A vida cristã não foi planejada para ser vivida em completo isolamento. Embora existam momentos necessários de oração, jejum e reflexão pessoal, uma vida que agrada ao Senhor também exige que aprendamos a amar o próximo como a nós mesmos, servindo, perdoando e caminhando em comunhão com nossos irmãos.
Podemos cometer o erro de nos afastar dos irmãos em Cristo e até mesmo da sociedade, acreditando que a espiritualidade verdadeira consiste apenas em permanecer no silêncio, longe das pessoas e dedicado exclusivamente às práticas particulares. A oração em secreto, o jejum, a leitura da Bíblia e os momentos de retiro são importantes, mas não representam sozinhos a totalidade da vida cristã.
Jesus frequentemente se retirava para lugares solitários a fim de orar, mas depois voltava para servir às multidões, ensinar os discípulos, acolher os necessitados e anunciar o Evangelho. Ele mantinha perfeita comunhão com o Pai sem abandonar aqueles que precisavam de Sua presença. Seu exemplo nos mostra que a devoção pessoal deve preparar-nos para amar e servir melhor.
Uma pessoa pode passar horas em oração e, ainda assim, tratar os outros com impaciência. Pode conhecer muitos versículos, mas recusar-se a perdoar. Pode jejuar frequentemente e continuar indiferente ao sofrimento de um irmão. Quando isso acontece, existe uma separação perigosa entre a aparência religiosa e a transformação que o Evangelho deve produzir.
Fomos chamados para viver em comunhão
Desde o princípio, Deus declarou que não era bom que o homem estivesse só. Embora essa afirmação apareça inicialmente no contexto da criação da família, ela também revela que o ser humano foi criado para relacionamentos, responsabilidade e comunhão.
Na vida cristã, essa necessidade se torna ainda mais clara. Quando alguém crê em Jesus, não é unido apenas individualmente a Cristo, mas passa a fazer parte de um povo. A igreja é apresentada nas Escrituras como família, rebanho, templo e corpo. Todas essas figuras apontam para relacionamento e dependência mútua.
Um membro separado do corpo não consegue permanecer saudável. Da mesma maneira, um cristão que voluntariamente rejeita toda comunhão fica mais vulnerável ao desânimo, ao engano e ao pecado. Deus utiliza outros crentes para nos ensinar, corrigir, encorajar e consolar.
Isso não significa que devemos depender emocionalmente das pessoas de maneira doentia ou colocar nelas a confiança que pertence somente a Deus. Nossa esperança está no Senhor. Entretanto, o próprio Deus decidiu manifestar grande parte de Seu cuidado por meio da comunidade cristã.
Quando estamos enfraquecidos, um irmão pode recordar-nos uma promessa. Quando enfrentamos uma necessidade, a igreja pode oferecer ajuda. Quando começamos a desviar-nos, alguém maduro pode advertir-nos com amor. Rejeitar toda comunhão significa frequentemente rejeitar um dos instrumentos que Deus utiliza para preservar Seus filhos.
Amar a Deus exige amar os irmãos
Jesus resumiu a lei em dois grandes mandamentos: amar a Deus de todo o coração e amar o próximo como a nós mesmos. Esses mandamentos não devem ser separados. O amor verdadeiro por Deus necessariamente produz uma nova maneira de tratar as pessoas.
O apóstolo João tratou esse assunto com grande clareza. Ele ensinou que não é coerente afirmar que amamos a Deus, a quem não vemos, enquanto odiamos o irmão que está diante de nossos olhos. O relacionamento vertical com Deus precisa produzir frutos visíveis nos relacionamentos horizontais.
É relativamente fácil falar sobre amor de maneira geral. O desafio aparece quando precisamos amar pessoas reais, com personalidades, limitações e opiniões diferentes das nossas. O amor cristão não é uma teoria bonita; é demonstrado em situações concretas.
Amamos quando ouvimos alguém com paciência, quando nos recusamos a divulgar uma fraqueza, quando ajudamos em uma necessidade, quando corrigimos com mansidão e quando perdoamos uma ofensa. Também amamos quando falamos a verdade, mesmo que seja desconfortável, desde que nossa intenção seja restaurar e não humilhar.
