Quem é Jesus vs quem você diz que Jesus é?

Vamos ler o que a Bíblia nos diz em Mateus 16:

13 Tendo Jesus chegado às regiões de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem?

14 Responderam eles: Uns dizem que é João, o Batista; outros, Elias; outros, Jeremias, ou algum dos profetas.

15 Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que eu sou?

16 Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

Encontramos duas questões importantes neste verso, embora a segunda é mais importante que a primeira. A primeira pergunta que Jesus faz é a seguinte: Quem eles dizem que eu sou? Os discípulos respondem: Uns dizem que é João, o Batista; outros, Elias; outros, Jeremias, ou algum dos profetas. Note algo muito importante nesta resposta e é que para as pessoas que estavam ao redor de Jesus era tudo menos o Cristo, e isso vemos hoje continuamente, pois para muitos Jesus é simplesmente um operador de milagres, um profeta, um curador, um isto e um aquilo, mas esta não é a resposta certa, embora as outras sejam verdadeiras.

Agora vamos dar uma olhada na segunda pergunta que Jesus fez aos seus discípulos, que devemos fazer em todos os momentos de nossas vidas; Jesus pergunta: “E você, quem diz que eu sou?”, é como se para Jesus a primeira resposta não foi bem respondida, mas Simão Pedro responde fazendo duas declarações incríveis: “Você é o Cristo (o Messias), o Filho do Deus vivo “. Eu amo uma interpretação de R.C Sproul no seu livro “who is Jesus “onde diz o seguinte:

Cristo vem do termo grego christos, que significa “ungido”. Corresponde ao hebreu “messias”. Se tivéssemos que traduzir o nome e título diretamente para o português, diríamos “Jesus Messias”. Com este título estamos fazendo uma confissão de fé de que Jesus é o ungido de Israel esperado por tanto tempo, o Salvador que redimiria o seu povo.

Entendemos que esta é a principal coisa que devemos saber sobre Jesús: que Ele é o Messias prometido e o Filho do Deus vivo.

Toda a Escritura nos fala sobre Jesus e seu poder, pelo qual eu acredito que a Bíblia fala por si mesma da pessoa de Jesus. Vamos ver alguns versos embaixo:

Autor e consumador da fé

fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à direita do trono de Deus.

Hebreus 12:2

Este verso nos apresenta Cristo como o princípio e o fim da fé cristã. Ele não apenas inicia a obra da fé em nós, mas também a aperfeiçoa. Significa que a fé não depende do nosso esforço humano, mas da graça sustentadora de Jesus, que garante que aqueles que pertencem a Ele perseverarão até o fim. Por isso, colocar os olhos em Cristo é reconhecer que nossa caminhada só é possível porque Ele nos capacita dia após dia.

O texto destaca o sofrimento que Jesus suportou voluntariamente. Ele enfrentou a cruz por causa da alegria futura: a salvação do Seu povo. Essa verdade nos lembra que nossa fé não está baseada em filosofia ou sentimentos, mas em um sacrifício real, histórico e substitutivo. Cristo suportou tudo para nos dar vida, e isso deve fortalecer nosso coração quando enfrentamos provações.

A soberania de Cristo no processo da crença

Ao compreendermos Jesus como o Autor da nossa fé, reconhecemos que Ele é a fonte originadora de toda confiança espiritual. O ser humano, em sua natureza caída, carece de inclinação para buscar a santidade por conta própria. Jesus toma a iniciativa de despertar a alma adormecida, concedendo o dom da fé que permite ao pecador crer no Evangelho. Essa autoria divina assegura que o fundamento da nossa caminhada cristã não repousa em areia movediça, mas na Rocha eterna. Ele projeta a jornada, estabelece as bases teológicas e infunde o desejo de comunhão no coração do eleito. Portanto, cada passo dado em direção a Deus é uma resposta direta à operação prévia de Cristo em nosso interior.

