Alegra-te que o teu nome está inscrito nos céus

Você se lembra de quando Deus abriu seus olhos para o evangelho? Não existe conquista terrena comparável ao milagre de receber perdão e vida eterna. Por isso, Jesus nos ensina a alegrar-nos porque nosso nome está escrito nos céus, e não apenas pelos resultados que alcançamos nesta vida.

O maior dia da vida de um cristão

Existem dias que permanecem guardados em nossa memória. Lembramo-nos de acontecimentos familiares, conquistas profissionais, viagens, celebrações e momentos que mudaram nossa história. Entretanto, nenhum deles pode ser comparado ao dia em que fomos alcançados pela graça de Deus.

A conversão verdadeira não é apenas uma mudança de religião, de costumes ou de ambiente social. É uma obra sobrenatural na qual Deus abre os olhos espirituais do pecador, mostra-lhe sua condição e o conduz a confiar em Jesus Cristo.

Antes, vivíamos separados de Deus, seguindo nossos próprios desejos e justificando nossos pecados. Talvez possuíssemos algum conhecimento religioso, frequentássemos uma congregação ou tivéssemos aprendido histórias bíblicas desde a infância. Porém, conhecer informações sobre Deus não é o mesmo que conhecê-Lo de maneira salvadora.

No momento da conversão, começamos a compreender que somos culpados diante do Senhor e incapazes de salvar a nós mesmos. Também passamos a enxergar a beleza de Cristo, a suficiência de Sua morte e a esperança de Sua ressurreição.

A salvação é o maior milagre que alguém pode experimentar. Uma pessoa espiritualmente morta recebe vida. Um inimigo de Deus é reconciliado. Um culpado é declarado justo por causa da obra de outro.

A salvação não é apenas uma experiência emocional

Algumas pessoas conseguem recordar a data, o lugar e até mesmo a pregação que Deus utilizou em sua conversão. Outras cresceram ouvindo a Palavra e não conseguem identificar um momento específico em que passaram da incredulidade para a fé.

Não devemos transformar a capacidade de lembrar uma data exata em fundamento da segurança espiritual. A pergunta principal não é apenas: “Em que dia você fez uma decisão?”, mas: “Em quem você está confiando hoje?”.

Uma experiência emocional pode ser intensa sem produzir verdadeira conversão. Alguém pode chorar durante um culto, sentir medo das consequências do pecado ou emocionar-se com uma música e ainda não possuir arrependimento genuíno.

A salvação verdadeira envolve fé em Cristo, arrependimento e uma transformação que começa no interior. Isso não significa que o convertido se torna imediatamente perfeito, mas passa a possuir uma nova direção.

Antes, ele protegia o pecado e resistia à autoridade divina. Depois de ser alcançado, começa a odiar aquilo que ofende a Deus e deseja viver em obediência. Pode tropeçar, mas não consegue permanecer em paz enquanto vive deliberadamente contra a vontade do Senhor.

Deus removeu a barreira que nos separava Dele

O pecado não é apenas um erro de comportamento. Ele representa rebelião contra o Criador e produz separação entre o homem e Deus. Nenhuma quantidade de boas obras consegue apagar essa culpa.

O ser humano pode melhorar determinados hábitos, ajudar pessoas necessitadas, contribuir financeiramente com uma igreja e manter uma reputação respeitável. Contudo, nenhuma dessas coisas possui poder para satisfazer a justiça perfeita de Deus.

A barreira foi removida por Jesus Cristo. Na cruz, Ele assumiu a culpa de Seu povo e recebeu a condenação que lhe correspondia. Sua morte não foi apenas um exemplo de amor, mas um verdadeiro sacrifício substitutivo.

Cristo viveu a vida de obediência que não conseguimos viver. Ele cumpriu perfeitamente a lei, nunca pecou e ofereceu a Deus uma justiça completa. Depois, entregou-Se voluntariamente à morte.

Quando cremos, não somos aceitos por causa da qualidade de nossas obras, mas por causa da justiça de Cristo. Deus não reduz Seu padrão para receber-nos; Ele nos recebe porque o Salvador cumpriu esse padrão em nosso lugar.