O verdadeiro amor não é apenas um sentimento agradável. Ele envolve decisão, sacrifício, perseverança e compromisso com o bem do outro. Algumas vezes sentiremos grande afeição; em outras, precisaremos obedecer ao mandamento mesmo quando as emoções não colaborarem.
A igreja primitiva como exemplo de comunhão
Quando observamos os primeiros capítulos de Atos, encontramos uma comunidade marcada pela doutrina dos apóstolos, pela comunhão, pelo partir do pão e pelas orações. Os cristãos não se encontravam apenas para assistir a uma atividade religiosa. Eles compartilhavam a vida.
Conheciam as necessidades uns dos outros, repartiam recursos e cuidavam daqueles que enfrentavam dificuldades. Havia um sentimento de pertencimento que ultrapassava diferenças sociais, culturais e econômicas. Pessoas que antes talvez nunca se relacionassem passaram a considerar-se irmãos por causa de Cristo.
Isso não significa que a igreja primitiva era perfeita ou que nunca enfrentava conflitos. O próprio livro de Atos registra problemas relacionados à distribuição de alimentos, hipocrisia e divergências. As cartas apostólicas também mostram divisões, imaturidade e pecados que precisavam ser corrigidos.
O modelo bíblico não é uma comunidade sem problemas, mas uma comunidade que enfrenta suas dificuldades debaixo da autoridade de Cristo. Em vez de abandonar imediatamente os irmãos quando aparece um conflito, somos chamados a buscar reconciliação, verdade e restauração.
Por isso, devemos procurar viver unidos como irmãos. A unidade cristã não significa que todos terão exatamente a mesma personalidade, preferência ou opinião sobre cada assunto secundário. Significa que nossa identidade comum em Cristo é maior do que as diferenças que poderiam separar-nos.
A unidade precisa estar fundamentada na verdade
Ao falar sobre comunhão, também precisamos evitar a ideia de que unidade significa aceitar qualquer ensinamento ou comportamento. A igreja não pode preservar uma paz superficial às custas da verdade bíblica. O mesmo Cristo que ordenou amor também ordenou fidelidade.
O amor não ignora o pecado destrutivo. Quando um irmão segue um caminho perigoso, permanecer em silêncio por medo de desagradar pode ser uma forma de indiferença. A correção realizada com humildade pode ser uma expressão profunda de cuidado.
Entretanto, devemos examinar nossas motivações. É possível utilizar a verdade como arma para ferir, demonstrar superioridade ou vencer discussões. A correção cristã deve buscar a restauração do pecador e a glória de Deus, não a humilhação pública.
Também precisamos distinguir doutrinas fundamentais de preferências pessoais. Muitas divisões surgem porque transformamos nossos gostos em mandamentos universais. Estilos musicais, horários, costumes culturais e outras questões secundárias podem ser tratados com paciência e sabedoria.
A unidade bíblica existe quando pessoas comprometidas com a verdade aprendem a caminhar em humildade. Não é uniformidade absoluta, mas comunhão em torno de Cristo, do Evangelho e da Palavra.
O ensino de Paulo aos tessalonicenses
9 Quanto, porém, à caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros;
10 porque também já assim o fazeis para com todos os irmãos que estão por toda a Macedônia. Exortamo-vos, porém, a que ainda nisto continueis a progredir cada vez mais,
11 e procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado;
12 para que andeis honestamente para com os que estão de fora e não necessiteis de coisa alguma.
1 Tessalonicenses 4:9-12
Paulo reconheceu que os tessalonicenses já praticavam o amor fraternal. Eles não estavam começando do zero. O testemunho daquela igreja era conhecido em toda a Macedônia, e seu cuidado pelos irmãos demonstrava a atuação da graça de Deus.
Mesmo assim, o apóstolo não disse que já haviam atingido o nível máximo. Ele os exortou a progredir cada vez mais. Essa frase nos ensina que nunca devemos considerar-nos completamente maduros no amor.