Como Consumador, Jesus garante a integridade final da nossa jornada. Ele não apenas lança os alicerces, mas também coloca a pedra angular e finaliza a construção do nosso caráter espiritual. A obra que Ele iniciou em nós não ficará incompleta. O processo de santificação, embora permeado por lutas e momentos de fraqueza, está sob a supervisão constante daquele que possui todo o poder. A confiança do crente não deve estar em sua própria capacidade de permanecer fiel, mas na fidelidade inabalável de Jesus em preservar os Seus. Ele sustenta a nossa fé através das provações, funcionando como o combustível que mantém a chama acesa até o dia da Sua gloriosa manifestação.

O Trono e a Intercessão Perpétua

Estar assentado à direita do trono de Deus é uma declaração de triunfo absoluto sobre todas as potestades. Jesus completou o sacrifício que ninguém mais poderia realizar. Diferente dos sacerdotes da antiga aliança que realizavam sacrifícios diários sem nunca cessar o trabalho, Cristo assentou-se porque a obra da expiação foi finalizada de uma vez por todas. Desta posição de autoridade máxima, Ele governa o universo e intercede por cada um de Seus seguidores. Sua presença no trono é o selo de que fomos aceitos pelo Pai através dEle. Quando falhamos, temos um Advogado vitorioso que apresenta Seus próprios méritos em nosso favor, garantindo que nossa posição diante de Deus permaneça inabalável.

O alvo perfeito de Deus para nos dar a salvação

Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

Isaías 53:5

Isaías 53 é uma das profecias mais claras sobre o sofrimento vicário de Cristo. Ele não foi ferido por erro próprio, mas por causa dos nossos pecados. A paz que desfrutamos hoje custou um preço altíssimo: o sofrimento do Servo de Deus. Isto revela que a salvação não é barata, nem simples; custou o sangue do Filho de Deus, o Cordeiro perfeito.

A expressão “pelas suas pisaduras fomos sarados” aponta para a cura espiritual que recebemos. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados, mas agora, pela obra de Cristo, recebemos nova vida. Este é o evangelho puro: não somos salvos por obras, mas pela substituição divina realizada pelo Messias prometido.

O Mistério da Substituição Penal

A teologia da substituição penal é o núcleo central do sacrifício de Cristo descrito por Isaías. O profeta utiliza termos densos como “esmagado” para ilustrar o peso da justiça divina que recaiu sobre o Messias. Jesus tornou-se o nosso representante legal no tribunal de Deus. Ele tomou sobre Si a condenação que era estritamente nossa, permitindo que a ira santa do Pai contra o pecado fosse satisfeita nEle. Esse maravilhoso intercâmbio é o que permite que um Deus justo justifique o pecador sem comprometer Sua santidade. Jesus recebeu o que nós merecíamos — o juízo — para que pudéssemos receber o que Ele merecia — a aceitação divina.

O castigo que nos traz a paz estabelece uma reconciliação que vai além da cessação de hostilidades. É o estabelecimento de um pacto de amizade eterna entre o Criador e a criatura. Antes éramos rebeldes fugindo da face de Deus; através das feridas de Jesus, somos trazidos para perto com o status de filhos amados. A paz com Deus é a base para a paz interior e a paz com o próximo. Não há mais condenação para aqueles que estão sob o manto protetor do sangue do Cordeiro. O sofrimento de Cristo foi o preço necessário para restaurar a harmonia universal que havia sido quebrada na queda de Adão.

Cura Espiritual e Restauração da Alma

Muitas vezes limitamos o conceito de “sarados pelas suas pisaduras” a curas físicas temporais, mas o contexto profético aponta para a cura da lepra do pecado. O pecado é uma doença que deforma a imagem de Deus no homem. As marcas deixadas no corpo de Cristo durante a Sua paixão são o remédio que purifica a nossa consciência e restaura a saúde da nossa vida espiritual. Fomos curados da nossa cegueira espiritual, da nossa paralisia moral e da nossa surdez para com a voz do Espírito Santo. Esta restauração profunda garante que tenhamos vigor para viver uma vida que agrada a Deus, aguardando o dia em que seremos glorificados e toda dor física cessará definitivamente.

O único salvador do mundo

E em nenhum outro há salvação; because debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos.

Atos 4:12

A declaração de Pedro é absoluta: não existe outro caminho, não há outro mediador, não existe alternativa ou atalho. A exclusividade de Cristo como Salvador não é arrogância, mas verdade revelada pelo próprio Deus. A salvação não pode ser encontrada em religiões, obras humanas, filosofias ou tradições – somente no nome de Jesus.