A salvação é obra da graça divina

Nenhum cristão pode atribuir sua conversão à própria inteligência ou sensibilidade espiritual. Se Deus não tivesse agido primeiro, continuaríamos mortos em nossos pecados.

A graça não é uma recompensa entregue às pessoas que demonstraram possuir um coração melhor. Ela é favor imerecido concedido a pecadores culpados. Deus não encontrou em nós algo que O obrigasse a salvar-nos.

Essa verdade aparece de maneira impressionante na conversão de Saulo de Tarso. Antes de conhecer a Cristo, Saulo perseguia a igreja, aprovava a prisão dos cristãos e respirava ameaças contra os discípulos.

Ele não estava procurando uma maneira de tornar-se apóstolo. Pelo contrário, dirigia-se a Damasco com autorização para perseguir os seguidores de Jesus. Foi Cristo quem interrompeu seu caminho e transformou seu coração.

O relato de Saulo ajuda-nos a compreender a graça irresistível que vence a dureza do coração. O perseguidor tornou-se pregador, e aquele que tentou destruir a igreja dedicou sua vida à expansão do evangelho.

O Espírito Santo abre nossos olhos

A conversão não é produzida apenas pela habilidade do pregador. Um sermão pode estar bem organizado, conter boas ilustrações e ser apresentado com eloquência, mas somente o Espírito Santo pode conceder vida espiritual.

Isso não torna a pregação desnecessária. Deus utiliza Sua Palavra como meio para chamar pecadores ao arrependimento. Porém, o resultado final não depende do carisma humano.

O Espírito convence do pecado, da justiça e do juízo. Ele mostra ao homem que sua condição é mais grave do que imaginava e revela que Jesus é o único Salvador suficiente.

Antes dessa iluminação, a cruz pode parecer loucura, a Bíblia pode parecer um livro sem autoridade e a santidade pode ser vista como uma restrição desagradável. Quando Deus abre os olhos, essas coisas começam a ser percebidas de maneira diferente.

Por isso, ao estudarmos a obra do Espírito Santo na conversão, entendemos que a salvação não é resultado de manipulação emocional. É Deus quem convence, regenera, concede fé e produz arrependimento.

Não são nossas obras que nos tornam salvos

Um dos maiores erros religiosos é pensar que podemos construir uma lista de méritos suficiente para entrar no céu. O coração humano gosta dessa ideia porque ela permite que o homem preserve algum motivo de orgulho.

Se a salvação dependesse de obras, poderíamos olhar para outras pessoas e dizer que fomos salvos por sermos melhores. Também poderíamos apresentar nossas realizações diante de Deus como se Ele estivesse em dívida conosco.

O evangelho destrói essa pretensão. Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Não existe alguém suficientemente justo para conquistar a aceitação divina por esforço próprio.

Somos salvos pela graça, mediante a fé. Até mesmo a fé não é uma moeda com a qual compramos o favor de Deus. Ela é a mão vazia que recebe o presente oferecido em Cristo.

As boas obras possuem um lugar importante na vida cristã, mas não são a causa de nossa justificação. Elas são frutos da salvação. Não obedecemos para sermos adotados; obedecemos porque Deus nos adotou em Cristo.

Um ministério brilhante não prova a salvação

Existem pessoas conhecidas por seus ministérios, dons, talentos e resultados. Algumas pregam diante de multidões, lideram grandes organizações, escrevem livros, cantam ou realizam atividades que recebem reconhecimento público.

Essas coisas podem ser utilizadas por Deus, mas não constituem prova automática de que alguém foi regenerado. É possível exercer atividades religiosas e ainda manter o coração distante do Senhor.

Jesus advertiu que muitos diriam no último dia que profetizaram, expulsaram demônios e realizaram maravilhas em Seu nome. Mesmo assim, Ele declararia que nunca os conheceu.

Essa passagem deve despertar temor e exame pessoal. A pergunta mais importante não é quantas pessoas conhecem nosso nome, mas se fomos conhecidos salvadoramente por Cristo.

O sucesso visível pode enganar. Uma igreja cheia não demonstra necessariamente que o evangelho está sendo pregado com fidelidade. Números elevados, vídeos populares e grandes ofertas não substituem a verdade, o caráter e a comunhão com Deus.

