunca mais estará abandonado.

Um filho pode atravessar momentos de disciplina, aprendizado e correção, porém continua pertencendo à família. Da mesma maneira, Deus corrige aqueles que ama, conduzindo-os ao arrependimento e à santidade. Sua disciplina não é uma expressão de rejeição, mas uma evidência de Seu cuidado paternal.

O preço pago para nossa reconciliação

Quando pensamos no privilégio de sermos filhos de Deus, precisamos lembrar o preço pago para que essa realidade fosse possível. O pecado não podia ser simplesmente ignorado, pois Deus é perfeitamente santo e justo. A culpa humana exigia julgamento, e a justiça divina precisava ser satisfeita.

Na cruz, Jesus ocupou o lugar dos pecadores. Ele carregou a condenação que nós merecíamos e suportou a vergonha, a dor e a maldição associadas ao pecado. Seu sofrimento não foi apenas físico. Cristo bebeu o cálice da ira divina e ofereceu uma expiação perfeita em favor de Seu povo.

Não devemos imaginar que Sua morte foi um acidente histórico ou apenas o resultado da oposição das autoridades religiosas e políticas. A cruz fazia parte do plano soberano de Deus. Jesus entregou voluntariamente Sua vida, sabendo plenamente o que enfrentaria. Ninguém a tirou Dele contra Sua vontade; Ele a entregou por amor e em obediência ao Pai.

Quando Cristo declarou “Está consumado”, estava anunciando que a obra necessária para a redenção havia sido concluída. O pecador não precisa acrescentar sacrifícios, pagamentos, penitências ou méritos àquilo que Jesus realizou. Podemos descansar na suficiência da obra terminada de Cristo, como também aprendemos ao contemplar a palavra de vitória pronunciada por Jesus na cruz.

Justificados e reconciliados com o Pai

Por meio da fé em Cristo, o pecador é justificado diante de Deus. Isso significa que sua culpa é perdoada e que a justiça perfeita de Jesus é creditada em seu favor. Deus não declara justo o pecador porque encontrou nele uma vida perfeita, mas porque Cristo viveu, morreu e ressuscitou em seu lugar.

A justificação produz paz com Deus. Antes, havia inimizade por causa do pecado; agora, existe reconciliação. Aquele que estava distante pode se aproximar do trono da graça. Aquele que temia a condenação pode descansar na promessa de que nenhuma acusação permanecerá contra os que estão em Cristo Jesus.

Isso não quer dizer que o cristão nunca mais falhará. Enquanto vivermos neste corpo, continuaremos lutando contra tentações, fraquezas e desejos pecaminosos. Contudo, nossa aceitação diante de Deus não depende de uma perfeição produzida por nós. Ela está fundamentada na justiça imutável de Cristo.

Essa verdade não deve ser usada como desculpa para uma vida descuidada. Pelo contrário, aquele que compreende o tamanho da graça recebida deseja agradar ao Senhor. A obediência não compra a salvação, mas demonstra que a fé é viva e que o Espírito Santo está operando no coração.

O novo nascimento transforma nossa vida

A fé verdadeira em Cristo produz um novo nascimento. Não se trata apenas de mudar alguns costumes externos, adotar um vocabulário religioso ou frequentar reuniões cristãs. O novo nascimento é uma transformação profunda realizada pelo Espírito Santo no interior do ser humano.

Antes dessa obra, a pessoa pode até admirar determinados ensinamentos bíblicos, mas seu coração permanece resistente ao governo de Deus. Quando o Espírito Santo a regenera, ela passa a enxergar a gravidade do pecado, a beleza de Cristo e a necessidade de viver para a glória do Senhor.

A pessoa nascida de novo começa a demonstrar novos desejos. Ela passa a amar a Palavra de Deus, buscar comunhão com o Senhor, reconhecer seus pecados e desejar uma vida santa. Essa mudança não acontece de maneira idêntica em todos, mas sempre produz evidências perceptíveis.

O cristão ainda enfrenta batalhas interiores, porém já não aceita o pecado como seu senhor. Quando falha, sente tristeza, confessa sua transgressão e procura restauração. Ele não encontra prazer em permanecer afastado de Deus, pois recebeu uma nova natureza e deseja caminhar na luz.

Filhos de Deus devem viver de maneira diferente

Ser filho de Deus também envolve responsabilidade. Nossa identidade espiritual deve influenciar nossas escolhas, palavras, relacionamentos e prioridades. Não basta afirmar que pertencemos ao Senhor enquanto vivemos deliberadamente segundo os padrões de um mundo que O rejeita.