Isso nos chama a uma fé firme e definida. Em tempos em que o relativismo tenta colocar Jesus como apenas “mais uma opção espiritual”, este verso permanece como uma âncora da fé cristã. Se Jesus é o único Salvador, então nossa vida deve se alinhar completamente com Sua palavra e Seu senhorio.

A Exclusividade Radical de Jesus Cristo

Em uma sociedade que valoriza o pluralismo e a subjetividade da verdade, a afirmação de que Jesus é o único Salvador soa ofensiva para muitos. No entanto, o Evangelho não deixa margem para sincretismos. Pedro foi enfático diante das autoridades de sua época: não existe um plano B para a redenção humana. A exclusividade de Cristo baseia-se em Sua natureza única como o Deus-Homem. Nenhuma outra figura religiosa possui a divindade necessária para satisfazer a Deus e a humanidade necessária para representar o homem. O nome de Jesus carrega a autoridade legal de quem venceu a morte e o inferno. Crer em qualquer outro meio de salvação é confiar em um fundamento falso que falhará no dia do juízo.

Esta singularidade do Messias exige de nós uma postura de total rendição. Se Ele é o único caminho, então todas as nossas esperanças de aceitação por parte de Deus devem estar depositadas exclusivamente nEle. O legalismo e a autoconfiança são os inimigos desta verdade. Devemos anunciar ao mundo que a salvação não é um mérito a ser conquistado, mas uma pessoa a ser recebida. A Igreja tem a responsabilidade de preservar a pureza desta mensagem, resistindo às pressões para suavizar a exclusividade de Cristo em prol de uma aceitação social vazia. A salvação em Jesus é a maior oferta de amor que o universo já conheceu.

A videira verdadeira

Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o viticultor.

João 15:1

Quando Jesus se apresenta como a videira verdadeira, Ele está afirmando que somente nEle existe vida espiritual real. Ramos desligados da videira secam; assim também quem tenta viver a vida espiritual sem Cristo acaba desfalecendo. Permanecer em Cristo é desfrutar de nutrição espiritual constante, fruto do Espírito e intimidade com Deus.

Esta passagem destaca a ação do Pai, que poda cada ramo para que produza mais fruto. Isso indica que crescimento espiritual muitas vezes envolve dor, disciplina e correção. Deus nos molda porque nos ama e deseja que reflitamos cada vez mais o caráter de Seu Filho.

A Dependência Vital do Crente

A metáfora da videira é uma das ilustrações mais profundas sobre a união mística entre Cristo e o Seu povo. Um ramo não possui vida própria; ele é dependente da seiva que flui do tronco. Sem essa conexão vital, o ramo torna-se madeira seca, útil apenas para o fogo. Da mesma forma, o cristão que tenta viver por seus próprios esforços morais, sem uma comunhão íntima com Jesus, acabará por murchar espiritualmente. Permanecer em Cristo significa cultivar uma vida de oração, meditação bíblica e submissão diária. É nesse estado de dependência absoluta que o caráter de Jesus começa a se manifestar em nós através do fruto do Espírito Santo.

O papel do Pai como Viticultor revela o cuidado atento de Deus sobre o Seu jardim espiritual. Ele não é um observador passivo. Deus trabalha ativamente em nossas vidas para maximizar a nossa utilidade no Reino. O processo de poda muitas vezes envolve a retirada de áreas da nossa vida que, embora pareçam boas, estão roubando a energia que deveria ser dedicada à glória de Deus. Sofrimentos, perdas e provações são, com frequência, as ferramentas de poda do Pai para nos tornar mais frutíferos. A submissão a esse processo é a prova da nossa confiança na sabedoria divina, sabendo que o objetivo final é a nossa conformidade à imagem do Filho.

A luz do mundo

Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.

João 8:12

Jesus é a luz que dissipa as trevas espirituais. O mundo vive em confusão moral e cegueira espiritual, mas Cristo ilumina o caminho da verdade. Seguir Jesus significa ter direção, propósito e discernimento, algo que o mundo jamais poderá oferecer.