Os setenta discípulos retornaram com alegria

Lucas registra que Jesus enviou setenta discípulos para anunciar a chegada do reino de Deus. Eles receberam autoridade para realizar a missão e depois regressaram cheios de entusiasmo.

17 Voltaram depois os setenta com alegria, dizendo: Senhor, em teu nome, até os demônios se nos submetem.

18 Respondeu-lhes ele: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.

19 Eis que vos dei autoridade para pisar serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; e nada vos fará dano algum.

20 Contudo, não vos alegreis porque se vos submetem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.

Lucas 10:17-20

Os discípulos haviam testemunhado coisas extraordinárias. Até os demônios se submetiam quando utilizavam o nome de Jesus. Era compreensível que estivessem impressionados e felizes.

Cristo não negou que havia concedido autoridade nem afirmou que a obra deles era sem importância. Contudo, corrigiu o fundamento principal de sua alegria.

Eles não deveriam encontrar sua identidade no poder ministerial. Sua maior alegria precisava estar na certeza de que seus nomes estavam escritos nos céus.

Jesus colocou as prioridades no lugar correto

A correção de Jesus continua sendo necessária para a igreja atual. É muito fácil transformar o ministério em fonte de identidade, competição e orgulho.

Um pregador pode começar servindo com humildade e, depois de algum reconhecimento, passar a medir seu valor pela quantidade de convites recebidos. Um músico pode deixar de adorar e começar a buscar aplausos.

Até mesmo atividades boas podem tornar-se perigosas quando ocupam o lugar que pertence a Cristo. O ministério não é nosso salvador. A igreja não é um palco destinado à exaltação de personalidades.

Os dons são presentes da graça e devem ser utilizados para edificar outras pessoas. Nenhum cristão possui motivo para vangloriar-se de algo que recebeu gratuitamente.

Nossa alegria principal não deve estar no que fazemos para Deus, mas no que Deus fez por nós. Antes de sermos pregadores, cantores, líderes ou professores, somos pecadores alcançados pela misericórdia.

Os dons espirituais não são o mesmo que o fruto do Espírito

Outro erro comum é confundir manifestações de dons com maturidade espiritual. Uma pessoa pode comunicar-se bem, demonstrar liderança e possuir grande conhecimento bíblico, mas ainda apresentar orgulho, falta de domínio próprio e ausência de amor.

Os dons indicam capacidades concedidas para o serviço. O fruto do Espírito revela o caráter que Deus está produzindo no cristão. Amor, alegria, paz, paciência, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio não devem ser tratados como detalhes secundários.

A igreja de Corinto possuía muitos dons, mas também enfrentava divisões, imoralidade, orgulho e desordem. Paulo não negou a existência dos dons, mas demonstrou que eles precisavam ser exercidos com amor e maturidade.

Alguém pode impressionar uma multidão durante algumas horas e tratar mal sua família no restante da semana. Pode falar sobre humildade publicamente e exigir tratamento especial nos bastidores.

Por isso, não devemos avaliar um ministério somente pelos resultados aparentes. Doutrina, caráter, fidelidade e frutos duradouros também precisam ser considerados.

A obra consumada de Cristo é nosso fundamento

A segurança do cristão não repousa na perfeição de seu desempenho. Existem dias em que sentimos maior alegria e disposição espiritual, mas também atravessamos momentos de fraqueza, dúvida e cansaço.

Se nossa aceitação diante de Deus variasse conforme nossas emoções, nunca teríamos verdadeira segurança. Em um dia pensaríamos estar salvos e, no dia seguinte, acreditaríamos ter perdido toda esperança.

Nosso fundamento está fora de nós. Ele se encontra na vida perfeita, na morte substitutiva e na ressurreição de Jesus. Cristo declarou na cruz: “Está consumado”.

Isso significa que a dívida foi paga e a obra necessária para a redenção foi cumprida. Não podemos acrescentar algo ao sacrifício do Filho de Deus.