O mundo observa o comportamento daqueles que professam a fé cristã. Nossas atitudes podem confirmar a mensagem que anunciamos ou criar obstáculos para que outras pessoas a escutem. Por isso, devemos pedir que Deus nos ajude a agir com amor, verdade, humildade, paciência e misericórdia.

Viver de maneira diferente não significa adotar uma aparência de superioridade. O cristão não deve olhar para os demais com desprezo, como se tivesse alcançado a salvação por ser moralmente melhor. Ele sabe que foi resgatado somente pela graça e, por isso, trata os outros com compaixão.

Também não devemos confundir santidade com isolamento completo. Jesus conviveu com pessoas desprezadas pela sociedade, mas nunca participou de seus pecados. Da mesma forma, somos chamados a ser luz no mundo, mantendo uma presença fiel, amorosa e corajosa sem adotar os valores contrários à Palavra de Deus.

A nova vida recebida em Cristo deve ficar evidente na forma como perdoamos, servimos, usamos nossos recursos e enfrentamos os conflitos. Aqueles que foram unidos a Jesus não permanecem sob o domínio absoluto da antiga natureza, pois fomos chamados a viver como pessoas mortas para o pecado e vivas para Deus.

Temos um Pai que cuida de nós

Uma das maiores consolações da vida cristã é saber que não caminhamos sozinhos. Deus não nos recebeu em Sua família para depois nos abandonar diante das dificuldades. Ele permanece conosco, dirige nossos passos, ouve nossas orações e providencia tudo aquilo de que realmente necessitamos.

Isso não significa que os filhos de Deus estarão livres de enfermidades, perdas, perseguições ou períodos de profunda tristeza. A Bíblia mostra servos fiéis que enfrentaram experiências dolorosas. Entretanto, em cada uma dessas situações, o Senhor continuou presente e usou até mesmo o sofrimento para fortalecer a fé de Seus filhos.

Quando atravessamos momentos que não conseguimos compreender, podemos lembrar que nosso Pai possui sabedoria perfeita. Ele vê o início, o meio e o fim de todas as coisas. Aquilo que para nós parece confuso nunca está fora de Seu controle soberano.

A oração ganha um significado ainda mais precioso quando compreendemos essa filiação. Não nos aproximamos de uma divindade distante e indiferente, mas do Pai celestial. Podemos apresentar nossas necessidades, confessar nossos temores e descansar sabendo que Ele nos ouve segundo Sua vontade.

A esperança dos filhos de Deus

Nossa filiação não se limita às bênçãos experimentadas nesta vida. Os filhos de Deus possuem uma esperança eterna. Cristo ressuscitou dentre os mortos e garantiu que aqueles que Nele creem também participarão da ressurreição para a vida.

Neste mundo, ainda convivemos com lágrimas, injustiça, enfermidade e morte. Entretanto, essas realidades não terão a palavra final. Deus prometeu novos céus e nova terra, onde habita a justiça. Ali, Seus filhos estarão para sempre em Sua presença, livres do pecado e de todo sofrimento.

Essa esperança fortalece o crente durante as provações. Sabemos que nossa jornada terrena é temporária e que existe uma herança incorruptível reservada para nós. Nenhuma perda sofrida por fidelidade a Cristo pode ser comparada à glória que será revelada.

Por isso, não precisamos viver dominados pelo medo da morte. Para aqueles que pertencem a Jesus, a morte não representa condenação, mas a entrada na presença do Senhor. O mesmo Cristo que nos justificou nesta vida nos conduzirá em segurança até o fim.

Vivamos diariamente com gratidão

Diante de um privilégio tão elevado, nossa resposta deve ser uma vida de gratidão. Não fomos adotados porque éramos melhores, mais inteligentes ou mais dignos do que outras pessoas. Fomos alcançados por uma misericórdia que jamais poderíamos exigir.

A gratidão cristã vai além de palavras pronunciadas durante uma oração. Ela aparece quando usamos nosso tempo para servir ao Senhor, quando tratamos o próximo com bondade, quando compartilhamos o evangelho e quando permanecemos fiéis mesmo em circunstâncias difíceis.

Devemos recordar diariamente o preço de nossa redenção. Fomos comprados pelo precioso sangue de Cristo. Essa lembrança nos ajuda a resistir às tentações, abandonar o orgulho e valorizar a comunhão com Deus. Quanto mais contemplamos a cruz, menos espaço existe para a arrogância e a ingratidão.

Também precisamos anunciar esse privilégio aos outros. Ainda existem muitas pessoas que vivem sem esperança, tentando preencher o vazio do coração com dinheiro, fama, prazeres ou aprovação humana. Elas precisam ouvir que existe perdão, reconciliação e uma nova identidade disponível em Jesus Cristo.