Ao afirmar que quem O segue não andará em trevas, Jesus está declarando que Sua presença transforma totalmente a vida do crente. Ele não apenas ilumina; Ele gera vida. A luz de Cristo revela o pecado, consola o aflito e guia o coração obediente.

Iluminação e Direção Espiritual

A luz de Cristo atua como um desinfetante espiritual e um guia infalível. Em um mundo mergulhado nas trevas do relativismo e da corrupção moral, Jesus é o único que oferece uma visão clara da realidade. Sem Ele, o homem caminha tateando, tentando encontrar significado em ideologias passageiras ou prazeres efêmeros. Quando seguimos a Luz, recebemos o discernimento necessário para navegar pelas complexidades da vida sem nos perdermos. A luz expõe a verdade sobre nós mesmos — nossa necessidade de arrependimento — e a verdade sobre Deus — Seu infinito amor e santidade. Caminhar na luz é viver com transparência diante do Criador e integridade diante dos homens.

Possuir a “luz da vida” significa que o conhecimento de Jesus não é meramente teórico, mas uma força vital que nos impulsiona. Essa luz aquece o coração frio e traz esperança às situações mais sombrias. O crente que segue a Jesus tem a promessa de que nunca será abandonado à confusão final. Mesmo nos vales da sombra da morte, a presença iluminadora do Salvador garante um porto seguro. Esta iluminação é progressiva; à medida que caminhamos com Ele, a nossa compreensão dos mistérios de Deus e da Sua vontade para as nossas vidas torna-se cada vez mais nítida, preparando-nos para a luz plena da eternidade.

O novo pacto

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

João 3:16

João 3:16 é a essência do evangelho. Deus Pai entregou o seu único Filho em amor infinito para salvar pecadores. O novo pacto não está baseado em sacrifícios humanos, mas no sacrifício perfeito de Cristo, que nos concede vida eterna. A iniciativa foi divina, e a resposta necessária é a fé.

Este amor extraordinário deveria encher nosso coração de profunda gratidão. Cristo não veio para condenar, mas para salvar. O novo pacto é a promessa de Deus cumprida em Jesus, revelando que a salvação é totalmente pela graça e acessível a todos os que creem.

A Magnitude da Aliança de Graça

O Novo Pacto estabelecido pelo sangue de Jesus é a maior evidência da benevolência divina. Diferente da antiga aliança baseada na lei e na obediência humana, este pacto repousa inteiramente na fidelidade de Cristo. Deus amou o mundo de tal maneira que proveu o Seu próprio Filho como o Cordeiro pascal definitivo. O termo “unigênito” enfatiza o valor inestimável do sacrifício: o Pai ofereceu o Seu bem mais precioso para resgatar rebeldes. Este pacto garante que a nossa aceitação por Deus não flutua conforme o nosso desempenho, mas está firmada na obra consumada de Jesus na cruz. Somos herdeiros de uma promessa que não pode ser quebrada.

A vida eterna não deve ser compreendida apenas como uma existência sem fim no futuro, mas como uma nova qualidade de vida que começa agora. É a vida de Deus em nós. Crer em Jesus é a única condição para entrar nesta realidade gloriosa. Essa fé envolve uma confiança radical na Pessoa de Cristo como o único Mediador. No Novo Pacto, recebemos o Espírito Santo que escreve as leis de Deus em nossos corações, transformando o nosso desejo de rebelião em desejo de obediência amorosa. A segurança eterna do crente é um fruto direto deste pacto incondicional onde Deus assume o compromisso de nos levar até o fim da jornada com segurança.

O Escopo Universal do Amor de Deus

Ao declarar que o amor de Deus se estende ao “mundo”, Jesus remove as barreiras étnicas e sociais da salvação. O Evangelho é o convite de Deus para toda a humanidade, independentemente do passado ou da linhagem. No entanto, a aplicação deste amor é particular para “todo aquele que nele crê”. O Novo Pacto é inclusivo em sua oferta e exclusivo em sua eficácia através da fé. Esta verdade deve nos motivar à evangelização fervorosa, sabendo que o coração do Pai deseja que muitos sejam trazidos à Sua mesa. O sacrifício de Cristo é suficiente para todos, mas eficiente apenas para aqueles que depositam sua confiança nEle.

Há tantas coisas que podemos falar sobre Cristo e muitas vezes é o que menos mencionamos em nossos púlpitos, quando Ele é o motivo de tudo. Podemos ver Cristo em todas as Escrituras e este foi o pensamento do reformador Martinho Lutero, Ele acreditava que Cristo estava em toda parte nas Escrituras. Acreditamos hoje o mesmo dentro das nossas igrejas?

A Centralidade de Cristo na Exegese Bíblica

Seguindo a tradição reformada de Martinho Lutero, devemos reconhecer que a Cristocentricidade é a chave para abrir os tesouros da Palavra de Deus. Se lemos a Bíblia e não encontramos Jesus, estamos apenas lendo um livro de moralismo ou história antiga. No Antigo Testamento, Ele é a esperança prometida; nos Evangelhos, Ele é a Palavra encarnada; nas Epístolas, Ele é a doutrina vivida; e no Apocalipse, Ele é o Rei vitorioso. Precisamos resgatar a pregação que exalta a Cristo em todos os textos bíblicos. Ele é o verdadeiro Davi que vence o gigante do pecado, o verdadeiro Moisés que nos liberta da escravidão da morte e o verdadeiro José que provê o pão da vida no deserto do mundo.

Infelizmente, muitas igrejas modernas têm trocado a exaltação de Cristo por mensagens focadas no bem-estar humano e no sucesso terreno. No entanto, o verdadeiro poder da Igreja reside na proclamação da Pessoa de Jesus. Quando Cristo é o centro das atenções, as vidas são verdadeiramente transformadas, pois somente o Seu nome possui o poder de regenerar o coração humano. Uma teologia que não aponta para o Filho de Deus é uma teologia morta. Devemos nos esforçar para que Cristo seja o tema de nossas canções, o foco de nossas orações e o exemplo de nossa conduta diária. Somente assim seremos uma Igreja relevante e fiel à sua missão original.

A Resposta Pessoal ao Senhorio de Jesus

A pergunta de Jesus aos Seus discípulos continua ecoando hoje: “Quem dizeis que eu sou?”. Esta não é uma pergunta teórica, mas um confronto com o Senhorio de Cristo. Responder como Pedro requer uma revelação do Espírito Santo. Não basta saber o que os historiadores dizem ou o que a tradição ensina; é necessária uma confissão pessoal e vibrante. Se reconhecemos Jesus como o Filho do Deus vivo, a nossa vida não pode permanecer a mesma. O Seu Senhorio deve permear as nossas decisões financeiras, os nossos relacionamentos familiares e as nossas ambições profissionais. Ele não é apenas um salvador para o domingo, mas o Senhor de todos os dias.

O novo pacto

Concluindo, cada uma dessas declarações bíblicas revela facetas gloriosas da pessoa de Jesus Cristo. Ele é o Messias prometido, o autor da nossa fé, o Servo sofredor, o único Salvador, a videira verdadeira, a luz do mundo e o fundamento do novo pacto. Conhecer a Cristo não é apenas acumulá-las como doutrinas, mas experimentar Sua presença transformadora. Que cada leitor abrace estas verdades e confesse, como Pedro, que Jesus é verdadeiramente o Cristo, o Filho do Deus vivo.

Viver na Realidade da Ressurreição

A conclusão da nossa fé não termina na cruz, mas na ressurreição e na vida abundante que Jesus nos oferece. Conhecer a Cristo nessas diversas dimensões bíblicas nos equipa para enfrentar os desafios do século XXI com uma postura de vitória. Se Ele é a nossa Videira, temos recursos inesgotáveis. Se Ele é a nossa Luz, não temos medo da confusão cultural. Se Ele é o nosso Salvador único, temos uma mensagem clara para um mundo perdido. Que a nossa vida seja um testemunho vivo desta confissão de fé inabalável. Ao declararmos que Jesus é o Cristo, unimo-nos à nuvem de testemunhas que, ao longo dos séculos, encontrou nEle tudo o que a alma necessita para o tempo e para a eternidade.

O Chamado à Persistência na Doutrina

Manter a pureza da visão cristológica é o maior desafio da Igreja contemporânea. Devemos vigiar para que as distrações do mundo não obscureçam a glória de Jesus em nossas mentes. O Novo Pacto nos garante a assistência do Consolador para que possamos perseverar no ensino dos apóstolos. Ao mergulharmos profundamente nas Escrituras, descobrimos que a beleza de Jesus é infinita e que nunca esgotaremos o conhecimento da Sua graça. Que o nosso desejo constante seja o de crescer no conhecimento e na graça do nosso Senhor e Salvador, até que O vejamos face a face na glória eterna. Amém.

Amplo é o caminho que leva à perdição
Ninguém nos separará do amor de Cristo

20 comments on “Quem é Jesus vs quem você diz que Jesus é?

  1. Realmente quase não falamos de Jesus nas nossas mensagens,
    Hoje em dia temos mais acesso a órgãos de divulgações como as redes sociais por ex: e mesmo assim o nome dele pouco se vê,vamos falar mais de Jesus o nosso salvador autor e consumador da fé ,vamos divulgar o reino de Deus,também a morte de Jesus,e pregar a salvação.

  2. Senhor tu és tudo pra mim. Meu Salvador, o ar que respiro, minha força. Sem Ti eu não sou nada, Tu és o Salvador do mundo,Tu és o Cristo único e verdadeiro. Tu és meu protetor meu Salvador. Obrigada Deus por cuidar de mim.

  3. Em meio a prantos … perdido emprego e risco de saude. Entrei na capela do hospital.. la orei.. tentei orar.. com medo… raiva .. sem rumo… por um momento parei e pensei.. Estou conversando com uma cruz de madeira?….
    O que eu faco?…. pra onde eu vou… minha fé deve ser baseada em Jesus… Mas e difícil crer sem ver… eu quero ver milagres na minha vida… o primeiro milagre e acreditar que Ele esta ao meu lado

  4. Estou aprendendo muito com esses artigos, cada dia uma descoberta,um ensinamento que deixa o objetivo de entendermos a palavra de Deus. Obrigado!

  5. Senhor meu Deus: tu levaste a minha esposa, me deixando muito triste, por outro lado Alegre! por saber que ela descansa em tua Santa paz. Deus pai, Deus filho, Deus Espírito Santo, Obrigado por nos conforta-los diante dessa grande perca, e por nós mostrar o caminho para seguimos em frente. obrigado Deus obrigado amém.

  6. Jesus Cristo é o princípio o meio e o início da vida eterna. Quem crê em Jesus Cristo morre para o mundo e vive para nosso senhor Jesus Cristo.

    1. Jesus, Tu és a vida, a verdade e a luz, meu Senhor e SALVADOR, somente através de Ti Senhor chegaremos ao Deus Pai. Te amo e te adoro Jesus. Obrigado por sofrer tanto na cruz para nos perdoar e nos salvar. Tu és maravilhoso, poderoso e misericórdioso. Obrigado Jesus pelas reiteradas bençãos que tem me dado. Obrigado Jesus por me amar tanto. Toda honra e toda Glória a Ti Senhor. Glória a Deus Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amém!

  7. O Senhor não é apenas aquele para quem recorremos quando queremos algo, Ele é o nosso pai, Ele foi quem nos deu a vida para nos salvar. Valorizemos o amor de Deus e amemos-o da mesma maneira como Ele nos ama. Respeitemos e senos fiéis à Ele em todas as ocasiões. Não deixemos Ele de lado em momento algum. Amém!

  8. Deus sempre estará disposto para nós. Deus é completamente do Deus que achamos conhecer. Deus faz de tudo pelos seus filhos e preza pela segurança e felicidade de cada um deles. Sejamos gratos à Ele por tudo que Ele faz. Amém!

  9. Que nos lembremos sempre de ser tementes ao nosso pai, pois Ele tudo nos concede e faz por nós. Que nossa gratidão e nosso amor sempre estejam presentes em nossos corações. Dei-nos a sabedoria necessária para nunca nos esquecermos de seus feitos e suas promessas. Tenhamos também muita fé e esperança na hora que o Senhor determinou para nós, o que há de ser, será e só nos resta aguardar. Amém!

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