A fé verdadeira olha para Cristo. Quando percebemos nossos pecados, não tentamos esconder-nos atrás de nossas conquistas. Confessamos nossa culpa e descansamos novamente na suficiência do Salvador.

Como saber se nossa conversão foi verdadeira?

Essa pergunta precisa ser respondida com equilíbrio. Não devemos construir segurança apenas sobre uma decisão feita no passado, mas também não devemos viver em constante desespero, como se a promessa de Deus não fosse confiável.

A base objetiva da salvação é Cristo e Sua obra. Aquele que se arrepende e crê no Filho possui vida eterna. A Palavra de Deus, e não nossas emoções instáveis, estabelece essa verdade.

Ao mesmo tempo, a fé genuína produz evidências. O convertido começa a amar a Palavra, deseja obedecer, luta contra o pecado e desenvolve amor pelos irmãos.

Esses frutos não são perfeitos nem aparecem todos com a mesma intensidade. O crescimento cristão acontece progressivamente. Entretanto, deve existir uma nova direção.

Uma pessoa que afirma ter conhecido a Cristo, mas vive durante anos em pecado deliberado sem arrependimento, precisa examinar seriamente sua profissão de fé.

A salvação produz arrependimento contínuo

A conversão marca o início da vida cristã, não o fim de nossa luta. Mesmo depois de regenerados, continuamos enfrentando tentações e percebendo áreas que precisam ser transformadas.

O verdadeiro cristão não afirma que deixou de pecar completamente. Ele reconhece seus pecados, confessa-os e busca abandoná-los.

O arrependimento contínuo não significa que a obra de Cristo foi insuficiente. Pelo contrário, demonstra que o Espírito está trabalhando em nós e tornando nossa consciência sensível.

Quanto mais conhecemos a santidade de Deus, mais percebemos a profundidade de nossa dependência da graça. O amadurecimento espiritual não nos leva a pensar que precisamos menos de Jesus.

O cristão maduro não é aquele que fala constantemente sobre sua própria grandeza, mas aquele que reconhece com maior clareza a grandeza do Salvador.

Devemos lembrar de onde Deus nos tirou

Recordar nossa antiga condição pode produzir gratidão e humildade. Não devemos contemplar o passado com desejo de retornar, mas lembrar que fomos resgatados.

Alguns foram libertos de vícios visíveis, relacionamentos destrutivos ou uma vida abertamente rebelde. Outros cresceram dentro da religião e foram salvos de uma confiança orgulhosa em sua própria moralidade.

Não existe testemunho insignificante. Uma pessoa não precisa ter cometido crimes graves para reconhecer que necessitava de salvação. Todo pecado é uma ofensa contra a santidade de Deus.

Também não devemos exaltar os detalhes pecaminosos do passado de maneira que eles pareçam mais interessantes do que a graça de Cristo. O centro do testemunho não é o tamanho de nossa maldade, mas o poder do Salvador.

Nosso testemunho deve declarar: eu estava perdido, mas Cristo me encontrou; estava cego, mas agora vejo; estava condenado, mas recebi perdão.

O perigo de perder a alegria da salvação

Com o passar dos anos, é possível que algumas pessoas se acostumem com a linguagem cristã. Palavras como graça, perdão, cruz e ressurreição começam a parecer comuns.

As responsabilidades também podem ocupar todo o espaço. Um cristão pode envolver-se tanto na organização da igreja que deixa de contemplar a beleza do evangelho.

Quando isso acontece, o serviço torna-se pesado, as comparações aumentam e o coração começa a depender do reconhecimento humano.

Precisamos retornar constantemente à verdade da salvação. Não porque Cristo precise ser crucificado novamente, mas porque nossa memória espiritual é fraca.

A pregação do evangelho não é somente para os incrédulos. O cristão também precisa recordar diariamente que sua identidade está em Cristo e que todas as bênçãos procedem da graça.

A disciplina de Deus confirma Seu cuidado

Ser salvo não significa viver sem correção. Deus disciplina aqueles que recebe como filhos. Quando nos desviamos, Ele pode utilizar Sua Palavra, a igreja, circunstâncias e consequências para conduzir-nos de volta.

A disciplina não deve ser confundida com condenação. Cristo já recebeu a condenação do Seu povo. A correção paternal possui o objetivo de restaurar e santificar.

Um pai amoroso não permanece indiferente quando seu filho caminha em direção ao perigo. Da mesma maneira, Deus não trata nossa desobediência como algo insignificante.

Algumas correções podem ser dolorosas, mas produzem frutos de justiça naqueles que são exercitados por elas. Devemos recebê-las com humildade, perguntando o que o Senhor deseja ensinar-nos.

A graça não apenas perdoa; ela também educa. Ensina-nos a renunciar à impiedade e a viver de maneira santa no presente século.

A gratidão deve marcar a vida cristã

Quando entendemos de onde fomos resgatados e o preço de nossa redenção, a gratidão deixa de ser uma obrigação vazia. Ela se torna uma resposta natural à misericórdia.

Agradecemos porque nossos pecados foram perdoados. Agradecemos porque recebemos acesso à presença de Deus. Agradecemos porque o Espírito habita em nós e porque possuímos esperança além da morte.

Essa gratidão deve aparecer na maneira como utilizamos nosso tempo, dinheiro, talentos e relacionamentos. Não oferecemos nossa vida a Deus para comprar a salvação, mas porque já fomos comprados pelo sangue de Cristo.

Até nos dias difíceis existem razões para agradecer. As circunstâncias podem mudar, mas nossa posição em Cristo permanece segura. Podemos perder bens, reconhecimento ou saúde, porém ninguém pode remover a vida eterna concedida pelo Senhor.

A gratidão protege o coração contra o orgulho ministerial e a insatisfação constante.

Nossa verdadeira cidadania está nos céus

Jesus disse aos discípulos que seus nomes estavam escritos nos céus. Essa verdade mostra que nossa identidade final não está limitada a este mundo.

O cristão possui responsabilidades terrenas. Deve trabalhar, cuidar da família, servir à sociedade e agir com justiça. Contudo, sabe que sua pátria definitiva não está aqui.

Podemos alegrar-nos com conquistas legítimas, mas nenhuma delas deve ocupar o lugar da esperança eterna. Títulos, propriedades, seguidores e reconhecimento permanecerão neste mundo.

Ao meditarmos que nossa cidadania está nos céus, aprendemos a avaliar corretamente as coisas passageiras. Não precisamos construir toda a nossa identidade sobre aquilo que pode desaparecer.

A cidade celestial foi preparada por Deus. Ali não haverá pecado, lágrimas, enfermidade, luto ou morte. O próprio Senhor habitará com Seu povo para sempre.

A esperança eterna nos sustenta nas provações

A certeza da salvação não elimina os problemas presentes, mas modifica a maneira como os enfrentamos. O cristão pode sofrer sem perder completamente a esperança.

Quando uma porta se fecha, lembramos que nossa herança eterna continua preservada. Quando enfrentamos enfermidade, sabemos que receberemos um corpo glorificado. Quando a morte se aproxima, confiamos que estaremos com Cristo.

As provações também nos ajudam a perceber que este mundo não pode satisfazer plenamente o coração. Até as melhores experiências terrenas são temporárias.

Nossa alegria não está baseada na promessa de uma vida confortável, mas na presença de Cristo e na certeza de que Ele completará a obra iniciada.

O mesmo Deus que nos chamou continuará sustentando-nos. Aquele que justificou também nos conduzirá à glorificação.

A salvação nos leva a anunciar o evangelho

Quem compreende a grandeza da salvação não deve permanecer indiferente às pessoas que ainda vivem sem Cristo. A gratidão produz desejo de compartilhar as boas-novas.

Evangelizar não é apresentar nossa própria superioridade moral. É reconhecer que somos mendigos mostrando a outros mendigos onde encontrar o pão da vida.

Nossa mensagem não deve ser: “Torne-se tão bom quanto eu”. Devemos anunciar: “Cristo salva pecadores e existe perdão para todo aquele que se arrepende e crê”.

Também não precisamos manipular emoções ou prometer benefícios que Jesus nunca prometeu. O evangelho possui poder suficiente quando é apresentado com fidelidade.

Pregamos a vida, a morte e a ressurreição de Cristo. Chamamos as pessoas ao arrependimento e confiamos que o Espírito Santo realizará aquilo que nós não podemos fazer.

Vivamos de maneira digna dessa graça

A salvação gratuita não produz uma vida descuidada. Pelo contrário, aquele que compreende o preço pago por Cristo deseja honrá-Lo.

Paulo frequentemente apresentava a graça antes de chamar os cristãos à obediência. Primeiro mostrava o que Deus havia feito; depois explicava como deveriam viver em resposta.

Devemos cuidar de nossas palavras, pensamentos, relacionamentos e decisões. A fé não deve ficar limitada ao culto de domingo. Ela precisa influenciar a maneira como trabalhamos, tratamos nossa família e lidamos com tentações.

Quando falhamos, não escondemos o pecado. Confessamos, recebemos o perdão e buscamos corrigir nossos caminhos.

Não viveremos à altura da graça por nossas próprias forças, mas o Espírito que iniciou a obra continua moldando-nos à imagem de Cristo.

Conclusão: alegrai-vos porque vossos nomes estão escritos nos céus

O dia em que Deus nos salvou foi o começo de uma nova história. Ele abriu nossos olhos, removeu nossa culpa e colocou-nos em comunhão consigo por meio de Jesus Cristo.

Nada disso aconteceu por causa de nossos méritos. Fomos alcançados pela graça, regenerados pelo Espírito e justificados pela obra consumada do Salvador.

Podemos servir, ensinar, cantar, liderar e realizar muitas atividades importantes. Entretanto, nenhuma dessas coisas deve tornar-se a fonte principal de nossa identidade ou alegria.

Resultados ministeriais podem aumentar ou diminuir. O reconhecimento das pessoas pode chegar e desaparecer. Nossas capacidades também podem mudar com o tempo.

Cristo, porém, permanece o mesmo. Sua morte continua suficiente, Sua ressurreição continua sendo nossa esperança e Sua promessa continua firme.

Examinemos nosso coração para saber em que estamos depositando nossa confiança. Não descansemos em uma profissão religiosa, em um cargo eclesiástico ou em experiências extraordinárias. Descansemos somente em Jesus.

Lembremo-nos com gratidão do dia em que fomos alcançados, mas continuemos olhando para Cristo no presente. A salvação não é apenas uma lembrança do passado; é uma realidade que transforma nossa caminhada e aponta para uma herança eterna.

Que nossa maior alegria não seja o que conseguimos realizar, mas a certeza de que pertencemos a Cristo e que nossos nomes estão escritos nos céus. Essa verdade é maior do que qualquer título, conquista ou reconhecimento que este mundo possa oferecer.

Uma fé mais preciosa do que o ouro
Um sol de justiça para aqueles que temem em seu nome

67 comments on “Alegra-te que o teu nome está inscrito nos céus”

    1. Tenha fé, com Ele o nosso fardo fica leve, a cruz mais pesada Ele carregou por nós, o Senhor não nos dá um fardo maior que não possamos carregar, as provas vêm pra testar nossa fé, mais a vitória é certa, creia no momento certo Deus te dará a sua, ” tende bom ânimo”, Cristo venceu o mundo por nós, Deus te abençoe, hoje e sempre.

  1. Glória adeus Ele merece toda glória honra louvor porque ele é digno de tudo isso porque sem ele a gente não é nada precisamos muito andar no caminho e Deus que é pai e amigo que sempre está junto de nós para ajudar obrigado por mais esse dia maravilhoso na presença do Senhor AMÉM

  2. Aleluia Gloria Deus, tu és digno de todo louvor de toda a honrra e de toda Glória. Santo Santo Santo! Eu te amo tudo me salvasse e me desse vida e vida em abundância! Sangue de Jesus tem poder!!!

  3. Glória a Deus por tudo que tem acontecido em minha vida seja ruim ou coisas boas ,em tudo daí graças,te amo meu Jesus lindo lindo te adoro muito meu precioso Deus de Israel.

  4. Obrigado meu Deus por há muito ter aceitado Jesus com meu Senhor e Salvador! Glória a Deus, pois Tu és Santo, Poderoroso e Misericordioso. Amo a Deus sobre todas as coisas e ao meu próximo como a mim mesmo. Perdoa os meus pecados Senhor, pois sempre quero que segures a minha mão para enfrentar os difíceis dias da vida. Tem misericórdia de mim e da minha família e daí-nos a vida eterna ao teu lado meu Deus! Amém!

  5. Obrigado meu Deus por tudo e por todas coisas boas que tem feito na minha vida, pela linda familia que o senhor me deu, entra na minha casa, na minha vida, e entrego o meu coração. Amém

  6. Senhor se eu estiver erradamente errada que o senhor me perdoe e tem misericórdia de mim. E me ensinar a pedir o perdão as pessoas em nome de Jesus

  7. Deus deu o seu unico filho senhor JESUS Crito por morreu pelos nos pecado. Nos temos mas de clorificar o seu santo nome. Cloria a Deus amem..

  8. Obrigada meu Deus por me amar, e mais ainda por me sustentar de todas as formas, a Ti Senhor toda honra, glória e toda minha gratidão te amo meu único e verdadeiro pai.

  9. Esta passagem bíblica é .maravilhosa; por que nos deixa bem cloro que nada nem niquem pode ser mais importante do que nossa comunhão com Deus. Quando olhamos para nossos filhos e familiares e dizemos isso todos os dias , que eles não são as pessoas mais importantes da nossas vidas , claro que nao falamos isso com palavras mas em nossa mente. chega a doer. Mas precisamos fazer isso e vê se é verdade mesmo , ou pessoas e coisas estão no lugar de Deus.

  10. A maior alegria de um ser humano é saber q viveremos eternamente ao lado do nosso Salvador e Redentor Cristo Jesus!

  11. Nesta manhã eu só quero agradecer o meu Deus agradecer também essas pessoas que manda esses versículos muito bom muito rico bom ensinamento cada manhã para nós isso é porque Deus é maravilhoso Deus sempre coloca uma pessoa para nos ajudar e assim como nós pegamos nosso celular para falar tantas coisas é muito bom nós pegar meu celular e ler essas mensagens muito rica para nossas vidas grato a Deus por essas pessoas grata a Deus

  12. A missão dos setenta e dois discípulos
    10 Depois disto, o Senhor escolheu outros setenta e dois [a] homens e os mandou ir, dois em dois a sua frente, para todas as cidades e lugares aonde ele mesmo pretendia ir. 2 E disse a eles:….72

  13. Como é Maravilhoso acordar e aprender com essas Passagens biblicas. Ter o Seu Dia, pautado Nessa Esperança:Tudo aki vai Passar, mas a Nossa Herança É Eterna, Vida sem lutas, nem dor, Eternamente Com O Pai !!!

  14. Querido Deus graças te dou pois o senhor me amou mesmo sendo eu tão falha e hoje sou tua filha amada redimida e salva para tua honra e tua glória em nome de Jesus Amém

  15. Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, Te agradeço Pai por ter escrito meu nome no Livro da Vida. Obrigado Jesus por segurar as minhas mãos todos os dias e me mostrar o caminho da salvação. Obrigado Senhor pelas maravilhas que tem feito na minha vida e da minha família. Nos livra Senhor de todos os males e de todas as tentações para que possamos honrar o Teu Nome. Toda honra e toda glória seja dada a ti Senhor! Glória a Deus louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo de Deus! Amém!

  16. Glória a Deus glória ao filho e glória ao espírito santo Deus querido Deus amado o seu senhor me ajuda a entender o senhor quer que nós aprenda que a tua palavra para te agradar de todo coração e peço em nome de Jesus que me ajude levar minha família a tua casa de oração agradeço por tudo Amém

  17. Devemos diariamente ser gratos por tudo que nos foi concedido até o dia de hoje, e por aquilo que sabemos que será realizado, pois confiamos no nosso Senhor e entreguemos nossas vidas em suas mãos. Sigamos sempre o caminho do bem e da verdade pois seremos grandemente abençoados em herdarmos o reino dos céus. Ao nosso salvador devemos tudo, nunca nos esqueçamos disto. Amém!

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