Honremos o privilégio de pertencer a Deus

Ser feito filho de Deus é uma das maiores bênçãos que o evangelho oferece. Por meio de Cristo, recebemos perdão, justificação, reconciliação, nova vida e uma esperança que ultrapassa a morte. Nada neste mundo pode ser comparado a esse presente.

Portanto, não tratemos essa verdade com indiferença. Examinemos nossa fé, cultivemos uma vida de oração, conheçamos as Escrituras e busquemos refletir o caráter de nosso Pai celestial. Quando falharmos, corramos novamente para Cristo, reconhecendo que Sua graça continua sendo suficiente.

Que cada dia seja vivido com a consciência de que pertencemos ao Senhor. Em nossas casas, trabalhos, igrejas e relacionamentos, demonstremos que recebemos uma nova identidade. Não para conquistar o amor de Deus, mas porque esse amor já nos foi concedido em Seu Filho.

Jesus Cristo continua sendo o maior presente dado à humanidade. Ele é superior a todos os homens, suficiente para salvar e digno de toda adoração. Que permaneçamos firmes em Sua Palavra e vivamos como verdadeiros filhos do Altíssimo, proclamando com nossos lábios e atitudes que somente Cristo salva, transforma e conduz à vida eterna.

Como fazer seu último estado crescer em extremo
A vaidade do dinheiro

14 comments on “Como ser filho de Deus

  1. Deus foi o responsável por tudo que aconteceu e acontece conosco desde o dia em que nascemos. Foi por causa dEle que tivemos o privilégio de estarmos vivos neste mundo, de termos conhecido pessoas maravilhosas que completaram nossa vida. Tudo isso foi Ele quem nos proporcionou, cada momento, cada vitória, cada conquista, tudo veio dEle. Por isso, nós devemos louvar seu nome diariamente, para que nunca nos esqueçamos o quanto Ele já fez de tudo por nós. Ele é perfeito, nos ama e sempre quer o nosso bem, lembraremos disso sempre. Amém!

  2. Obrigado Jesus, meu Senhor e Salvador, por tudo que fez e tem feito por e pela minha família. Tu és maravilhoso, poderoso e misericordioso. Somente através de Ti Jesus teremos a vida eterna, pois tu és a verdade e a vida. Te louvo e te adoro meu Deus e agradeço por ter mandado o teu Santo Filho para nos perdoar e nos salvar. Glória a Deus, Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré! Amém!

  3. Amém! Obrigado meu Deus por tudo e principalmente por ter dado seu único filho Jesus para nos salvar de nossos pecados toda honra e toda glória agora e sempre.Louvado seja Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Amém.Te amo Jesus de todo meu coração 🙏🙏

  4. Glória a Deus,ó Deus poderoso nosso pai celestial,obgd meu amado Deus por enviar o seu filho único para nos salvar,só senhor é Deus,obgd meu querido Jesus Cristo meu salvador a minha vida devo ao senhor Jesus Cristo.

  5. Ser filho de Deus é respeitar, ser honesto, leal, grato, e sobretudo, amá-lo acima de todas as coisas. O nosso pai nos proporcionou muitas coisas boas, Ele deixou a sua vida para vivermos e termos a oportunidade de conseguir tudo o que conseguimos, sejamos muito gratos por isso. O mínimo que podemos fazer por Ele é andar pelos seus caminhos, sermos gratos, honestos, fiéis e amá-lo como Ele nos amou. Amém!

  6. Devemos sempre ser muito gratos pela honra que recebemos desde o nascimento de podermos chamar Cristo de pai, o nosso pai, aquEle que faz de tudo por nós, nos livra de todos os males e é responsável por todas as nossas vitórias e necessidades. Façamos sempre por onde, seguindo seus caminhos e atendendo suas palavras, que sejamos sempre seus filhos por mérito. Amém!

  7. Que saibamos sempre o real significado de sermos filhos de Cristo. Ser filho de Deus significa o privilégio de termos tido alguém que foi capaz de dar a sua vida em troca da nossa, que nos criou, nos protege, nos faz crescer e nos dá diversas oportunidades. É quem olha por nós diariamente e nisso temos a certeza de que nunca estaremos desamparados. Sejamos sempre gratos por essa oportunidade. Amém!

  8. Em tudo devemos dar graças a Deus, por tudo q senhor fez e continua fazendo!
    Obrigada senhor Jesus por me amar tanto mesmo eu sendo pecador🙏🏾

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *