Do que somos salvos? Segundo a Bíblia, somos libertos do pecado, da condenação e da justa ira de Deus por meio de Jesus Cristo. Essa é a essência de como recebemos a salvação: não por nossos méritos, mas pela graça de Deus manifestada na obra perfeita do Seu Filho.
Do que realmente precisamos ser salvos?
Quando muitas pessoas ouvem a palavra “salvação”, imaginam imediatamente um livramento de algum perigo terreno. Podemos falar de alguém que foi salvo de um acidente, de uma doença grave, de uma crise financeira ou de uma situação que ameaçava sua vida. Embora esses livramentos sejam importantes e possam ser reconhecidos como manifestações da bondade de Deus, a salvação anunciada pelo Evangelho trata de um problema muito mais profundo.
No contexto bíblico, precisamos ser salvos da culpa do pecado, do domínio do pecado, da condenação eterna e da ira justa de Deus. A humanidade não está apenas atravessando uma fase difícil ou sofrendo por falta de orientação. Ela se encontra espiritualmente separada de Deus, incapaz de reconciliar-se com Ele por seus próprios esforços.
Essa verdade pode parecer dura para uma geração acostumada a ouvir que todas as pessoas são naturalmente boas. Entretanto, a Bíblia apresenta um diagnóstico diferente. Todos pecaram, todos se desviaram e ninguém consegue alcançar o padrão perfeito da santidade divina. O problema do ser humano não está somente em suas circunstâncias, mas em seu próprio coração.
O pecado influencia nossos pensamentos, desejos, decisões e relacionamentos. Ele nos inclina a viver para nós mesmos, a rejeitar a autoridade de Deus e a amar aquilo que o Senhor condena. Por isso, não precisamos apenas de conselhos melhores ou de uma segunda oportunidade. Precisamos de um Salvador.
A humanidade está afastada de Deus
Desde a entrada do pecado no mundo, a humanidade vive em estado de rebelião contra seu Criador. Adão e Eva receberam uma ordem clara, mas decidiram desobedecer. Aquela transgressão não foi um erro insignificante. Ela representou a rejeição da autoridade de Deus e trouxe consequências para toda a raça humana.
Depois da queda, o pecado passou a fazer parte da experiência humana. Isso não significa que todas as pessoas pratiquem todo tipo de mal com a mesma intensidade, mas que todos nascem com uma natureza inclinada a afastar-se de Deus. Não precisamos ensinar uma criança a ser egoísta, mentir ou disputar aquilo que deseja. Essas atitudes surgem naturalmente porque o problema está no coração.
A humanidade pode desenvolver tecnologias, construir cidades, produzir obras artísticas e alcançar grandes conquistas intelectuais. Contudo, nenhuma dessas realizações pode remover a culpa diante de Deus. O progresso humano não é capaz de transformar um coração rebelde em um coração santo.
Mesmo as boas obras, quando usadas como tentativa de conquistar a salvação, são insuficientes. Deus não compara uma pessoa apenas com outras pessoas. Ele a compara com Sua própria santidade. Diante desse padrão perfeito, todos ficam aquém.
Por isso, a salvação não começa com o homem subindo até Deus, mas com Deus descendo para resgatar o homem. O Evangelho não é a história de pessoas que se tornaram boas o bastante para merecer o céu. É a história do Deus santo que, em Sua misericórdia, enviou Seu Filho para salvar pecadores incapazes de salvar a si mesmos.
O que significa a ira de Deus?
Quando falamos da ira divina, não estamos descrevendo uma explosão emocional semelhante à ira humana. As pessoas podem perder o controle, agir impulsivamente e punir alguém de maneira desproporcional. Deus, porém, nunca perde o controle e jamais age com injustiça.
A ira de Deus é Sua oposição santa, constante e justa contra o pecado. Ela nasce de Seu caráter perfeito. Como Deus é santo, Ele não pode tratar o mal como algo indiferente. Como é justo, não pode simplesmente declarar inocente o culpado sem que Sua justiça seja satisfeita.
Se um juiz humano soubesse que uma pessoa cometeu um crime terrível e decidisse libertá-la sem qualquer julgamento, não chamaríamos esse juiz de amoroso, mas de injusto. Da mesma maneira, a bondade de Deus não exige que Ele ignore o pecado. Pelo contrário, Sua bondade está ligada à Sua justiça.
A ira divina também demonstra que o mal não terá a palavra final. Toda injustiça, violência, opressão, idolatria e corrupção será julgada. Aqueles que hoje parecem escapar das consequências de seus atos terão de comparecer diante do Juiz de toda a terra.
Essa verdade deve produzir temor, mas também consolo. O cristão sabe que Deus não é indiferente ao sofrimento nem aos pecados cometidos secretamente. Ele vê todas as coisas e julgará com perfeita justiça. Ao mesmo tempo, essa realidade nos faz perceber a grandeza da salvação: em Cristo somos libertos da ira futura.
Deus nos deu a vida em Seu Filho
O apóstolo João resumiu de maneira clara onde a vida eterna pode ser encontrada:
11 E este é o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está em seu Filho.
12 Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida.
1 João 5:11-12
Esses versículos não apresentam a vida eterna como uma recompensa conquistada por desempenho religioso. Eles afirmam que ela é um presente de Deus e que esse presente está em Seu Filho. A vida eterna não pode ser separada de Jesus Cristo.
Não basta admirar os ensinamentos de Jesus, respeitá-Lo como personagem histórico ou considerá-Lo um grande exemplo moral. É necessário ter o Filho, isto é, recebê-Lo pela fé, confiar em Sua obra e reconhecer Seu senhorio.
João também apresenta uma divisão que não permite neutralidade: quem tem o Filho possui a vida; quem não tem o Filho não possui a vida. Não existe uma terceira categoria formada por pessoas suficientemente boas para viver sem Cristo. Toda esperança de salvação está exclusivamente Nele.
É por isso que a Bíblia ensina que aquele que crê no Filho tem a vida eterna. A fé salvadora não é uma confiança vaga em alguma força superior. Ela está direcionada à pessoa e à obra de Jesus Cristo.
A vida eterna começa agora
Muitas pessoas pensam na vida eterna apenas como algo que começa depois da morte. Sem dúvida, ela inclui a promessa de viver para sempre na presença de Deus, mas o Novo Testamento mostra que essa vida já começa no momento em que uma pessoa é unida a Cristo pela fé.
Antes da conversão, o pecador está espiritualmente morto, ainda que esteja fisicamente vivo. Ele pode estudar, trabalhar, construir uma família e desfrutar muitas coisas, mas permanece separado de Deus. Quando o Espírito Santo o regenera, uma transformação profunda acontece.
A pessoa passa da morte para a vida, das trevas para a luz e da escravidão para a liberdade. Ela recebe um novo coração, novos desejos e uma nova identidade. Deus já não é visto apenas como um juiz distante, mas como Pai.
Essa mudança não significa que o cristão se torna imediatamente perfeito. Ele ainda luta contra o pecado, enfrenta tentações e precisa crescer em santidade. Entretanto, sua relação com Deus foi transformada. Ele já não está debaixo da condenação, porque Cristo tomou sobre Si sua culpa.
A vida eterna também modifica nossas prioridades. Começamos a compreender que os bens deste mundo são passageiros, que nossa existência possui um propósito maior e que nossa verdadeira esperança está na presença de Deus.
Conhecer o verdadeiro significado da vida eterna nos impede de reduzi-la apenas a uma existência sem fim. Vida eterna é conhecer o Deus verdadeiro, permanecer em comunhão com Ele e desfrutar para sempre da glória de Cristo.
Deus prometeu o Salvador desde o princípio
Quando Adão e Eva pecaram, Deus poderia ter executado imediatamente a sentença completa de Seu juízo. Contudo, naquele mesmo cenário de queda e vergonha, o Senhor revelou a primeira promessa de redenção. Ele anunciou que o descendente da mulher esmagaria a cabeça da serpente.
Essa promessa apontava para Jesus Cristo. Ao longo do Antigo Testamento, Deus continuou revelando detalhes sobre o Salvador. Ele seria descendente de Abraão, viria da linhagem de Davi, nasceria em Belém, carregaria os pecados de muitos e estabeleceria um reino eterno.
Os sacrifícios de animais também ensinavam que o pecado produz morte e que a culpa exige expiação. Contudo, o sangue de animais não podia remover definitivamente o pecado. Aqueles sacrifícios apontavam para uma oferta maior e perfeita.
Na plenitude do tempo, o Filho de Deus assumiu uma verdadeira natureza humana. Jesus nasceu, viveu em perfeita obediência ao Pai e cumpriu completamente a lei. Ele fez tudo aquilo que Adão e seus descendentes não conseguiram fazer.
A vinda de Cristo não foi uma tentativa improvisada de corrigir um plano que havia falhado. A cruz fazia parte do propósito eterno de Deus. Antes mesmo da criação do mundo, o Senhor já conhecia e havia determinado o meio pelo qual Seu povo seria salvo.
A ira que merecíamos caiu sobre Cristo
O centro da mensagem cristã é a morte substitutiva de Jesus. Isso significa que Cristo morreu no lugar de pecadores. Ele não morreu por seus próprios pecados, pois nunca pecou. Morreu carregando a culpa daqueles que seriam salvos.
Na cruz, Jesus suportou sofrimento físico, vergonha pública, zombaria e rejeição. Contudo, o aspecto mais profundo de Seu sofrimento foi receber sobre Si o juízo divino contra o pecado. O castigo que nos traz a paz caiu sobre Ele.
Deus não fingiu que o pecado nunca havia acontecido. Ele não reduziu Seu padrão de justiça nem decidiu ignorar nossa culpa. O pecado foi verdadeiramente punido, mas a punição foi suportada por Cristo em lugar de Seu povo.
Essa é a base do perdão cristão. Deus pode declarar justo aquele que crê porque a justiça foi satisfeita na cruz. A salvação não compromete a santidade divina. Nela, a justiça e a misericórdia se encontram perfeitamente.
Jesus recebeu a condenação para que recebêssemos reconciliação. Foi tratado como culpado para que fôssemos declarados justos. Experimentou a morte para que recebêssemos vida. Foi rejeitado para que fôssemos aceitos.
Quando Cristo declarou “Está consumado”, anunciou que a obra necessária para nossa redenção havia sido completada. Nada poderia ser acrescentado ao Seu sacrifício. A dívida havia sido paga, a justiça satisfeita e o caminho para Deus aberto.
Deus não ignorou o pecado
É comum ouvir que Deus perdoa porque simplesmente decide esquecer os pecados. Embora o perdão envolva não tratar o salvo segundo sua culpa, a cruz mostra que o pecado não foi ignorado. Ele foi julgado em Cristo.
Se Deus apenas ignorasse o mal, Sua justiça seria questionada. Entretanto, no Calvário vemos a santidade de Deus com mais clareza do que em qualquer outro lugar. A morte do Filho revela a gravidade do pecado e o preço necessário para nossa redenção.
Ao mesmo tempo, a cruz é a maior demonstração do amor divino. Deus não exigiu de nós um pagamento impossível e depois nos abandonou. Ele mesmo providenciou o Cordeiro. O Pai enviou o Filho, e o Filho entregou voluntariamente Sua vida.
O amor de Deus não é sentimentalismo. É um amor santo que trata seriamente o pecado e oferece uma solução verdadeira. Ele não nos salva afirmando que nossas transgressões não importam, mas entregando Cristo para sofrer em nosso lugar.
Por isso, não devemos considerar a cruz apenas um símbolo religioso. Ela é o lugar onde contemplamos simultaneamente a severidade da justiça divina e a profundidade da graça. Ali vemos o que o pecado merece e até onde o amor de Deus decidiu ir para salvar.
Somos salvos exclusivamente pela graça
Nenhuma pessoa pode olhar para a cruz e continuar acreditando que será salva por seus próprios méritos. Se boas obras fossem suficientes, a morte de Cristo teria sido desnecessária. Se a religião pudesse apagar a culpa, Jesus não precisaria entregar Sua vida.
Somos salvos pela graça, mediante a fé. Isso significa que a salvação é um favor imerecido. Deus não encontrou pessoas espiritualmente saudáveis que precisavam apenas de uma pequena ajuda. Ele encontrou pecadores mortos em suas transgressões e lhes concedeu vida.
A graça humilha o orgulho humano porque remove qualquer motivo de vanglória. Ninguém poderá chegar à presença de Deus e afirmar que conquistou a eternidade por ser melhor do que os outros. Todos os salvos estarão ali pela mesma razão: a misericórdia soberana de Deus.
Ao mesmo tempo, a graça oferece segurança. Se a salvação dependesse de nossa perfeição, viveríamos constantemente com medo de perdê-la a cada falha. Mas ela está fundamentada na obra completa de Cristo, não na instabilidade de nosso desempenho.
Compreender que somos salvos pela graça de Deus não produz descuido espiritual. Pelo contrário, gera gratidão, humildade e desejo de obedecer. Não praticamos boas obras para comprar o favor de Deus, mas porque já fomos alcançados por esse favor.
A ressurreição confirma nossa salvação
A mensagem do Evangelho não termina com Jesus em um túmulo. No terceiro dia, Ele ressuscitou dentre os mortos. A ressurreição demonstrou que a morte havia sido vencida e que o sacrifício de Cristo foi aceito.
Se Jesus tivesse permanecido morto, nossa fé seria inútil. Um salvador derrotado pela morte não poderia oferecer vida eterna. Contudo, Cristo ressuscitou, vive para sempre e reina à direita do Pai.
Sua ressurreição também garante a futura ressurreição dos que pertencem a Ele. O cristão pode enfrentar a morte sabendo que ela não possui a palavra final. Assim como Cristo foi levantado, Seu povo também será levantado para viver eternamente.
Isso não significa que a morte deixe de ser dolorosa. Ela continua sendo uma inimiga e produz separação temporária. Porém, para quem está em Cristo, já não é uma entrada na condenação. É a passagem para a presença do Senhor enquanto aguardamos a ressurreição do corpo.
Salvos da condenação e reconciliados com Deus
A salvação não consiste apenas em escapar de uma punição. Somos salvos de algo, mas também salvos para algo. Somos libertos da condenação para viver em comunhão com Deus.
Antes, éramos inimigos por causa de nossas obras más. Agora, por meio de Cristo, recebemos reconciliação. A barreira da culpa foi removida, e podemos nos aproximar de Deus com confiança.
Essa reconciliação transforma nossa relação com o Senhor. Ele não é apenas o Deus que evitou nossa condenação, mas o Pai que nos adotou em Sua família. Recebemos o Espírito Santo, somos chamados filhos e nos tornamos herdeiros das promessas.
A comunhão com Deus é o maior benefício da salvação. O céu será glorioso não apenas porque não haverá sofrimento, mas porque estaremos para sempre com o Senhor. A maior bênção da eternidade será contemplar Sua glória e desfrutar de Sua presença.
A salvação produz transformação
Quem tem o Filho tem a vida, e essa vida produz frutos. A graça não apenas muda nosso destino eterno; ela começa a mudar nossa maneira de viver. Deus concede um novo coração e inicia em nós uma obra de santificação.
O cristão ainda pode tropeçar, mas não consegue viver confortavelmente no pecado. O Espírito Santo confronta sua consciência, conduz ao arrependimento e fortalece para uma vida de obediência.
A salvação transforma nossos valores. Aquilo que antes parecia atraente começa a perder seu domínio. Passamos a desejar conhecer a Deus, compreender Sua Palavra, amar Sua igreja e viver de maneira que O glorifique.
Também muda nossos relacionamentos. Aprendemos a perdoar porque fomos perdoados, a demonstrar misericórdia porque recebemos misericórdia e a servir porque Cristo nos serviu.
Essas mudanças não compram nossa salvação. Elas são evidências de que Deus está operando em nós. Uma árvore não se torna viva porque produz frutos; ela produz frutos porque está viva.
Não há razão para abandonar a fé
Quando contemplamos a grandeza da salvação, encontramos forças para perseverar. As lutas desta vida podem ser intensas, mas nenhuma delas é maior do que a obra realizada por Cristo.
Talvez você esteja passando por um período de tristeza, fraqueza ou desânimo. Talvez suas orações pareçam não receber resposta e suas circunstâncias permaneçam difíceis. Nesses momentos, a cruz recorda que o amor de Deus não deve ser medido apenas pelo que acontece hoje.
O maior amor já foi demonstrado. Deus entregou Seu Filho para salvar pecadores. Aquele que realizou essa obra não abandonará os que pertencem a Ele.
Isso não significa que o cristão jamais sentirá tristeza. A Bíblia está cheia de servos de Deus que choraram, lamentaram e enfrentaram profundas aflições. Contudo, sua tristeza não era sem esperança.
Podemos continuar a carreira da fé porque nossa salvação não depende exclusivamente de nossa força. O mesmo Deus que nos chamou é poderoso para sustentar-nos. Cristo intercede por Seu povo, e o Espírito Santo habita em nós.
A salvação deve ser vivida diariamente
Essa grande doutrina não existe apenas para ser estudada em livros ou discutida em salas de aula. Ela deve moldar nossa vida cotidiana. Quem foi salvo da ira de Deus não pode continuar tratando o pecado como algo insignificante.
Devemos cultivar gratidão, buscar santidade e anunciar o Evangelho. Cada novo dia é uma oportunidade para viver de maneira digna daquele que nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz.
A salvação também produz humildade. Não olhamos para os incrédulos com arrogância, como se fôssemos naturalmente melhores. Lembramos que também estávamos perdidos e que somente a graça nos alcançou.
Essa consciência nos leva a compartilhar a mensagem de Cristo com compaixão. O Evangelho não é uma arma para humilhar pecadores, mas a boa notícia de que existe perdão para todos os que se arrependem e creem.
Hoje é o dia de confiar em Cristo
A mensagem da salvação exige uma resposta. Não basta conhecer os fatos sobre Jesus ou concordar intelectualmente que Ele morreu e ressuscitou. É necessário arrepender-se e confiar pessoalmente Nele.
Arrependimento significa reconhecer o pecado, abandonar a rebelião e voltar-se para Deus. Fé significa descansar na obra de Cristo em vez de confiar em nossa justiça.
Não espere tornar-se uma pessoa perfeita para aproximar-se de Jesus. Os doentes procuram o médico porque estão doentes. Da mesma maneira, os pecadores são convidados a buscar o Salvador exatamente porque não conseguem curar a si mesmos.
Também não presuma que haverá sempre outra oportunidade. A vida é breve e incerta. Hoje é o momento de ouvir a voz de Deus e responder ao chamado do Evangelho.
Glória a Deus por tão grande salvação
Do que somos salvos? Somos salvos da culpa e do poder do pecado, da condenação eterna e da justa ira de Deus. Somos retirados do reino das trevas e conduzidos ao reino de Cristo.
Por quem somos salvos? Por Jesus Cristo, o Filho de Deus, que viveu em perfeita obediência, morreu em lugar de pecadores e ressuscitou vitorioso.
Como somos salvos? Pela graça, mediante a fé, sem qualquer mérito próprio. Recebemos uma justiça que não produzimos, um perdão que não compramos e uma vida que jamais conseguiríamos conquistar.
Para que somos salvos? Para conhecer a Deus, viver em comunhão com Ele, crescer em santidade, anunciar Suas virtudes e desfrutar para sempre de Sua presença.
Essa é a grande esperança do Evangelho. A ira que merecíamos caiu sobre Cristo, e a vida que pertence a Cristo foi concedida a nós. A condenação foi removida, a dívida foi paga e o caminho para o Pai foi aberto.
Portanto, levantemos a cabeça e prossigamos firmes na fé. Não confiamos em nossa própria força, mas na obra perfeita realizada no Calvário. Aquele que começou a boa obra em Seu povo é fiel para completá-la.
Louvemos a Deus por ter enviado Seu Filho, agradeçamos a Cristo por ter tomado nosso lugar e vivamos no poder do Espírito Santo. Glória a Deus por tão grande, perfeita e eterna salvação!
16 comments on “Salvação através de nosso Senhor Jesus Cristo”
creio e sou grata por esse amor de Deus!…mais quero muito merece o caminho da eternidade
Obrigado meu Deus por ter mandado seu Filho Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador, para nos amar e perdoar os nossos pecados. Obrigado por tua imensa misericórdia e grande amor que tem por nós. Em nome de Jesus, o único caminho, a verdade e a vida, te peço que perdoe os meus pecados, a fim de que possa sempre estar ao teu lado e obter a salvação eterna! Amém! Glória a Deus, Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!
Deus seu unico filho que derramo teu sangue perdoar nossos pecados eu amo meu Deus ele é primeiro unico. Gloria seu santo nome.
Querido Deus, eu peço perdão por um dia ter duvidado do seu amor por mim,reconheço que dia a pós dia tenho experimentado do teu amor da tua misericórdia e dos sonhos que o senhor tem realizado na minha vida,.Hoje eu posso declarar com o meu coração que o senhor me Ama e que o senhor tem grandes milagres para mim E para minha família em nome de Jesus Amém
Deus é o nosso salvador. Ele nos livra de todos os males e nos conduz aos bons caminhos. Deus faz de tudo por nós, tudo pensando em nós, pois ele nos ama como um pai ama um filho, e o nosso dever é amá-lo da mesma maneira que Ele nos ama. Deus sempre olhará por nós e nos livrará de todos os maus. Amém!
Honra e gloria seja dada a Jesus filho de Deus,que é nosso pai misericordioso e bondoso para conosco amém 🙏
Amém sei que não há motivos para sermos tristes mesmo nas adversidades….tenhamos fé….Deus é conosco.
Amém
Obrigado meu Deus pô nos amamos
Glória a Deus
Amém
Obrigada meu senhor Jesus Cristo pelo seu imenso amor lhe dou glória e louvor meu senhor Deus amém.
Glória a Deus,Ó Deus poderoso,Muito obrigado meu querido Deus por tudo,principalmente pelo seu filho único que mi salvou do pecado e da morte,aleluia aleluia Glória a Deus.
É verdade Senhor Tú és a razão do meu vive.
Glória. Amém!
Amém! Eu creio e te agradeço meu Deus por tudo e principalmente por ter dado seu único filho Jesus para nos salvar de nossos pecados toda honra e toda glória agora e para sempre.Louvado seja nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Amém.Te amo Jesus 🙏🙏
Deus nos ama e faz de tudo por nós, nunca duvidemos disso. Amém!
Deus tem o poder de nos salvar de todos os males que possam nos assaltar e de quando desviamos dos seus caminhos. Muitas vezes pecamos e vamos contra a palavra do Senhor, nos desligando da nossa fé. Porém, quando nós nos arrependemos daquilo que foi feito e pedimos perdão ao nosso Senhor, Ele tem misericórdia de nós e nos salva, em todos os sentidos existentes. Por isso devemos louvar a Ele e agradecer sempre. Amém!