Sempre existe espaço para crescer em paciência, generosidade, escuta e perdão. Podemos aprender a controlar melhor nossas palavras, perceber necessidades que anteriormente ignorávamos e tratar com maior misericórdia aqueles que falharam.
A santificação é um processo contínuo. O cristão verdadeiro já foi transformado, mas ainda está sendo aperfeiçoado. O Espírito Santo implantou uma nova disposição no coração, porém continuamos lutando contra o egoísmo, o orgulho e a impaciência.
O amor cristão precisa continuar crescendo
Há pessoas que demonstram bondade enquanto tudo acontece conforme seus desejos. Quando são contrariadas, porém, tornam-se agressivas, frias ou vingativas. Esse comportamento revela que seu amor ainda está condicionado à maneira como são tratadas.
Jesus nos chama para algo mais profundo. Ele nos amou quando éramos pecadores e indignos. Seu amor não encontrou em nós méritos que O obrigassem a agir. Por isso, o Evangelho nos capacita a tratar com misericórdia pessoas que não correspondem às nossas expectativas.
Isso não significa permanecer em situações abusivas ou permitir que alguém continue causando danos sem limites. Amar também pode exigir estabelecer fronteiras, procurar ajuda e denunciar comportamentos perigosos. Perdão não é o mesmo que fingir que nada aconteceu.
Contudo, mesmo quando medidas firmes são necessárias, o cristão não deve alimentar desejo de vingança. Podemos buscar justiça sem desejar a destruição da pessoa. Podemos manter distância por prudência e ainda orar para que Deus produza arrependimento.
O crescimento no amor aparece especialmente quando somos feridos. É relativamente fácil servir a quem nos elogia. O desafio é responder de maneira cristã a quem nos decepciona, ignora ou interpreta injustamente nossas intenções.
Levar as cargas uns dos outros
A comunhão cristã não consiste apenas em cumprimentar os irmãos durante o culto. Ela envolve disposição para conhecer suas lutas e participar de seus sofrimentos. Paulo ordenou que levássemos as cargas uns dos outros, cumprindo assim a lei de Cristo.
Algumas cargas são financeiras. Uma família pode perder sua fonte de renda ou enfrentar despesas médicas inesperadas. Outras são emocionais: luto, solidão, ansiedade ou desânimo. Também existem cargas espirituais, como tentações persistentes, dúvidas e períodos de fraqueza na fé.
Nem sempre teremos recursos para resolver o problema, mas podemos estar presentes. Às vezes, ouvir sem julgar, orar com a pessoa ou oferecer ajuda prática já representa um grande alívio.
Precisamos aprender a levar as cargas uns dos outros sem desenvolver curiosidade indevida ou transformar a dor alheia em assunto de conversa. Quando alguém confia uma luta, devemos tratar essa informação com responsabilidade.
Também devemos permitir que os irmãos nos ajudem. Algumas pessoas gostam de servir, mas nunca admitem que estão fracas. O orgulho impede que peçam oração ou compartilhem uma necessidade. A comunhão exige humildade tanto para oferecer quanto para receber cuidado.
O perigo do isolamento voluntário
Há momentos em que precisamos ficar sozinhos para descansar, pensar e orar. Pessoas com diferentes personalidades também necessitam de quantidades distintas de interação social. O problema não está em valorizar o silêncio, mas em utilizar o isolamento para fugir de responsabilidades, correções ou relacionamentos.
Alguns se afastam da igreja depois de uma decepção. Foram feridos, mal compreendidos ou tratados injustamente e decidiram que nunca mais confiarão em ninguém. A dor pode ser real, e não deve ser minimizada. Igrejas e líderes podem cometer pecados graves.
Contudo, uma experiência negativa não transforma todo o povo de Deus em inimigo. Quando uma congregação se torna perigosa ou abandona a verdade, pode ser necessário sair. Porém, isso é diferente de rejeitar definitivamente toda comunhão cristã.
Outras pessoas se isolam porque não desejam ser confrontadas. Sozinhas, podem construir uma versão da fé que nunca questiona suas escolhas. Na comunhão, porém, encontram irmãos que percebem contradições e chamam ao arrependimento.
Também existe o isolamento provocado pelo orgulho espiritual. A pessoa começa a imaginar que ninguém possui conhecimento ou santidade suficientes para caminhar ao seu lado. Esse sentimento contradiz a humildade ensinada por Cristo e ignora que todos dependemos da graça.
Viver quietamente e cuidar das próprias responsabilidades
Depois de falar sobre amor fraternal, Paulo orientou os tessalonicenses a viver tranquilamente, cuidar dos próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos. O amor cristão não deve transformar-se em intromissão constante na vida alheia.
É possível justificar a curiosidade como se fosse cuidado espiritual. Algumas pessoas querem conhecer todos os detalhes da vida dos outros, opinar sobre decisões que não lhes dizem respeito e divulgar informações sob o pretexto de pedir oração.
Paulo apresenta equilíbrio. Devemos importar-nos com as necessidades dos irmãos, mas também respeitar limites. O cuidado verdadeiro não controla, manipula ou invade. Ele oferece presença, conselho e ajuda, reconhecendo a responsabilidade pessoal de cada cristão diante de Deus.
O apóstolo também valoriza o trabalho. Os cristãos deveriam cumprir suas responsabilidades e evitar uma vida desordenada que dependesse desnecessariamente dos outros. A generosidade da igreja não deveria ser explorada por quem possuía capacidade de trabalhar, mas se recusava.
Assim, amor fraternal e responsabilidade caminham juntos. A igreja cuida dos necessitados, enquanto cada membro procura viver honestamente, trabalhar e contribuir segundo suas possibilidades.
Nosso testemunho diante dos que estão fora
Paulo também afirma que essa conduta permitiria aos cristãos andar honestamente diante dos que estavam fora. A maneira como vivemos em comunidade comunica algo sobre o Evangelho.
Quando uma igreja é marcada por fofocas, disputas, abuso de poder e falta de misericórdia, o nome de Cristo é desonrado. As pessoas observam uma contradição entre a mensagem pregada e o comportamento praticado.
Por outro lado, quando encontram uma comunidade que acolhe, serve e busca reconciliação, recebem uma demonstração visível do poder transformador do Evangelho. Jesus afirmou que o amor entre os discípulos seria uma marca pela qual o mundo os reconheceria.
Isso não significa criar uma imagem artificial de perfeição. Podemos admitir erros, pedir perdão e reconhecer áreas que precisam melhorar. Na verdade, uma comunidade que pratica arrependimento oferece um testemunho mais verdadeiro do que uma comunidade que tenta esconder todos os problemas.
O mundo já conhece relacionamentos baseados em interesse, conveniência e troca de favores. A igreja é chamada a demonstrar um amor diferente, fundamentado na graça que recebeu de Cristo.
Edificar em vez de destruir
Nossas palavras possuem grande poder dentro da comunidade. Podemos utilizá-las para encorajar alguém que está cansado ou para aumentar ainda mais seu desânimo. Podemos corrigir com mansidão ou atacar com crueldade.
Edificar não significa elogiar tudo nem evitar conversas difíceis. Um construtor precisa retirar aquilo que está danificado e colocar cada elemento no lugar correto. Da mesma maneira, a edificação espiritual inclui ensino, correção, consolo e incentivo.
Antes de falar sobre um irmão, devemos perguntar se nossas palavras são verdadeiras, necessárias e úteis. Nem toda informação verdadeira precisa ser divulgada. O amor protege a reputação do próximo sempre que não existe uma razão justa para tornar o assunto público.
Devemos procurar edificar uns aos outros, reconhecendo que todos enfrentamos batalhas invisíveis. Uma palavra de encorajamento pode chegar exatamente no momento em que alguém pensava em desistir.
Isso também exige celebrar as vitórias dos outros. A inveja transforma a bênção alheia em motivo de tristeza. O amor, porém, alegra-se quando um irmão cresce, recebe uma oportunidade ou é utilizado por Deus.
Perdão e reconciliação na igreja
Onde existem relacionamentos, haverá oportunidades para perdoar. Mesmo cristãos sinceros ainda possuem fraquezas e podem falar ou agir de maneira errada. Esperar uma igreja onde ninguém jamais nos decepcionará é alimentar uma expectativa impossível.
O perdão cristão nasce da consciência de que fomos perdoados por Deus. A dívida que Cristo cancelou era infinitamente maior do que qualquer ofensa que precisamos perdoar. Isso não torna a dor insignificante, mas coloca-a diante da grandeza da graça.
Quando somos ofendidos, devemos evitar alimentar mentalmente o acontecimento até que a mágoa se transforme em amargura. Sempre que possível e seguro, devemos conversar diretamente com a pessoa em vez de formar um grupo contra ela.
A reconciliação completa pode exigir arrependimento e reconstrução da confiança. Perdoar não significa restaurar imediatamente o mesmo nível de proximidade, especialmente quando houve traição grave. A confiança pode precisar ser reconstruída por meio de frutos consistentes.
Mesmo assim, o coração deve permanecer livre do desejo de vingança. Entregamos a justiça ao Senhor e pedimos graça para não sermos governados pelo ressentimento.
O amor é fruto de uma vida regenerada
O amor cristão não nasce apenas de disciplina humana. Ele é fruto da atuação de Deus em um coração transformado. Fomos naturalmente inclinados ao egoísmo, mas o Espírito Santo começa a produzir uma nova disposição.
Isso não significa que amar se torna sempre fácil. A presença de uma nova natureza não elimina imediatamente todos os hábitos antigos. Continuamos precisando mortificar o orgulho, controlar a língua e aprender paciência.
Portanto, não seria correto dizer que o cristão jamais lutará para amar. Em algumas circunstâncias, essa luta será intensa. A diferença é que agora existe arrependimento, desejo de mudança e poder espiritual para crescer.
Quando percebemos frieza, indiferença ou amargura em nosso coração, não devemos simplesmente aceitar isso como parte de nossa personalidade. Precisamos confessar, pedir ajuda ao Senhor e tomar medidas concretas de obediência.
O amor é evidência da transformação, mas também uma área na qual continuamos sendo santificados. Quanto mais contemplamos o amor de Cristo, mais somos constrangidos a amar como Ele nos amou.
Como crescer no amor fraternal
Podemos começar orando regularmente pelos irmãos. É difícil manter ódio contra alguém enquanto pedimos sinceramente que Deus o abençoe, corrija e aproxime de Cristo. A oração modifica nossa perspectiva.
Também precisamos estar presentes. A comunhão não se desenvolve apenas por meio de mensagens ocasionais. Requer tempo, conversas, refeições, cultos, serviço e disposição para caminhar juntos.
Outra prática importante é aprender a ouvir. Muitas vezes, estamos mais interessados em apresentar nossa opinião do que em compreender a dor do outro. Ouvir com atenção pode ser uma poderosa demonstração de amor.
Devemos ainda procurar oportunidades práticas de servir. Uma visita, uma refeição, uma ajuda com transporte ou uma contribuição financeira podem transmitir cuidado de maneira concreta.
Finalmente, precisamos permanecer próximos de Cristo. Não conseguiremos produzir amor duradouro apenas por esforço próprio. É permanecendo naquele que nos amou primeiro que recebemos forças para amar pessoas difíceis.
Uma vida verdadeiramente agradável a Deus
Uma vida que agrada a Deus combina devoção pessoal e comunhão. Precisamos do secreto da oração, mas também da presença dos irmãos. Precisamos estudar individualmente as Escrituras, mas também ouvir a Palavra na congregação.
O isolamento absoluto pode parecer mais simples porque evita conflitos, mas também impede muitas oportunidades de crescimento. É nos relacionamentos que nosso orgulho é confrontado, nossa paciência é testada e nosso amor se torna visível.
Que nossas palavras edifiquem, nossas atitudes transmitam misericórdia e nossa presença seja fonte de consolo. Que saibamos corrigir sem destruir, ajudar sem controlar e perdoar sem alimentar amargura.
Também devemos pedir perdão quando falhamos. Uma vida agradável a Deus não é uma vida sem erros, mas uma caminhada marcada por arrependimento, fé e transformação contínua.
Amar o próximo não é uma sugestão, mas um mandamento de Cristo. Por meio desse amor, fortalecemos a igreja, demonstramos a realidade do Evangelho e nos tornamos mais semelhantes ao nosso Salvador.
Esforcemo-nos, portanto, para viver em paz, comunhão e amor fraternal. Que ninguém ao nosso redor precise carregar sozinho uma dor que poderíamos ajudar a aliviar. E que o mundo reconheça, pela maneira como tratamos uns aos outros, que pertencemos verdadeiramente àquele que nos amou e entregou Sua vida por nós.
13 comments on “A vida que agrada a Deus”
Nosso dever como filhos é amar a Deus mais do que tudo e amar nossos irmãos como nós nos amamos. Temos sempre de pensar nos outros, pois não podemos ser egoístas com nossos irmãos nem com Deus. Temos sempre de nos preocuparmos com aqueles que nos rodeiam e nunca rejeitá-los, assim como à Deus, pois Ele faz de tudo por nós e só quer nosso bem, nosso dever como filhos é retribuir todo essa amor não só com Ele, mas com todos aqueles que nos esbarrarem no caminho. Amém!
Obrigado senhor meu Deus por essas palavras nesta manhã que eu aprenda amar o prossimo como an sim mesmo. Gloria a Deus amém.
A gente tem que amar a Deus em primeiro lugar porque sem ele a gente não é nada ele deu seu único filho por nós por amor de nós e a gente tem que amar ele por quê tudo que ele faz é por nós agradeço por tudo amém
Meu Senhor e meu Deus, em nome de Jesus, meu Senhor e Salvador, te peço que perdoe os meus pecados, a fim de cada vez mais eu te ame e possa também amar ao meu próximo como a mim mesmo. Me ajuda Pai a sair deste deserto para que eu possa sempre te honrar e a ajudar a minha família e todos aqueles que precisam do meu amor. Te amo Jesus e agradeço por tudo que tem feito por mim e pela minha família. Glória a Deus. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!
Amém….devemos amar ao próximo como a nós mesmo…e a Deus sobre todas as coisas…sobre tudo….amar e ajudar, respeitar , ouvir, dar atenção as vezes orar…
Amém obrigada meu senhor Deus por me ajudar a amar o próximo as , vezes não e fácil,mas cada dia estou aprendendo em nome de Jesus Cristo meu senhor.
Amém! Eu te amo meu Deus e sempre te amarei acima de tudo e todos e também devemos amar o próximo do mesmo modo que nós nos amamos… o quão o Senhor é maravilhoso e misericordioso toda honra e toda glória agora e sempre.Louvado seja Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Amém.Te amo Jesus de todo meu coração 🙏🙏
Senhor obrigado por me amar e dizer a cada dia que a vida sem ti não é vida,obrigado pelo privilégio de te buscar da maneira correta,obrigado por exitir em minha vida em nome de Jesus amém 🙏🙏
Amém!
DEUS em primeiro lugar em tudo tudo Amèm
Devemos buscar viver em comunhão com nossos irmãos, de forma pacífica e sem nada que possa gerar conflitos. Sejamos todos empáticos com o próximo, pensemos e nos coloquemos em seus lugares para que façamos o mesmo que gostaríamos de receber. Tenhamos sempre muita sabedoria e racionalidade para vivermos em comunidade, botando sempre o respeito em primeiro lugar. Amém!
Tenhamos sempre atitudes que sejam dignas daquilo que nos fora ensinados, que sejam coerentes com os ensinamentos de Deus. Sejamos seres sensatos e ajamos sempre de acordo com o que o nosso pai gostaria de enxergar e se orgulharia. Muitas vezes agimos de forma errada e impulsiva, mas devemos sempre rever nossos atos e pensar antes de fazer algo. Sigamos sempre o caminho do nosso pai. Amém!